Familiares e amigos visitam o Sr. Francisquinho da Madeireira Oriental.
14/07/2014
Irmã Edna e famíliares eleva a Deus uma oração e cânticos a favor do irmão Francisquinho (Foto: Marco Montoril)
Sua esposa a irmã Finha estava muito feliz com a presença de todos os amigos e familiares do seu esposo Francisquinho (Foto: Marco Montoril)
Irmão Francisquinho estava muito feliz com a presença de seus familiares e amigos
(Foto: Marco Montoril)
Quem esteve neste final de semana em João Câmara (12), foi o empresário o Sr. Francisquinho da Madeireira, está se recuperando de um AVC (Acidente Vascular Cerebral), encontra-se fazendo um tratamento de fonodiologia e fisioterapia na capital Natal, a convite do seu filho o vereador Holderlin Silva, fizemos uma visita ao homem bom e amigo o Sr. Francisquinho da Madeireira, e podemos ver graças a Deus a sua boa recuperação.
Estivemos neste domingo com a agradável companhia do seu genro Joca de Berré, sua filha Hildegards, Hermida, seus netos e a sua bisneta Rebeca.
Na presença da irmã Edna que fez uma linda oração e cânticos a Deus pela saúde do empresário Francisquinho, juntamente com a sua esposa a Senhora irmã Finha uma mulher de Deus, podemos naquele momento agradecer as graças alcançadas a Deus.
Em meu nome da minha mãe Marilene Montoril, do meu Pai José Araújo e de todos os nossos familiares, queremos pedir à Deus que restabeleça a saúde do amigo Francisquinho no mais breve possível.
Por: Marco Montoril
Jogadores, ex-jogadores e treinadores protestam após Messi ser escolhido o melhor da Copa
14/07/2014

Lionel Messi foi escolhido o melhor jogador da Copa do Mundo de 2014, mas passou longe de ser uma unanimidade. A eleição do jogador gerou muitos questionamentos. O sempre polêmico Joey Barton, inglês, se expressou pelo Twitter.
- Para mim, Robben foi o melhor individualmente nesta Copa. Messi deveria enviar-lhe o prêmio pelo correio. O que Messi fez para vencer isso? – questionou o meio-campista.
O ex-jogador holandês Ruud Gullit, que anteriormente havia parabenizado a Alemanha (“A Alemanha mereceu. Parabéns.”), foi outro que protestou, com diversos pontos de interrogação:
- Bola de ouro para Messi ??????????
Por fim, o lateral-esquerdo Bong, que esteve presente na lista inicial de 30 jogadores de Camarões, mas acabou cortado no momento de o treinador selecionar os 23 que disputariam o Mundial, afirmou não entender mais nada sobre o futebol ao ver que Messi levou a Bola de Ouro:
- Não compreendo mais nada de futebol, eu acho. Por que Messi é o melhor jogador do Mundial? Porque estava na final?
LANCE
BICHO PEGOU: 19 pessoas presas por causa dos protestos em 2013 foram transferidas para Bangu. Entre eles, “sininhoâ€
14/07/2014
Dezenove pessoas presas sob acusação de formação de quadrilha armada por envolvimento em atos de vandalismo nas manifestações de 2013 no Rio foram transferidas para o Complexo Penitenciário de Bangu (zona oeste carioca).
O grupo, preso na manhã de sábado (12) em operação da da Polícia Civil, foi transferido neste domingo (13) para as cadeias públicas Joaquim Ferreira de Souza e José Frederico Marque, em Bangu.
Entre os presos está Elisa Quadros Pinto Sanzi, conhecida como Sininho. Ela foi presa em Porto Alegre e transferida para o Rio. A radialista Joseane Freitas, funcionária da EBC (Empresa Brasil de Comunicação), também foi detida.
Sindicatos de jornalistas e uma Comissão de Empregados da EBC divulgaram nota de repúdio às prisões.
A série de prisões foi uma ação da polícia para tentar esvaziar os protestos marcados para a final da Copa, no Maracanã. Oficialmente, a polícia diz ter provas de vandalismo.
Marcelo Chalreo, da Comissão de Direitos Humanos da OAB, disse que a defesa dos presos tenta conseguir um habeas corpus na Justiça.
Felipão não é mais técnico da seleção Brasileira
14/07/2014
Luiz Felipe Scolari não é mais o treinador da seleção brasileira, informou a TV Globo. A CBF ainda não confirmou oficialmente.
De acordo com a emissora, além do treinador, Carlos Alberto Parreira e toda a comissão técnica também perderam os cargos.
Depois da derrota para Holanda por 3 a 0, na disputa pelo terceiro lugar, Scolari afirmou que tinha deixado o seu cargo à disposição do presidente da CBF, José Maria Marin.”Quem tem que decidir é o presidente”, falou Felipão.
Ele afirmou que que entregaria um relatório para o dirigente e que somente depois o seu futuro seria decidido.
Após sofrer a goleada para Alemanha por 7 a 1, Felipão tinha defendido o seu trabalho e leu os resultados obtidos à frente da seleção nessa segunda passagem.
“Em 2013/2014, foram 28 amistosos, com 19 vitórias, seis empates e três derrotas. Em jogos oficiais, foram 11 jogos, com oito vitórias, dois empates e uma derrota”, disse Felipão, que depois dessa declaração acumulou mais uma derrota, os 3 a 0 para a Holanda na disputa pelo terceiro lugar.
Essa foi a segunda passagem de Felipão na seleção. A primeira foi na campanha do pentacampeonato mundial, em 2002.
Folhapress
José Adécio confirma apoio a Henrique e Wilma
14/07/2014
O ex-deputado estadual José Adécio (DEM) anunciou na tarde deste domingo (13) o apoio às candidaturas do deputado federal Henrique Alves ao Governo do Estado e de Wilma de Faria ao Senado.
O anúncio aconteceu após uma reunião entre José Adécio e os candidatos com o senador José Agripino (DEM) e o deputado federal Felipe Maia (DEM).
Para o candidato do PMDB ao Governo do Estado, Henrique Alves, o apoio demonstra a união de várias lideranças políticas em torno do projeto da Coligação Força Para Mudar. “É mais uma sinalização de que estamos unindo o Rio Grande do Norte”, declarou Henrique.
Candidata do PSL pede impugnação da candidatura de Betinho Rosado
14/07/2014

A candidata à deputada federal pelo PSL, Paula Santos, impetrou ação de impugnação do registro de candidatura do deputado federal Betinho Rosado (PP), fundamentada na “condenação pelo TCE/RN por irregularidade insanável e ato de improbidade em prestação de contas, transitado e julgado”. Paula nega motivação, pois apenas exercendo o papel de cidadã.
Arena POP Natal é o próximo evento cultural na Arena das Dunas
14/07/2014
A Viva Promoções com o apoio da Som Livre, realiza o Arena Pop Natal, um festival com os maiores artistas da verdadeira música popular brasileira. As bandas O Rappa, Raimundos e Pollo (SP) estão confirmadas como atrações principais, outras bandas exclusivas ainda serão anunciadas para a Área Vip do evento. A festa será realizada, no dia 05 de Setembro, na Arena das Dunas.
A Arena POP é um festival de sucesso, já realizado anteriormente em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro. A proposta do evento é oferecer uma festa da atual música popular brasileira, misturando ritmos com shows de bandas e cantores nacionais mais ouvidos do país. Em Natal, a promotora de eventos Viva Promoções, recebeu o apoio da Som Livre e acreditou na proposta, trazendo a ideia para a cidade do sol. “Estamos planejando um grande evento, por isso, escolhemos a Arena das Dunas, o estádio da Copa do Mundo da FIFA, para ser a casa dessa festa”, disse o diretor da Viva Promoções, Jarbas Filho.
Dilma é vaiada por parte do público ao entregar taça para alemão
14/07/2014
A presidente Dilma Rousseff foi vaiada por parte do público no estádio Maracanã, no Rio, quando entregava a taça da Copa do Mundo para Philipp Lahm, capitão da seleção da Alemanha.
As vaias começaram quando Dilma recebeu a taça de Joseph Blatter, presidente da Fifa. Em seguida, ela entregou o troféu rapidamente para Lahn, que foi comemorar com os companheiros em um palco.
Vaias também foram ouvidas quando a presidente apareceu no telão do Maracanã cumprimentando o técnico argentino Alejandro Sabella.
Apesar do sinal de reprovação, as vaias foram menores do que as recebidas pela presidente em São Paulo na abertura da Copa –quando, segundo Dilma, o público do estádio Itaquerão era formado pela “elite branca”.
XINGAMENTOS
Aos 18 min do segundo tempo, a presidente Dilma Rousseff ouviu o primeiro grito de xingamento contra ela na final da Copa entre Argentina e Alemanha, no Maracanã. Tímido e sem tomar conta do estádio, o coro repetiu a frase dita na abertura da Copa. “Ei, Dilma, vai tomar no c…”, gritou uma parcela dos torcedores no estádio.
O xingamento foi abafado rapidamente com uma vaia. A presidente sequer havia aparecido no telão. Ela está sentada na tribuna de honra entre a chanceler alemã Angela Merkel e o presidente da Fifa, Joseph Blatter.
Dilma não assistiu a festa de encerramento da Copa, que aconteceu às 14h20. Ao contrário da presidente brasileira, outros chefes de Estado, como a alemã Angela Merkel e o russo Vladimir Putin, viram o show.
A presidente entrou na tribuna de honra momentos antes da partida iniciar. No intervalo, deixou seu assento e entrou no local reservado aos chefes de Estado e à cúpula da Fifa.
Dilma não viu as primeiras jogadas do segundo tempo. Ela só voltou para sua cadeira aos 3min da etapa final, com um casaco preto.
Folhapress
Messi é eleito Bola de Ouro da Copa; Neuer é melhor goleiro
13/07/2014
A Fifa escolheu o argentino Lionel Messi como melhor jogador da Copa do Mundo de 2014. O camisa 10 da equipe sul-americana não conseguiu evitar a derrota por 1 a 0 para a Alemanha, na prorrogação, na final do Mundial de 2014, mas mesmo assim recebeu a honraria na tribuna do Maracanã, com olhar abatido, logo após a derrota dentro de campo em partida, em que esteve apagado – ao lado do argentino estava o goleiro alemão Manuel Neuer, eleito o melhor da posição na Copa. Thomas Müller foi eleito o segundo melhor jogador, enquanto Arjen Robben ficou com a terceira posição.
Autor de quatro gols, todos na primeira fase, Messi foi decisivo contra a Suíça, mas foi parado pelas marcações nos últimos três jogos do Mundial. Diante da Alemanha, teve uma chance clara no segundo tempo, mas desperdiçou o lance.
Chateado com o vice-campeonato, Messi não chorou ao final da partida, porém se manteve o tempo inteiro em silêncio e sem conversar com os companheiros. O craque recebeu o troféu das mãos do presidente da Fifa, Joseph Blatter, mas o ergueu de maneira discreta.
Eleito o melhor do mundo em quatro oportunidades, Messi agora terá de esperar mais quatro anos para tentar quebrar o jejum de títulos da Argentina em Mundial, que dura desde 1986. A conquista é a última que resta ao meio-campista, que já faturou todos os títulos possíveis e prêmios individuais pelo Barcelona, mas que segue sem conquistas como profissional pela seleção de seu país.
Por sua vez, o alemão Manuel Neuer foi eleito o melhor goleiro, superando o argentino Sergio Romero e Keylor Navas, da Costa Rica.
Na decisão do júri da Fifa de melhor jogador, estiveram presentes os outros nove atletas de linha abaixo:
Neymar (Brasil)
Javier Mascherano, Ángel Di María (Argentina)
James Rodríguez (Colômbia)
Arjen Robben (Holanda)
Matt Hummels, Toni Kross, Philip Lahm, Thomas Müller (Alemanha)
Terra
Houve correria e brigas na Fan Fest de Copacabana no momento do gol alemão
14/07/2014
O gol da Alemanha na prorrogação foi o estopim para a confusão. Com brasileiros e alemães em festa, alguns argentinos que assistiam ao jogo do lado de fora da Fan Fest de Copacabana, zona sul do Rio, perderam a esportividade e foram para briga.
O policiamento, com integrantes da Polícia Militar e da Guarda Municipal agiu rápido em separar os dois grupos que se confrontavam na esquina na avenida Atlântica com rua Prado Júnior.
Os policiais fizeram uso de gás de pimenta e uma pequena correria aconteceu. Garrafas foram jogadas de parte a parte, mas os vasilhames eram de plástico e, aparentemente, não feriram ninguém.
Depois do jogo, a maior parte dos argentinos deixou a orla de Copacabana. Os brasileiros, como que indo à forra por um mês de cantoria e provação de argentinos no Rio, cantavam a canção em homenagem aos mil gols de Pelé e gritavam que o Brasil é “pentacampeão”.
Argentinos tristes, alguns lembrando os 7 a 1 da Alemanha sobre a Seleção, se reuniram na saída da Fan Fest para cantar os mesmos cânticos que vêm entoando nos últimos 30 dias.
Foram abafados pelo sistema de som da Fan Fest, que não exibiu a Alemanha erguendo a taça e preferiu começar imediatamente um show musical.
Ainda não há informações sobre detidos ou feridos.
Messi é eleito Bola de Ouro da Copa; Neuer é melhor goleiro
13/07/2014

A Fifa escolheu o argentino Lionel Messi como melhor jogador da Copa do Mundo de 2014. O camisa 10 da equipe sul-americana não conseguiu evitar a derrota por 1 a 0 para a Alemanha, na prorrogação, na final do Mundial de 2014, mas mesmo assim recebeu a honraria na tribuna do Maracanã, com olhar abatido, logo após a derrota dentro de campo em partida, em que esteve apagado – ao lado do argentino estava o goleiro alemão Manuel Neuer, eleito o melhor da posição na Copa. Thomas Müller foi eleito o segundo melhor jogador, enquanto Arjen Robben ficou com a terceira posição.
Autor de quatro gols, todos na primeira fase, Messi foi decisivo contra a Suíça, mas foi parado pelas marcações nos últimos três jogos do Mundial. Diante da Alemanha, teve uma chance clara no segundo tempo, mas desperdiçou o lance.
Chateado com o vice-campeonato, Messi não chorou ao final da partida, porém se manteve o tempo inteiro em silêncio e sem conversar com os companheiros. O craque recebeu o troféu das mãos do presidente da Fifa, Joseph Blatter, mas o ergueu de maneira discreta.
Eleito o melhor do mundo em quatro oportunidades, Messi agora terá de esperar mais quatro anos para tentar quebrar o jejum de títulos da Argentina em Mundial, que dura desde 1986. A conquista é a última que resta ao meio-campista, que já faturou todos os títulos possíveis e prêmios individuais pelo Barcelona, mas que segue sem conquistas como profissional pela seleção de seu país.
Por sua vez, o alemão Manuel Neuer foi eleito o melhor goleiro, superando o argentino Sergio Romero e Keylor Navas, da Costa Rica.
Na decisão do júri da Fifa de melhor jogador, estiveram presentes os outros nove atletas de linha abaixo:
Neymar (Brasil)
Javier Mascherano, Ángel Di María (Argentina)
James Rodríguez (Colômbia)
Arjen Robben (Holanda)
Matt Hummels, Toni Kross, Philip Lahm, Thomas Müller (Alemanha)
Terra
NO SUFOCO: Alemanha é tetra no Maracanã ao furar retranca Argentina na prorrogação
13/07/2014

A Alemanha é tetracampeã. De vilã da semifinal para heroína dos brasileiros na decisão. O time de Joachim Löw bateu a Argentina no Maracanã por 1 a 0, na prorrogação, e levantou seu quarto título na história: e o tetra deixa muitos no Brasil felizes. Menos do que os milhões de alemães, é claro, mas o coração do torcedor brasileiro sempre lembrará da segunda Copa que o país sediou também pela alegria da seleção alemã – que chegou dançando com índios, passou o tempo com as brincadeiras de Podolski sobre o Brasil, e deixa o país com a taça do mundo. Quem disse que preparação boa é aquela em que o time fica fechado, sem contato com o mundo? Os encontros alemães com o povo brasileiro, tirando um pequeno detalhe formado por sete gols em uma semifinal de Copa, provam o contrário.
Götze se tornou o herói do país que conquistou o Brasil. A torcida e a Copa. O sonho completo. A campeã do mundo mostrou uma variação de jogo inacreditável para apenas sete jogos de Copa. Começou com a velocidade contra Portugal e uma goleada marcante. Mostrou que podia ser parada por Gana. Soube jogar no abafa contra os EUA. Contou com a sorte e com a grandiosidade de Neuer contra a Argélia. Foi metódica contra a França. Humilhou o Brasil. E foi sádica contra a Argentina. Quando foi apertada, achou um gol em uma retranca na prorrogação. Dramática. Mas com merecimento. É tetra.
Fases do jogo: Na semifinal, Bernard foi escalado no Brasil para jogar na ponta direita para jogar na velocidade contra a lentidão de Höwedes, que atua pela esquerda do setor defensivo alemão. A Argentina apostou nisso no começo da final no Maracanã. Com mais qualidade do que o Brasil, que acabaria goleado por 7 a 1. Zabaleta e os atacantes argentinos começaram o jogo aproveitando esses espaços, e esse era o escape argentino contra a pressão alemã. Apesar da maior posse do time europeu no início, foi exatamente por aquele espaço “vazio” que Lavezzi surgiu livre para cruzar para Higuaín, que marcou aos 29 minutos – o lance foi anulado corretamente por impedimento.
Na defesa, a Argentina formava uma linha de cinco defensores, com Mascherano recuado, para tentar evitar que o toque de bola alemão resultasse em passe profundo para alguém livre na área. Na única oportunidade que a formação abriu espaço, Romero fez bela defesa em chute de primeira de Schürrle. Além dessas chances, outras duas boas na primeira etapa: para a Alemanha, Höwedes acertou a trave após escanteio; do outro lado, Higuaín recebeu livre, após cabeçada para trás de Kroos, mas bateu torto cara a cara com Neuer – no 2°tempo da prorrogação, Palacio perdeu a outra grande chance argentina: livre na área, a matada no peito desenhou o gol do título. Porém, em vez de bater, o atacante produziu um misto de tentativa de chapéu com chute. A bola foi fraca para fora.
Na segunda etapa, Messi. Após duas boas arrancadas no primeiro tempo, na volta do intervalo o craque argentino logo de cara perdeu ótima chance, nas costas de Boateng, batendo cruzado rente à trave de Neuer. Ele sabia que teria que chamar a responsabilidade no ataque para dar o tão sonhado título mundial a seu país. Chegou a colocar a mão na coxa, ficar quieto por alguns minutos. Até puxar a bola com a perna esquerda e bater, para assustar Neuer, aos 28 minutos. Porém, nenhum outro lance de perigo foi criado. Pela terceira final seguida, 90 minutos não bastaram para definir o novo campeão mundial.
Na prorrogação, a Alemanha tentou repetir a tática imposta contra a Argélia: gol logo de cara, e de novo com Schürrle. Mas, dessa vez, Romero evitou. A solução, então, foi repetir o que a Argentina tentou antes: lançamento para a área para um atacante livre. Götze, que nem Palacio, matou no peito. Götze, diferentemente de Palacio, bateu forte, baixo. A bola passou por Romero. Lembrou o gol de Iniesta, no segundo tempo da prorrogação da final de 2010. Assim cono há quatro anos, um chute cruzado decidiu a Copa do Mundo no final do tempo extra. Götze entra para a história saindo do banco.
O melhor: Götze - O alemão fez fraca Copa. Chegou a ser titular na primeira fase, mas perdeu a vaga. Joachim Low testou Klose, testou Schürrle. Mas Götze sempre recebia uma chance, nem que fosse de alguns minutos, E foi na última dessas pequenas chances que o meia explicou por qual motivo continuou recebendo-as. Matou no peito, fuzilou Romero. Em um jogo sem grandes destaques individuais, o protagonista do lance decisivo é quem será lembrado. Götze é o nome.
O pior: Biglia - Messi, Lavezzi (no 1° tempo) e até Higuaín tinham que voltar ao meio de campo para fazer com que a bola chegasse ao ataque, já que o meio de campo da equipe foi nulo. Biglia foi um dos culpados. Com fraca marcação, também não soube como ajudar na parte ofensiva. Mascherano, que por diversas vezes na Copa cobriu esse buraco ofensivo argentino, ficou mais preso na marcação devido a escalação de três meias e dois atacantes na Alemanha, evidenciando ainda mais a falta de qualidade na partida de Biglia.
Chave do jogo: A Argentina não precisou marcar no campo de ataque para dar trabalho à Alemanha – lição já mostrada na Copa por Gana e Argélia, seleções que empataram com os alemães em 90 minutos (Argélia caiu na prorrogação). Recuar o time e apostar em contra-ataques rápidos foi a melhor tática para diminuir a qualidade do toque de bola do time europeu – no 1° tempo, a Alemanha produziu 22 ataques, contra só seis argentinos; mesmo assim, as chances perigosas foram duas para cada lado, mostrando a igualdade no jogo causada pela marcação da seleção sul-americana.
A individualidade, então, foi quem resolveu. Schürrle saiu de dois marcadores argentinos aos sete minutos da etapa final do tempo extra. Götze entrou pelo meio da área aproveitando esse espaço. Schürrle enxergou. Bola perfeita, gol do título mundial. Do tetracampeonato mundial alemão.
Toque dos técnicos: Alejandro Sabella escalou seu time da maneira que ele sabe jogar: fechando espaços para roubar a bola e apostar na velocidade do trio de ataque formado por Messi, Lavezzi e Higuaín. Isso foi ajudado por duas lesões: a de Khedira, no aquecimento, que forçou a escalação de Kramer; e a do próprio Kramer, que saiu ainda na primeira etapa após pancada na cabeça e foi trocado por Schürrle, mais ofensivo. Isso fez com que Joachim Löw tivesse que atuar com Kroos mais recuado – ou seja, menos um marcador para Messi e cia.
A solução encontrada por Löw para combater o técnico rival foi típica: seus reservas entraram para mudar o jogo. Schürrle e Götze, meias, ostraram que é possível jogar sem centroavante. Götze apareceu no meio e matou a final da Copa.
Para lembrar:
A Alemanha é o terceiro time a conquistar quatro títulos mundiais. Curiosamente, a 4ªtaça chega 24 anos depois da terceira (1990 – 2014), assim como ocorreu com Brasil (1970 – 1994) e Itália (1982 – 2006).
Kramer foi titular pela Alemanha na final do Mundial após atuar por apenas 12 minutos em toda a Copa. Ele entrou aos 4 min. do 2°t da prorrogação no duelo das oitavas contra a Argélia, e nos acréscimos do 2° tempo do jogo das quartas contra a França. Na decisão, acabou jogando pouco também: se contundiu após dividida pelo alto e, aos 31 minutos de jogo, foi substituído por Schürrle.
Além dessa concussão de Kramer, outra ocorreu na partida: Higuaín foi atingido na cabeça pelo joelho de Neuer, após lançamento longo – o árbitro italiano Rizzoli marcou falta de ataque. Mas a situação fez com que diversos comentários surgissem sobre afalta de atitude da Fifa após lances de pancada envolvendo a cabeça dos jogadores – há quem cobre tratamento melhor em campo e até substituição imediata, para evitar lesões mais graves em área tão perigosa do corpo.
A final teve duelo de torcidas, mas sem os alemães inclusos. Brasileiros e argentinos revezavam nos gritos mais altos. Do lado amarelo, o cântico “mil gols, só Pelé” era o mais ouvido; no argentino, o nervosismo deixava os rivais sul-americanos na vantagem, já que apenas em lances de perigo a torcida celeste e branca aumentava a voz.
Schweinsteiger recebeu um “soco” de Agüero no segundo tempo da prorrogação e teve que deixar o campo com sangramento no rosto - em poucos minutos, foram três pancadas recebidas pelo alemão, incluindo um carrinho “duplo” de Mascherano e Biglia. O lance ocorreu em dividida pelo alto. Agüero não recebeu cartão – nem falta foi marcada.
UOL
NO SUFOCO: Alemanha é tetra no Maracanã ao furar retranca Argentina na prorrogação
13/07/2014


A Alemanha é tetracampeã. De vilã da semifinal para heroína dos brasileiros na decisão. O time de Joachim Löw bateu a Argentina no Maracanã por 1 a 0, na prorrogação, e levantou seu quarto título na história: e o tetra deixa muitos no Brasil felizes. Menos do que os milhões de alemães, é claro, mas o coração do torcedor brasileiro sempre lembrará da segunda Copa que o país sediou também pela alegria da seleção alemã – que chegou dançando com índios, passou o tempo com as brincadeiras de Podolski sobre o Brasil, e deixa o país com a taça do mundo. Quem disse que preparação boa é aquela em que o time fica fechado, sem contato com o mundo? Os encontros alemães com o povo brasileiro, tirando um pequeno detalhe formado por sete gols em uma semifinal de Copa, provam o contrário.
Götze se tornou o herói do país que conquistou o Brasil. A torcida e a Copa. O sonho completo. A campeã do mundo mostrou uma variação de jogo inacreditável para apenas sete jogos de Copa. Começou com a velocidade contra Portugal e uma goleada marcante. Mostrou que podia ser parada por Gana. Soube jogar no abafa contra os EUA. Contou com a sorte e com a grandiosidade de Neuer contra a Argélia. Foi metódica contra a França. Humilhou o Brasil. E foi sádica contra a Argentina. Quando foi apertada, achou um gol em uma retranca na prorrogação. Dramática. Mas com merecimento. É tetra.
Fases do jogo: Na semifinal, Bernard foi escalado no Brasil para jogar na ponta direita para jogar na velocidade contra a lentidão de Höwedes, que atua pela esquerda do setor defensivo alemão. A Argentina apostou nisso no começo da final no Maracanã. Com mais qualidade do que o Brasil, que acabaria goleado por 7 a 1. Zabaleta e os atacantes argentinos começaram o jogo aproveitando esses espaços, e esse era o escape argentino contra a pressão alemã. Apesar da maior posse do time europeu no início, foi exatamente por aquele espaço “vazio” que Lavezzi surgiu livre para cruzar para Higuaín, que marcou aos 29 minutos – o lance foi anulado corretamente por impedimento.
Na defesa, a Argentina formava uma linha de cinco defensores, com Mascherano recuado, para tentar evitar que o toque de bola alemão resultasse em passe profundo para alguém livre na área. Na única oportunidade que a formação abriu espaço, Romero fez bela defesa em chute de primeira de Schürrle. Além dessas chances, outras duas boas na primeira etapa: para a Alemanha, Höwedes acertou a trave após escanteio; do outro lado, Higuaín recebeu livre, após cabeçada para trás de Kroos, mas bateu torto cara a cara com Neuer – no 2°tempo da prorrogação, Palacio perdeu a outra grande chance argentina: livre na área, a matada no peito desenhou o gol do título. Porém, em vez de bater, o atacante produziu um misto de tentativa de chapéu com chute. A bola foi fraca para fora.
Na segunda etapa, Messi. Após duas boas arrancadas no primeiro tempo, na volta do intervalo o craque argentino logo de cara perdeu ótima chance, nas costas de Boateng, batendo cruzado rente à trave de Neuer. Ele sabia que teria que chamar a responsabilidade no ataque para dar o tão sonhado título mundial a seu país. Chegou a colocar a mão na coxa, ficar quieto por alguns minutos. Até puxar a bola com a perna esquerda e bater, para assustar Neuer, aos 28 minutos. Porém, nenhum outro lance de perigo foi criado. Pela terceira final seguida, 90 minutos não bastaram para definir o novo campeão mundial.
Na prorrogação, a Alemanha tentou repetir a tática imposta contra a Argélia: gol logo de cara, e de novo com Schürrle. Mas, dessa vez, Romero evitou. A solução, então, foi repetir o que a Argentina tentou antes: lançamento para a área para um atacante livre. Götze, que nem Palacio, matou no peito. Götze, diferentemente de Palacio, bateu forte, baixo. A bola passou por Romero. Lembrou o gol de Iniesta, no segundo tempo da prorrogação da final de 2010. Assim cono há quatro anos, um chute cruzado decidiu a Copa do Mundo no final do tempo extra. Götze entra para a história saindo do banco.
O melhor: Götze - O alemão fez fraca Copa. Chegou a ser titular na primeira fase, mas perdeu a vaga. Joachim Low testou Klose, testou Schürrle. Mas Götze sempre recebia uma chance, nem que fosse de alguns minutos, E foi na última dessas pequenas chances que o meia explicou por qual motivo continuou recebendo-as. Matou no peito, fuzilou Romero. Em um jogo sem grandes destaques individuais, o protagonista do lance decisivo é quem será lembrado. Götze é o nome.
O pior: Biglia - Messi, Lavezzi (no 1° tempo) e até Higuaín tinham que voltar ao meio de campo para fazer com que a bola chegasse ao ataque, já que o meio de campo da equipe foi nulo. Biglia foi um dos culpados. Com fraca marcação, também não soube como ajudar na parte ofensiva. Mascherano, que por diversas vezes na Copa cobriu esse buraco ofensivo argentino, ficou mais preso na marcação devido a escalação de três meias e dois atacantes na Alemanha, evidenciando ainda mais a falta de qualidade na partida de Biglia.
Chave do jogo: A Argentina não precisou marcar no campo de ataque para dar trabalho à Alemanha – lição já mostrada na Copa por Gana e Argélia, seleções que empataram com os alemães em 90 minutos (Argélia caiu na prorrogação). Recuar o time e apostar em contra-ataques rápidos foi a melhor tática para diminuir a qualidade do toque de bola do time europeu – no 1° tempo, a Alemanha produziu 22 ataques, contra só seis argentinos; mesmo assim, as chances perigosas foram duas para cada lado, mostrando a igualdade no jogo causada pela marcação da seleção sul-americana.
A individualidade, então, foi quem resolveu. Schürrle saiu de dois marcadores argentinos aos sete minutos da etapa final do tempo extra. Götze entrou pelo meio da área aproveitando esse espaço. Schürrle enxergou. Bola perfeita, gol do título mundial. Do tetracampeonato mundial alemão.
Toque dos técnicos: Alejandro Sabella escalou seu time da maneira que ele sabe jogar: fechando espaços para roubar a bola e apostar na velocidade do trio de ataque formado por Messi, Lavezzi e Higuaín. Isso foi ajudado por duas lesões: a de Khedira, no aquecimento, que forçou a escalação de Kramer; e a do próprio Kramer, que saiu ainda na primeira etapa após pancada na cabeça e foi trocado por Schürrle, mais ofensivo. Isso fez com que Joachim Löw tivesse que atuar com Kroos mais recuado – ou seja, menos um marcador para Messi e cia.
A solução encontrada por Löw para combater o técnico rival foi típica: seus reservas entraram para mudar o jogo. Schürrle e Götze, meias, ostraram que é possível jogar sem centroavante. Götze apareceu no meio e matou a final da Copa.
Para lembrar:
A Alemanha é o terceiro time a conquistar quatro títulos mundiais. Curiosamente, a 4ªtaça chega 24 anos depois da terceira (1990 – 2014), assim como ocorreu com Brasil (1970 – 1994) e Itália (1982 – 2006).
Kramer foi titular pela Alemanha na final do Mundial após atuar por apenas 12 minutos em toda a Copa. Ele entrou aos 4 min. do 2°t da prorrogação no duelo das oitavas contra a Argélia, e nos acréscimos do 2° tempo do jogo das quartas contra a França. Na decisão, acabou jogando pouco também: se contundiu após dividida pelo alto e, aos 31 minutos de jogo, foi substituído por Schürrle.
Além dessa concussão de Kramer, outra ocorreu na partida: Higuaín foi atingido na cabeça pelo joelho de Neuer, após lançamento longo – o árbitro italiano Rizzoli marcou falta de ataque. Mas a situação fez com que diversos comentários surgissem sobre afalta de atitude da Fifa após lances de pancada envolvendo a cabeça dos jogadores – há quem cobre tratamento melhor em campo e até substituição imediata, para evitar lesões mais graves em área tão perigosa do corpo.
A final teve duelo de torcidas, mas sem os alemães inclusos. Brasileiros e argentinos revezavam nos gritos mais altos. Do lado amarelo, o cântico “mil gols, só Pelé” era o mais ouvido; no argentino, o nervosismo deixava os rivais sul-americanos na vantagem, já que apenas em lances de perigo a torcida celeste e branca aumentava a voz.
Schweinsteiger recebeu um “soco” de Agüero no segundo tempo da prorrogação e teve que deixar o campo com sangramento no rosto - em poucos minutos, foram três pancadas recebidas pelo alemão, incluindo um carrinho “duplo” de Mascherano e Biglia. O lance ocorreu em dividida pelo alto. Agüero não recebeu cartão – nem falta foi marcada.
UOL
NO SUFOCO: Alemanha é tetra no Maracanã ao furar retranca Argentina na prorrogação
13/07/2014

A Alemanha é tetracampeã. De vilã da semifinal para heroína dos brasileiros na decisão. O time de Joachim Löw bateu a Argentina no Maracanã por 1 a 0, na prorrogação, e levantou seu quarto título na história: e o tetra deixa muitos no Brasil felizes. Menos do que os milhões de alemães, é claro, mas o coração do torcedor brasileiro sempre lembrará da segunda Copa que o país sediou também pela alegria da seleção alemã – que chegou dançando com índios, passou o tempo com as brincadeiras de Podolski sobre o Brasil, e deixa o país com a taça do mundo. Quem disse que preparação boa é aquela em que o time fica fechado, sem contato com o mundo? Os encontros alemães com o povo brasileiro, tirando um pequeno detalhe formado por sete gols em uma semifinal de Copa, provam o contrário.
Götze se tornou o herói do país que conquistou o Brasil. A torcida e a Copa. O sonho completo. A campeã do mundo mostrou uma variação de jogo inacreditável para apenas sete jogos de Copa. Começou com a velocidade contra Portugal e uma goleada marcante. Mostrou que podia ser parada por Gana. Soube jogar no abafa contra os EUA. Contou com a sorte e com a grandiosidade de Neuer contra a Argélia. Foi metódica contra a França. Humilhou o Brasil. E foi sádica contra a Argentina. Quando foi apertada, achou um gol em uma retranca na prorrogação. Dramática. Mas com merecimento. É tetra.
Fases do jogo: Na semifinal, Bernard foi escalado no Brasil para jogar na ponta direita para jogar na velocidade contra a lentidão de Höwedes, que atua pela esquerda do setor defensivo alemão. A Argentina apostou nisso no começo da final no Maracanã. Com mais qualidade do que o Brasil, que acabaria goleado por 7 a 1. Zabaleta e os atacantes argentinos começaram o jogo aproveitando esses espaços, e esse era o escape argentino contra a pressão alemã. Apesar da maior posse do time europeu no início, foi exatamente por aquele espaço “vazio” que Lavezzi surgiu livre para cruzar para Higuaín, que marcou aos 29 minutos – o lance foi anulado corretamente por impedimento.
Na defesa, a Argentina formava uma linha de cinco defensores, com Mascherano recuado, para tentar evitar que o toque de bola alemão resultasse em passe profundo para alguém livre na área. Na única oportunidade que a formação abriu espaço, Romero fez bela defesa em chute de primeira de Schürrle. Além dessas chances, outras duas boas na primeira etapa: para a Alemanha, Höwedes acertou a trave após escanteio; do outro lado, Higuaín recebeu livre, após cabeçada para trás de Kroos, mas bateu torto cara a cara com Neuer – no 2°tempo da prorrogação, Palacio perdeu a outra grande chance argentina: livre na área, a matada no peito desenhou o gol do título. Porém, em vez de bater, o atacante produziu um misto de tentativa de chapéu com chute. A bola foi fraca para fora.
Na segunda etapa, Messi. Após duas boas arrancadas no primeiro tempo, na volta do intervalo o craque argentino logo de cara perdeu ótima chance, nas costas de Boateng, batendo cruzado rente à trave de Neuer. Ele sabia que teria que chamar a responsabilidade no ataque para dar o tão sonhado título mundial a seu país. Chegou a colocar a mão na coxa, ficar quieto por alguns minutos. Até puxar a bola com a perna esquerda e bater, para assustar Neuer, aos 28 minutos. Porém, nenhum outro lance de perigo foi criado. Pela terceira final seguida, 90 minutos não bastaram para definir o novo campeão mundial.
Na prorrogação, a Alemanha tentou repetir a tática imposta contra a Argélia: gol logo de cara, e de novo com Schürrle. Mas, dessa vez, Romero evitou. A solução, então, foi repetir o que a Argentina tentou antes: lançamento para a área para um atacante livre. Götze, que nem Palacio, matou no peito. Götze, diferentemente de Palacio, bateu forte, baixo. A bola passou por Romero. Lembrou o gol de Iniesta, no segundo tempo da prorrogação da final de 2010. Assim cono há quatro anos, um chute cruzado decidiu a Copa do Mundo no final do tempo extra. Götze entra para a história saindo do banco.
O melhor: Götze - O alemão fez fraca Copa. Chegou a ser titular na primeira fase, mas perdeu a vaga. Joachim Low testou Klose, testou Schürrle. Mas Götze sempre recebia uma chance, nem que fosse de alguns minutos, E foi na última dessas pequenas chances que o meia explicou por qual motivo continuou recebendo-as. Matou no peito, fuzilou Romero. Em um jogo sem grandes destaques individuais, o protagonista do lance decisivo é quem será lembrado. Götze é o nome.
O pior: Biglia - Messi, Lavezzi (no 1° tempo) e até Higuaín tinham que voltar ao meio de campo para fazer com que a bola chegasse ao ataque, já que o meio de campo da equipe foi nulo. Biglia foi um dos culpados. Com fraca marcação, também não soube como ajudar na parte ofensiva. Mascherano, que por diversas vezes na Copa cobriu esse buraco ofensivo argentino, ficou mais preso na marcação devido a escalação de três meias e dois atacantes na Alemanha, evidenciando ainda mais a falta de qualidade na partida de Biglia.
Chave do jogo: A Argentina não precisou marcar no campo de ataque para dar trabalho à Alemanha – lição já mostrada na Copa por Gana e Argélia, seleções que empataram com os alemães em 90 minutos (Argélia caiu na prorrogação). Recuar o time e apostar em contra-ataques rápidos foi a melhor tática para diminuir a qualidade do toque de bola do time europeu – no 1° tempo, a Alemanha produziu 22 ataques, contra só seis argentinos; mesmo assim, as chances perigosas foram duas para cada lado, mostrando a igualdade no jogo causada pela marcação da seleção sul-americana.
A individualidade, então, foi quem resolveu. Schürrle saiu de dois marcadores argentinos aos sete minutos da etapa final do tempo extra. Götze entrou pelo meio da área aproveitando esse espaço. Schürrle enxergou. Bola perfeita, gol do título mundial. Do tetracampeonato mundial alemão.
Toque dos técnicos: Alejandro Sabella escalou seu time da maneira que ele sabe jogar: fechando espaços para roubar a bola e apostar na velocidade do trio de ataque formado por Messi, Lavezzi e Higuaín. Isso foi ajudado por duas lesões: a de Khedira, no aquecimento, que forçou a escalação de Kramer; e a do próprio Kramer, que saiu ainda na primeira etapa após pancada na cabeça e foi trocado por Schürrle, mais ofensivo. Isso fez com que Joachim Löw tivesse que atuar com Kroos mais recuado – ou seja, menos um marcador para Messi e cia.
A solução encontrada por Löw para combater o técnico rival foi típica: seus reservas entraram para mudar o jogo. Schürrle e Götze, meias, ostraram que é possível jogar sem centroavante. Götze apareceu no meio e matou a final da Copa.
Para lembrar:
A Alemanha é o terceiro time a conquistar quatro títulos mundiais. Curiosamente, a 4ªtaça chega 24 anos depois da terceira (1990 – 2014), assim como ocorreu com Brasil (1970 – 1994) e Itália (1982 – 2006).
Kramer foi titular pela Alemanha na final do Mundial após atuar por apenas 12 minutos em toda a Copa. Ele entrou aos 4 min. do 2°t da prorrogação no duelo das oitavas contra a Argélia, e nos acréscimos do 2° tempo do jogo das quartas contra a França. Na decisão, acabou jogando pouco também: se contundiu após dividida pelo alto e, aos 31 minutos de jogo, foi substituído por Schürrle.
Além dessa concussão de Kramer, outra ocorreu na partida: Higuaín foi atingido na cabeça pelo joelho de Neuer, após lançamento longo – o árbitro italiano Rizzoli marcou falta de ataque. Mas a situação fez com que diversos comentários surgissem sobre afalta de atitude da Fifa após lances de pancada envolvendo a cabeça dos jogadores – há quem cobre tratamento melhor em campo e até substituição imediata, para evitar lesões mais graves em área tão perigosa do corpo.
A final teve duelo de torcidas, mas sem os alemães inclusos. Brasileiros e argentinos revezavam nos gritos mais altos. Do lado amarelo, o cântico “mil gols, só Pelé” era o mais ouvido; no argentino, o nervosismo deixava os rivais sul-americanos na vantagem, já que apenas em lances de perigo a torcida celeste e branca aumentava a voz.
Schweinsteiger recebeu um “soco” de Agüero no segundo tempo da prorrogação e teve que deixar o campo com sangramento no rosto - em poucos minutos, foram três pancadas recebidas pelo alemão, incluindo um carrinho “duplo” de Mascherano e Biglia. O lance ocorreu em dividida pelo alto. Agüero não recebeu cartão – nem falta foi marcada.
UOL
George Soares prestigia festa de emancipação de Parazinho
13/07/2014

deputada federal Dra. Zenaide Maia, o deputado estadual George Soares (PR) se integrou nesse sábado (12) às comemorações pela passagem dos 52 anos de emancipação política, social e administrativa do município de Parazinho. Ambos foram recepcionados pelo prefeito da cidade, Marcos Antonio de Oliveira, “Marquinhos”, ao lado de quem prestigiaram a celebração eucarística em Ação de Graças pelo aniversário da cidade.
Em 08 de maio de 1962, através da Lei nº 2.753, Parazinho desmembrou-se de Baixa Verde (hoje João Câmara), e tornou-se município no dia 12 de julho do mesmo ano. “Quero me congratular com o prefeito Marquinhos e toda a população de Parazinho por mais uma celebração de sua data de emancipação e, ao mesmo tempo, reafirmar nosso compromisso com o município e seu povo”, declarou George Soares.
NO SUFOCO: Alemanha é tetra no Maracanã ao furar retranca Argentina na prorrogação
13/07/2014
A Alemanha é tetracampeã. De vilã da semifinal para heroína dos brasileiros na decisão. O time de Joachim Löw bateu a Argentina no Maracanã por 1 a 0, na prorrogação, e levantou seu quarto título na história: e o tetra deixa muitos no Brasil felizes. Menos do que os milhões de alemães, é claro, mas o coração do torcedor brasileiro sempre lembrará da segunda Copa que o país sediou também pela alegria da seleção alemã – que chegou dançando com índios, passou o tempo com as brincadeiras de Podolski sobre o Brasil, e deixa o país com a taça do mundo. Quem disse que preparação boa é aquela em que o time fica fechado, sem contato com o mundo? Os encontros alemães com o povo brasileiro, tirando um pequeno detalhe formado por sete gols em uma semifinal de Copa, provam o contrário.
Götze se tornou o herói do país que conquistou o Brasil. A torcida e a Copa. O sonho completo. A campeã do mundo mostrou uma variação de jogo inacreditável para apenas sete jogos de Copa. Começou com a velocidade contra Portugal e uma goleada marcante. Mostrou que podia ser parada por Gana. Soube jogar no abafa contra os EUA. Contou com a sorte e com a grandiosidade de Neuer contra a Argélia. Foi metódica contra a França. Humilhou o Brasil. E foi sádica contra a Argentina. Quando foi apertada, achou um gol em uma retranca na prorrogação. Dramática. Mas com merecimento. É tetra.
Fases do jogo: Na semifinal, Bernard foi escalado no Brasil para jogar na ponta direita para jogar na velocidade contra a lentidão de Höwedes, que atua pela esquerda do setor defensivo alemão. A Argentina apostou nisso no começo da final no Maracanã. Com mais qualidade do que o Brasil, que acabaria goleado por 7 a 1. Zabaleta e os atacantes argentinos começaram o jogo aproveitando esses espaços, e esse era o escape argentino contra a pressão alemã. Apesar da maior posse do time europeu no início, foi exatamente por aquele espaço “vazio” que Lavezzi surgiu livre para cruzar para Higuaín, que marcou aos 29 minutos – o lance foi anulado corretamente por impedimento.
Na defesa, a Argentina formava uma linha de cinco defensores, com Mascherano recuado, para tentar evitar que o toque de bola alemão resultasse em passe profundo para alguém livre na área. Na única oportunidade que a formação abriu espaço, Romero fez bela defesa em chute de primeira de Schürrle. Além dessas chances, outras duas boas na primeira etapa: para a Alemanha, Höwedes acertou a trave após escanteio; do outro lado, Higuaín recebeu livre, após cabeçada para trás de Kroos, mas bateu torto cara a cara com Neuer – no 2°tempo da prorrogação, Palacio perdeu a outra grande chance argentina: livre na área, a matada no peito desenhou o gol do título. Porém, em vez de bater, o atacante produziu um misto de tentativa de chapéu com chute. A bola foi fraca para fora.
Na segunda etapa, Messi. Após duas boas arrancadas no primeiro tempo, na volta do intervalo o craque argentino logo de cara perdeu ótima chance, nas costas de Boateng, batendo cruzado rente à trave de Neuer. Ele sabia que teria que chamar a responsabilidade no ataque para dar o tão sonhado título mundial a seu país. Chegou a colocar a mão na coxa, ficar quieto por alguns minutos. Até puxar a bola com a perna esquerda e bater, para assustar Neuer, aos 28 minutos. Porém, nenhum outro lance de perigo foi criado. Pela terceira final seguida, 90 minutos não bastaram para definir o novo campeão mundial.
Na prorrogação, a Alemanha tentou repetir a tática imposta contra a Argélia: gol logo de cara, e de novo com Schürrle. Mas, dessa vez, Romero evitou. A solução, então, foi repetir o que a Argentina tentou antes: lançamento para a área para um atacante livre. Götze, que nem Palacio, matou no peito. Götze, diferentemente de Palacio, bateu forte, baixo. A bola passou por Romero. Lembrou o gol de Iniesta, no segundo tempo da prorrogação da final de 2010. Assim cono há quatro anos, um chute cruzado decidiu a Copa do Mundo no final do tempo extra. Götze entra para a história saindo do banco.
O melhor: Götze - O alemão fez fraca Copa. Chegou a ser titular na primeira fase, mas perdeu a vaga. Joachim Low testou Klose, testou Schürrle. Mas Götze sempre recebia uma chance, nem que fosse de alguns minutos, E foi na última dessas pequenas chances que o meia explicou por qual motivo continuou recebendo-as. Matou no peito, fuzilou Romero. Em um jogo sem grandes destaques individuais, o protagonista do lance decisivo é quem será lembrado. Götze é o nome.
O pior: Biglia - Messi, Lavezzi (no 1° tempo) e até Higuaín tinham que voltar ao meio de campo para fazer com que a bola chegasse ao ataque, já que o meio de campo da equipe foi nulo. Biglia foi um dos culpados. Com fraca marcação, também não soube como ajudar na parte ofensiva. Mascherano, que por diversas vezes na Copa cobriu esse buraco ofensivo argentino, ficou mais preso na marcação devido a escalação de três meias e dois atacantes na Alemanha, evidenciando ainda mais a falta de qualidade na partida de Biglia.
Chave do jogo: A Argentina não precisou marcar no campo de ataque para dar trabalho à Alemanha – lição já mostrada na Copa por Gana e Argélia, seleções que empataram com os alemães em 90 minutos (Argélia caiu na prorrogação). Recuar o time e apostar em contra-ataques rápidos foi a melhor tática para diminuir a qualidade do toque de bola do time europeu – no 1° tempo, a Alemanha produziu 22 ataques, contra só seis argentinos; mesmo assim, as chances perigosas foram duas para cada lado, mostrando a igualdade no jogo causada pela marcação da seleção sul-americana.
A individualidade, então, foi quem resolveu. Schürrle saiu de dois marcadores argentinos aos sete minutos da etapa final do tempo extra. Götze entrou pelo meio da área aproveitando esse espaço. Schürrle enxergou. Bola perfeita, gol do título mundial. Do tetracampeonato mundial alemão.
Toque dos técnicos: Alejandro Sabella escalou seu time da maneira que ele sabe jogar: fechando espaços para roubar a bola e apostar na velocidade do trio de ataque formado por Messi, Lavezzi e Higuaín. Isso foi ajudado por duas lesões: a de Khedira, no aquecimento, que forçou a escalação de Kramer; e a do próprio Kramer, que saiu ainda na primeira etapa após pancada na cabeça e foi trocado por Schürrle, mais ofensivo. Isso fez com que Joachim Löw tivesse que atuar com Kroos mais recuado – ou seja, menos um marcador para Messi e cia.
A solução encontrada por Löw para combater o técnico rival foi típica: seus reservas entraram para mudar o jogo. Schürrle e Götze, meias, ostraram que é possível jogar sem centroavante. Götze apareceu no meio e matou a final da Copa.
Para lembrar:
A Alemanha é o terceiro time a conquistar quatro títulos mundiais. Curiosamente, a 4ªtaça chega 24 anos depois da terceira (1990 – 2014), assim como ocorreu com Brasil (1970 – 1994) e Itália (1982 – 2006).
Kramer foi titular pela Alemanha na final do Mundial após atuar por apenas 12 minutos em toda a Copa. Ele entrou aos 4 min. do 2°t da prorrogação no duelo das oitavas contra a Argélia, e nos acréscimos do 2° tempo do jogo das quartas contra a França. Na decisão, acabou jogando pouco também: se contundiu após dividida pelo alto e, aos 31 minutos de jogo, foi substituído por Schürrle.
Além dessa concussão de Kramer, outra ocorreu na partida: Higuaín foi atingido na cabeça pelo joelho de Neuer, após lançamento longo – o árbitro italiano Rizzoli marcou falta de ataque. Mas a situação fez com que diversos comentários surgissem sobre afalta de atitude da Fifa após lances de pancada envolvendo a cabeça dos jogadores – há quem cobre tratamento melhor em campo e até substituição imediata, para evitar lesões mais graves em área tão perigosa do corpo.
A final teve duelo de torcidas, mas sem os alemães inclusos. Brasileiros e argentinos revezavam nos gritos mais altos. Do lado amarelo, o cântico “mil gols, só Pelé” era o mais ouvido; no argentino, o nervosismo deixava os rivais sul-americanos na vantagem, já que apenas em lances de perigo a torcida celeste e branca aumentava a voz.
Schweinsteiger recebeu um “soco” de Agüero no segundo tempo da prorrogação e teve que deixar o campo com sangramento no rosto - em poucos minutos, foram três pancadas recebidas pelo alemão, incluindo um carrinho “duplo” de Mascherano e Biglia. O lance ocorreu em dividida pelo alto. Agüero não recebeu cartão – nem falta foi marcada.
UOL
NO SUFOCO: Alemanha é tetra no Maracanã ao furar retranca Argentina na prorrogação
13/07/2014

A Alemanha é tetracampeã. De vilã da semifinal para heroína dos brasileiros na decisão. O time de Joachim Löw bateu a Argentina no Maracanã por 1 a 0, na prorrogação, e levantou seu quarto título na história: e o tetra deixa muitos no Brasil felizes. Menos do que os milhões de alemães, é claro, mas o coração do torcedor brasileiro sempre lembrará da segunda Copa que o país sediou também pela alegria da seleção alemã – que chegou dançando com índios, passou o tempo com as brincadeiras de Podolski sobre o Brasil, e deixa o país com a taça do mundo. Quem disse que preparação boa é aquela em que o time fica fechado, sem contato com o mundo? Os encontros alemães com o povo brasileiro, tirando um pequeno detalhe formado por sete gols em uma semifinal de Copa, provam o contrário.
Götze se tornou o herói do país que conquistou o Brasil. A torcida e a Copa. O sonho completo. A campeã do mundo mostrou uma variação de jogo inacreditável para apenas sete jogos de Copa. Começou com a velocidade contra Portugal e uma goleada marcante. Mostrou que podia ser parada por Gana. Soube jogar no abafa contra os EUA. Contou com a sorte e com a grandiosidade de Neuer contra a Argélia. Foi metódica contra a França. Humilhou o Brasil. E foi sádica contra a Argentina. Quando foi apertada, achou um gol em uma retranca na prorrogação. Dramática. Mas com merecimento. É tetra.
Fases do jogo: Na semifinal, Bernard foi escalado no Brasil para jogar na ponta direita para jogar na velocidade contra a lentidão de Höwedes, que atua pela esquerda do setor defensivo alemão. A Argentina apostou nisso no começo da final no Maracanã. Com mais qualidade do que o Brasil, que acabaria goleado por 7 a 1. Zabaleta e os atacantes argentinos começaram o jogo aproveitando esses espaços, e esse era o escape argentino contra a pressão alemã. Apesar da maior posse do time europeu no início, foi exatamente por aquele espaço “vazio” que Lavezzi surgiu livre para cruzar para Higuaín, que marcou aos 29 minutos – o lance foi anulado corretamente por impedimento.
Na defesa, a Argentina formava uma linha de cinco defensores, com Mascherano recuado, para tentar evitar que o toque de bola alemão resultasse em passe profundo para alguém livre na área. Na única oportunidade que a formação abriu espaço, Romero fez bela defesa em chute de primeira de Schürrle. Além dessas chances, outras duas boas na primeira etapa: para a Alemanha, Höwedes acertou a trave após escanteio; do outro lado, Higuaín recebeu livre, após cabeçada para trás de Kroos, mas bateu torto cara a cara com Neuer – no 2°tempo da prorrogação, Palacio perdeu a outra grande chance argentina: livre na área, a matada no peito desenhou o gol do título. Porém, em vez de bater, o atacante produziu um misto de tentativa de chapéu com chute. A bola foi fraca para fora.
Na segunda etapa, Messi. Após duas boas arrancadas no primeiro tempo, na volta do intervalo o craque argentino logo de cara perdeu ótima chance, nas costas de Boateng, batendo cruzado rente à trave de Neuer. Ele sabia que teria que chamar a responsabilidade no ataque para dar o tão sonhado título mundial a seu país. Chegou a colocar a mão na coxa, ficar quieto por alguns minutos. Até puxar a bola com a perna esquerda e bater, para assustar Neuer, aos 28 minutos. Porém, nenhum outro lance de perigo foi criado. Pela terceira final seguida, 90 minutos não bastaram para definir o novo campeão mundial.
Na prorrogação, a Alemanha tentou repetir a tática imposta contra a Argélia: gol logo de cara, e de novo com Schürrle. Mas, dessa vez, Romero evitou. A solução, então, foi repetir o que a Argentina tentou antes: lançamento para a área para um atacante livre. Götze, que nem Palacio, matou no peito. Götze, diferentemente de Palacio, bateu forte, baixo. A bola passou por Romero. Lembrou o gol de Iniesta, no segundo tempo da prorrogação da final de 2010. Assim cono há quatro anos, um chute cruzado decidiu a Copa do Mundo no final do tempo extra. Götze entra para a história saindo do banco.
O melhor: Götze - O alemão fez fraca Copa. Chegou a ser titular na primeira fase, mas perdeu a vaga. Joachim Low testou Klose, testou Schürrle. Mas Götze sempre recebia uma chance, nem que fosse de alguns minutos, E foi na última dessas pequenas chances que o meia explicou por qual motivo continuou recebendo-as. Matou no peito, fuzilou Romero. Em um jogo sem grandes destaques individuais, o protagonista do lance decisivo é quem será lembrado. Götze é o nome.
O pior: Biglia - Messi, Lavezzi (no 1° tempo) e até Higuaín tinham que voltar ao meio de campo para fazer com que a bola chegasse ao ataque, já que o meio de campo da equipe foi nulo. Biglia foi um dos culpados. Com fraca marcação, também não soube como ajudar na parte ofensiva. Mascherano, que por diversas vezes na Copa cobriu esse buraco ofensivo argentino, ficou mais preso na marcação devido a escalação de três meias e dois atacantes na Alemanha, evidenciando ainda mais a falta de qualidade na partida de Biglia.
Chave do jogo: A Argentina não precisou marcar no campo de ataque para dar trabalho à Alemanha – lição já mostrada na Copa por Gana e Argélia, seleções que empataram com os alemães em 90 minutos (Argélia caiu na prorrogação). Recuar o time e apostar em contra-ataques rápidos foi a melhor tática para diminuir a qualidade do toque de bola do time europeu – no 1° tempo, a Alemanha produziu 22 ataques, contra só seis argentinos; mesmo assim, as chances perigosas foram duas para cada lado, mostrando a igualdade no jogo causada pela marcação da seleção sul-americana.
A individualidade, então, foi quem resolveu. Schürrle saiu de dois marcadores argentinos aos sete minutos da etapa final do tempo extra. Götze entrou pelo meio da área aproveitando esse espaço. Schürrle enxergou. Bola perfeita, gol do título mundial. Do tetracampeonato mundial alemão.
Toque dos técnicos: Alejandro Sabella escalou seu time da maneira que ele sabe jogar: fechando espaços para roubar a bola e apostar na velocidade do trio de ataque formado por Messi, Lavezzi e Higuaín. Isso foi ajudado por duas lesões: a de Khedira, no aquecimento, que forçou a escalação de Kramer; e a do próprio Kramer, que saiu ainda na primeira etapa após pancada na cabeça e foi trocado por Schürrle, mais ofensivo. Isso fez com que Joachim Löw tivesse que atuar com Kroos mais recuado – ou seja, menos um marcador para Messi e cia.
A solução encontrada por Löw para combater o técnico rival foi típica: seus reservas entraram para mudar o jogo. Schürrle e Götze, meias, ostraram que é possível jogar sem centroavante. Götze apareceu no meio e matou a final da Copa.
Para lembrar:
A Alemanha é o terceiro time a conquistar quatro títulos mundiais. Curiosamente, a 4ªtaça chega 24 anos depois da terceira (1990 – 2014), assim como ocorreu com Brasil (1970 – 1994) e Itália (1982 – 2006).
Kramer foi titular pela Alemanha na final do Mundial após atuar por apenas 12 minutos em toda a Copa. Ele entrou aos 4 min. do 2°t da prorrogação no duelo das oitavas contra a Argélia, e nos acréscimos do 2° tempo do jogo das quartas contra a França. Na decisão, acabou jogando pouco também: se contundiu após dividida pelo alto e, aos 31 minutos de jogo, foi substituído por Schürrle.
Além dessa concussão de Kramer, outra ocorreu na partida: Higuaín foi atingido na cabeça pelo joelho de Neuer, após lançamento longo – o árbitro italiano Rizzoli marcou falta de ataque. Mas a situação fez com que diversos comentários surgissem sobre afalta de atitude da Fifa após lances de pancada envolvendo a cabeça dos jogadores – há quem cobre tratamento melhor em campo e até substituição imediata, para evitar lesões mais graves em área tão perigosa do corpo.
A final teve duelo de torcidas, mas sem os alemães inclusos. Brasileiros e argentinos revezavam nos gritos mais altos. Do lado amarelo, o cântico “mil gols, só Pelé” era o mais ouvido; no argentino, o nervosismo deixava os rivais sul-americanos na vantagem, já que apenas em lances de perigo a torcida celeste e branca aumentava a voz.
Schweinsteiger recebeu um “soco” de Agüero no segundo tempo da prorrogação e teve que deixar o campo com sangramento no rosto - em poucos minutos, foram três pancadas recebidas pelo alemão, incluindo um carrinho “duplo” de Mascherano e Biglia. O lance ocorreu em dividida pelo alto. Agüero não recebeu cartão – nem falta foi marcada.
UOL
George Soares prestigia festa de emancipação de Parazinho
13/07/2014

deputada federal Dra. Zenaide Maia, o deputado estadual George Soares (PR) se integrou nesse sábado (12) às comemorações pela passagem dos 52 anos de emancipação política, social e administrativa do município de Parazinho. Ambos foram recepcionados pelo prefeito da cidade, Marcos Antonio de Oliveira, “Marquinhos”, ao lado de quem prestigiaram a celebração eucarística em Ação de Graças pelo aniversário da cidade.
Em 08 de maio de 1962, através da Lei nº 2.753, Parazinho desmembrou-se de Baixa Verde (hoje João Câmara), e tornou-se município no dia 12 de julho do mesmo ano. “Quero me congratular com o prefeito Marquinhos e toda a população de Parazinho por mais uma celebração de sua data de emancipação e, ao mesmo tempo, reafirmar nosso compromisso com o município e seu povo”, declarou George Soares.
Dez prefeitos reforçam apoio a Henrique e Wilma durante reunião no Seridó
13/07/2014
Dez prefeitos e diversas lideranças que apoiam as candidaturas de Henrique Alves (PMDB) ao governo do estado e Wilma de Faria (PSB) ao Senado estiveram presentes, na noite deste sábado (12), no município de Lagoa Nova, ao encontro que reuniu lideranças e amigos do deputado estadual Nelter Queiroz, candidato à reeleição.
“Essa reunião é uma das mais importantes do início de nossa campanha. Estão aqui lideranças fortes, comprometidas com um futuro melhor para o Rio Grande do Norte, que vão levar aos seus municípios nosso projeto de recuperar o estado”, afirmou Henrique Alves.
Wilma de Faria ressaltou que a aliança dos partidos que compõem a coligação União pela Mudança é importante para que o estado tenha força política para se recuperar. “Qualquer um sabe que Henrique é hoje quem tem mais força e capacidade para conseguir o que o estado precisa. Ele tem ao seu lado partidos que vão contribuir muito para o nosso projeto”, declarou.
Nelter Queiroz também defendeu a união em prol do Rio Grande do Norte. “Henrique Alves está sepultando o radicalismo no estado. Vai ser o maior governador do Rio Grande do Norte”, disse. O prefeito local, João Maria Assunção, que ainda não anunciou seu voto, mas está no grupo de Nelter Queiroz, afirmou que Lagoa Nova está de braços abertos para os candidatos presentes na reunião.
Dos prefeitos que apóiam Henrique e Wilma, participaram George Queiroz (Jucurutu), Jackson Dantas (São José do Seridó), Nena (Cruzeta), Paulo de Brito (Ipueira), Adriano (Santana do Seridó), Genilson Maia (São Fernando), Gildenor (Triunfo Potiguar), Tinhá (Bodó), Joci Lins (São Vicente) e Noilde Sabino (Equador).





















