OPORTUNIDADE ÚNICA: Vende-se uma Casa e um “Restaurante completo com clientela formada em João Câmara.
18/04/2016
Vende-se uma casa medindo 20 x 07 metros, 02 quartos, com uma suíte, garagem, área de serviço, alpendre dos dois lados, jardim de inverno.
O restaurante medindo 18 x 18 metros, com instalações completa de “Self Servisse” com clientela formada, em João Câmara. Próximo ao IFRN.
O terreno totaliza 2 Mil metros quadrados, com "Escritura Pública".
Os interessados ligar para o seguinte telefone: (84) 99221. 5199 (Claro)
(Foto: Marco Montoril)
DER suspende utilização de documentos estudantis de diversas instituições no transporten intermunicipal de passageiros
18/04/2016
O Departamento de Estradas e Rodagens (DER) do RN publicou no Diário Oficial do Estado despacho no qual suspende a utilização de diversas instituições que emitem documento estudantil para utilização do transporte intermunicipal de passageiros. .
O despacho afirma que foram constatadas irregularidades na emissão destes documentos e que não são para ser aceitos no transporte intermunicipal de passageiros, documentos emitidos por estas entidades. A lista completa de entidades suspensas é a seguinte:
UNE – União Nacional dos Estudantes
UBES – União Brasileira dos Estudantes Secundaristas
ANPG – Associação Nacional de Pós-Graduação
UEP – União dos Estudantes Potiguar
ANE – Associação Norte Riograndense de Estudantes
URNE – União Norte Riograndense dos Estudantes
UPES – União Potiguar dos Estudantes
Na próxima semana, o DER deve publicar no Diário Oficial do Estado a lista com as entidades regulares para retirada do documento estudantil.
Fonte: Diário Oficial do Estado
Morre o dono da Pousada Toca da Coruja
18/04/2016
Morreu neste domingo no estado de Goiás, Luiz Henrique Ribeiro.
Luiz era proprietário de umas das pousadas mais antigas e charmosas de Pipa, a famosa Toca da Coruja.
Segundo informações de Cristina Lira, jornalista especializada em cobrir turismo, a causa da morte foi afogamento.

VOTAÇÃO IMPEACHAMENT: Confiram os resultados por Estado e por Partido
18/04/2016
O BG publica o resultado final do impeachment por estado e por partido.
ESTADO:
Dilma só ganhou no Amapá, no Ceará e na Bahia. No Piauí e no Acre, o placar ficou empatado.
No RN o placar foi 7X1 pró-impeachment.
Roraima: 7 a 1
Rio Grande do Sul: 22 a 8 (1 abstenção)
Santa Catarina: 14 a 2
Amapá: 3 a 4 (1 abstenção)
Pará: 10 a 6 (1 abstenção)
Paraná: 26 a 4
Mato Grosso do Sul: 5 a 3
Amazonas: 8 a 0
Rondônia: 8 a 0
Goiás: 16 a 1
Distrito Federal: 7 a 1
Acre: 4 a 4
Tocantins: 6 a 2
Mato Grosso: 6 a 2
São Paulo: 57 a 13
Maranhão: 10 a 8
Ceará: 9 a 11 (1 abstenção e 1 ausência)
Rio de Janeiro: 34 a 11 (1 abstenção)
Espírito Santo: 8 a 2
Piauí: 5 a 5
Rio Grande do Norte: 7 a 1
Minas Gerais: 41 a 12
Bahia: 15 a 22 (2 abstenções)
Paraíba: 9 a 3
Pernambuco: 18 a 6 (1 abstenção)
Sergipe: 6 a 2
Alagoas: 6 a 3
PARTIDO:
PT, PCdoB e PSOL fecharam 100% com Dilma.
Metade dos votos do PDT foi para o impeachment. O PSDB, O DEM, PRB, PPS, e PSL fecharam 100% com Temer.
Rede e PEN se dividiram.
PP: 38 a 4 (3 abstenções)
PDT: 6 a 12 (1 abstenção)
PSB: 29 a 3
Rede: 2 a 2
PMDB: 59 a 7 (1 ausência)
PSDB: 52 a 0
PSD: 29 a 8
PR: 26 a 10 (3 abstenções e 1 ausência)
DEM: 28 a 0
PRB: 22 a 0
PROS: 4 a 2
PSL: 2 a 0
PT: 0 a 60
PCdoB: 0 a 10
PPS: 8 a 0
PTN: 8 a 4
PSC: 10 a 0
SD: 14 a 0
PSOL: 0 a 6
PHS: 6 a 1
PV: 6 a 0
PEN: 1 a 1
PMB: 1 a 0
PTdoB: 2 a 1
BG
Filho do secretário de segurança da ParaÃba é preso com drogas em Natal
18/04/2016

A Polícia do Rio Grande do Norte prendeu na manhã deste domingo (17) o um homem identificado como Cláudio Felipe Lima, filho do secretário de Segurança da Paraíba, Cláudio Lima, portando 20 comprimidos de Ecstasy.e 10 de LSD.
Segundo a PCRN, Cláudio Felipe Lima estava no hotel Imirá participando de uma festa rave, a Bug & Underground, e foi autuado em flagrante delito. Ele foi conduzido à delegacia do Plantão Sul, enquadrado no artigo 38 da nova lei anti drogas, mas já esta liberado, pois apesar da quantidade a autoridade policial entendeu que era para consumo.
Passagens
De acordo com o blog do Dércio, não é a primeira vez que o filho do secretário Cláudio Lima é preso por porte de drogas e não é a primeira vez que o pai sai de casa as pressas, como saiu hoje, para livrar a cara do rapaz.
190RN.com
Impeachment de Dilma é maior derrota de Lula
18/04/2016

Por Josias de Souza
Ninguém declarou ainda, talvez por pena, mas o principal derrotado com o avanço do impeachment é Lula. Se o Senado ratificar a decisão da Câmara, mandando a presidente para casa mais cedo, Dilma fará as malas, avisará aos netos que está voltando para Porto Alegre e emitirá um aviso aos repórteres: “Vocês não terão mais Dilma Rousseff para chutar.” Lula não pode se dar ao luxo de sair de cena. Terá de se reinventar sem descer do palco. E com a Lava Jato a lhe roçar os calcanhares de vidro.
Depois de passar à história como primeiro presidente a fazer a sucessora duas vezes, Lula reescreve o verbete da enciclopédia como o único mandatário que é desfeito pela própria criatura. Dilma ajudou bastante, mas é Lula o principal responsável pelo desastre. Primeiro porque o petrolão, espécie de mensalão hipertrofiado, foi urdido na gestão dele. Segundo porque o fiasco econômico que estilhaça a presidência de Dilma é decorrência natural do mito da supergerente, um conto do vigário de Lula em que a maioria dos brasileiros caiu.
A reivenção de Lula será um triste espetáculo. Já estava habituado a derrotas. Perdeu três eleições presidenciais. E sempre levantou, sacudiu o pó e seguiu adiante. Mas dessa vez é diferente. Lula caiu do alto de sua empáfia. Por enquanto, comporta-se como o sujeito que, tendo despencado de um edifício de dez andares, ao passar pelo quarto piso, exclama: “Até aqui tudo bem.”
Quando notar que o chão se aproxima com a velocidade de um raio, Lula iniciará a fase da negação. Repetirá em público o que diz em privado desde o início do segundo reinado de madame: 1) “Dilma não ouve o que eu digo”; 2) “Quando ouve não faz.” As frases são injustas e inúteis. São injustas porque Dilma nunca escondeu a devoção que dedica ao criador. São inúteis porque, depois que Dilma terceirizou sua gestão ao criador, qualquer criança de cinco anos sabe que Lula enxerga no espelho a imagem de um culpado.
Ele chegou a esta condição por seus próprios deméritos. Por dois mandatos, abasteceu sua base congressual de propinas. O mensalão secou antes que a cúpula do PT fosse para a cadeia. Mas havia um insuspeitado petrolão. Deflagrada sob Dilma, a Lava Jato emparedou os corruptos. E mandou para cadeia os corruptores. A jazida mixou. Deu-se, então, o previsível: a interrupção do fornecimento regular de propinas converteu aliados em traidores.
Há na Câmara 102 deputados filiados a partidos de oposição. O impedimento de madame foi aprovado por uma massa de impressionantes 367 votos. Nessa conta há 265 silvérios. Quer dizer: os governos financiaram o que agora chamam de “golpe”. Dilma foi picada pelas serpentes “golpistas” que os esquemas da era Lula engordaram. A mais venenosa chama-se Eduardo Cunha.
Com 367 votos a favor e 146 contra, impeachment é aprovado na Câmara e segue para o Senado
18/04/2016
A Câmara dos Deputados aprovou neste domingo o pedido de abertura de processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, tornando seu afastamento da Presidência praticamente irreversível. Foram no total 367 votos a favor e 146 contra o impedimento, somando a este último grupo as abstenções.
A presidente é acusada pelas chamadas pedaladas fiscais e por ter editado decretos orçamentários sem autorização do Congresso. Dilma nega crime de responsabilidade e tem afirmado que o pedido de impeachment é uma tentativa de golpe.
Agora o pedido de abertura de processo de impedimento irá ao Senado, que poderá rejeitar e arquivar o caso ou autorizar a instalação do processo, cenário que implicaria no afastamento de Dilma do cargo por até 180 dias, período em que o vice-presidente Michel Temer (PMDB) assumiria a Presidência da República interinamente.
A avaliação geral é que, uma vez aprovado pela Câmara, é muito difícil que o governo consiga segurar o impeachment no Senado.
A Advocacia-Geral da União (AGU) poderá recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar barrar o impeachment a qualquer momento do trâmite do caso.
Se o processo chegar a ser julgado pelo Senado e Dilma for condenada, ela será a primeira presidente no Brasil a perder o cargo desde o impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello, em 1992.
O processo de impeachment ocorre em meio à grave crise econômica e política, aumento do desemprego, inflação elevada e desequilíbrio das contas públicas.
Durante o dia, uma série de manifestações contra e a favor do governo Dilma ocorreram no país. Em Brasília, um muro de mais de 1 quilômetro de extensão no meio da Esplanada dos Ministérios para evitar confronto entre os manifestantes era um retrato da divisão do Brasil também nas ruas, não apenas no Congresso.
Reeleita em outubro de 2014 pela margem mais estreita desde a redemocratização do país, Dilma não vem tendo vida fácil desde o início do atual mandato.
Com baixíssima popularidade, fraco apoio do Congresso e tendo a operação Lava Jato, que investiga um esquema bilionário de corrupção, como um fator imponderável permanente, o governo está virtualmente paralisado, sem conseguir encaminhar qualquer agenda positiva no Congresso para tirar o país da recessão.
Na votação na Câmara, o Planalto perdeu votos que tinha como certos contra o impedimento de Dilma, inclusive do PDT, legenda que fechou questão para ficar do lado do governo.
Entre os votos comemorados pela oposição estão os dos deputados Nelson Meurer (PP-PR), considerado muito próximo ao governo, e do ex-ministro dos Transportes dos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma, Alfredo Nascimento (PR).
As deputadas peemedebistas Magda Moffato (GO) e Jéssica Sales (AC) entravam na conta do governo como indecisas e votaram a favor do impeachment, em exemplos do efeito manada que o Planalto temia na votação.
Ao longo da semana passada, partidos com número expressivo de deputados manifestaram apoio ao impeachment, entre eles PP e PSD. Mesmo dentro do Palácio do Planalto os ânimos foram esfriando à medida que a votação no plenário se aproximava.
Em um sinal de que antevia uma derrota na Câmara, o governo recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) na última quinta-feira para tentar impedir a votação deste domingo, mas não teve sucesso.
Terra
Com 367 votos a favor e 146 contra, impeachment é aprovado na Câmara e segue para o Senado
18/04/2016

A Câmara dos Deputados aprovou neste domingo o pedido de abertura de processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, tornando seu afastamento da Presidência praticamente irreversível. Foram no total 367 votos a favor e 146 contra o impedimento, somando a este último grupo as abstenções.
A presidente é acusada pelas chamadas pedaladas fiscais e por ter editado decretos orçamentários sem autorização do Congresso. Dilma nega crime de responsabilidade e tem afirmado que o pedido de impeachment é uma tentativa de golpe.
Agora o pedido de abertura de processo de impedimento irá ao Senado, que poderá rejeitar e arquivar o caso ou autorizar a instalação do processo, cenário que implicaria no afastamento de Dilma do cargo por até 180 dias, período em que o vice-presidente Michel Temer (PMDB) assumiria a Presidência da República interinamente.
A avaliação geral é que, uma vez aprovado pela Câmara, é muito difícil que o governo consiga segurar o impeachment no Senado.
A Advocacia-Geral da União (AGU) poderá recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar barrar o impeachment a qualquer momento do trâmite do caso.
Se o processo chegar a ser julgado pelo Senado e Dilma for condenada, ela será a primeira presidente no Brasil a perder o cargo desde o impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello, em 1992.
O processo de impeachment ocorre em meio à grave crise econômica e política, aumento do desemprego, inflação elevada e desequilíbrio das contas públicas.
Durante o dia, uma série de manifestações contra e a favor do governo Dilma ocorreram no país. Em Brasília, um muro de mais de 1 quilômetro de extensão no meio da Esplanada dos Ministérios para evitar confronto entre os manifestantes era um retrato da divisão do Brasil também nas ruas, não apenas no Congresso.
Reeleita em outubro de 2014 pela margem mais estreita desde a redemocratização do país, Dilma não vem tendo vida fácil desde o início do atual mandato.
Com baixíssima popularidade, fraco apoio do Congresso e tendo a operação Lava Jato, que investiga um esquema bilionário de corrupção, como um fator imponderável permanente, o governo está virtualmente paralisado, sem conseguir encaminhar qualquer agenda positiva no Congresso para tirar o país da recessão.
Na votação na Câmara, o Planalto perdeu votos que tinha como certos contra o impedimento de Dilma, inclusive do PDT, legenda que fechou questão para ficar do lado do governo.
Entre os votos comemorados pela oposição estão os dos deputados Nelson Meurer (PP-PR), considerado muito próximo ao governo, e do ex-ministro dos Transportes dos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma, Alfredo Nascimento (PR).
As deputadas peemedebistas Magda Moffato (GO) e Jéssica Sales (AC) entravam na conta do governo como indecisas e votaram a favor do impeachment, em exemplos do efeito manada que o Planalto temia na votação.
Ao longo da semana passada, partidos com número expressivo de deputados manifestaram apoio ao impeachment, entre eles PP e PSD. Mesmo dentro do Palácio do Planalto os ânimos foram esfriando à medida que a votação no plenário se aproximava.
Em um sinal de que antevia uma derrota na Câmara, o governo recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) na última quinta-feira para tentar impedir a votação deste domingo, mas não teve sucesso.
Terra
HISTÓRICO: Maioria aprova em votação na Câmara seguimento em processo do impeachment de Dilma
17/04/2016
A maioria na Câmara aprovou o seguimento do processo de impeachment da presidente Dilma neste domingo, 17 de abril de 2016. Durante longa votação, com deputados dedicando seus votos em sua maioria ao povo brasileiro, suas famílias, ou a democracia, os 342 votos necessários para envio para nova votação no senado foram atingidos por volta das 23h06. O voto derradeiro foi do deputado Bruno Araújo. “Quando honra o destino me reservou de poder a minha voz sair o grito de esperança de milhões de brasileiros. Por isso digo SIM”, disse emocionado.
O QUE ACONTECE AGORA
O processo seguirá para o Senado dias após a votação (possivelmente, entre 18 e 19 de abril) e uma comissão será formada para avaliá-lo. Só o Senado pode processar e julgar um presidente da República.
É preciso avaliar de novo?
Sim. O trabalho no Senado é diferente do que já foi feito, uma vez que a comissão da Câmara só avalia a admissibilidade, ou seja, se o processo tem condições ou não de seguir. A comissão do Senado deve se reunir entre os dias 21 de abril e 02 de maio. O parecer final é encaminhado ao plenário para uma nova votação. O processo só deve continuar se 41 dos 81 senadores (maioria simples) concordarem com ele.
E se o Senado aceitar o pedido?
A presidente é afastada por um período de 180 dias e o vice-presidente Michel Temer assume o cargo. Dilma recebe um prazo de 20 dias para apresentar nova defesa.
Dilma deve deixar o Palácio da Alvorada?
Não. Como explica Flávio de Leão Bastos Pereira, professor de Direito Constitucional do Mackenzie, a presidente não é obrigada a deixar a residência oficial durante o período que não exerce a presidência. Durante o afastamento, no entanto, ela recebe apenas metade de seu salário (que atualmente é de R$ 30.934,00).
E por quanto tempo o Senado pode julgar a presidente?
Os senadores dispõem de 180 dias para julgar se Dilma é responsável pelos crimes de responsabilidade apontados no processo. Se eles decidirem usar todo o tempo, o processo termina em outubro deste ano.
Como funciona a votação final?
A sessão é presidida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal. O impeachment é aprovado se dois terços dos senadores (54 dos 81) votarem a favor. Se Dilma for condenada, perde o mandato e se torna inelegível por oito anos. Se for absolvida, volta automaticamente ao cargo e recebe o valor que deixou de receber enquanto estava afastada.
Jean Wyllys cospe em direção a Bolsonaro
17/04/2016
O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) cuspiu em direção a Jair Bolsonaro, do PSC fluminense, depois de dar o voto contrário à abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). O parlamentar, no entanto, errou o alvo.
A TV Câmara não exibiu o momento.

‘Que Deus tenha misericórdia dessa nação’, diz Cunha ao anunciar voto
17/04/2016

Ao ser anunciada a sua vez na votação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi vaiado.
O presidente da Casa foi lacônico em seu voto. “Que Deus tenha misericórdia dessa nação. Eu voto sim”, disse. Após declarar o voto, Cunha foi aplaudido.
Cunha foi o voto de número 230 a favor do impeachment. Até o momento, 81 deputados se mostraram contrários ao prosseguimento do processo.
Folha Press
São Paulo sofre goleada e está fora do Paulista
17/04/2016
Mesmo com mais um gol do atacante argentino Calleri, o São Paulo foi eliminado do Campeonato Paulista ao ser goleado pelo Audax por 4 a 1 na noite deste domingo (17), em Osasco, pelas quartas de final da competição.
Com a derrota, o time do Morumbi foi eliminado do torneio regional ao continuar sem vencer como visitante neste ano e tornou-se o primeiro clube grande a não avançar às semifinais.
Corinthians e Santos já estão classificados, enquanto o Palmeiras joga nesta segunda (18), contra o São Bernardo.
Agora, o time são-paulino voltará às suas atenções para o duelo decisivo diante do The Strongest (BOL), na altitude de La Paz, que valerá a sua classificação ou eliminação da Libertadores. O jogo será quinta-feira (21), às 21h45.
Já o Audax vai aguardar o vencedor da última partida das quartas de final para conhecer o seu adversário da próxima fase. As semifinais devem acontecer no final da semana que vem.
O JOGO
Audax e São Paulo fizeram um jogo bastante movimentado no primeiro tempo. Com boa troca de passes do time da casa e rápidos contra-ataques da equipe tricolor, o confronto teve várias chances no campo de ataque e os goleiros foram exigidos com frequência antes do intervalo.
Primeiro, o são-paulino Denis evitou dois gols certos do Audax em finalizações seguidas de Ytalo e Juninho, na pequena área, aos 8min. Logo em seguida, Sidão fez importante defesa em chute de cobertura de Ganso.
Com mais posse de bola, o Audax teve mais o controle da partida e conseguiu abrir o placar com Ytalo, em chute de fora da área, aos 26min.
Mas o São Paulo reagiu rapidamente e, ao fazer marcação pressão na saída de bola adversária, chegou ao empate. Aos 33min, Michel Bastos roubou a bola do zagueiro Bruno Silva e tocou para Calleri, que invadiu a grande área e fez 1 a 1.
Após a igualdade, o time do Morumbi conseguiu ter mais presença ofensiva e teve oportunidades de virar o placar. Porém, sofreu o segundo gol de Ytalo no jogo, após um vacilo na marcação em longo lançamento nas costas da defesa.
O Audax continuou melhor na etapa final e ampliou o placar já aos 5min, Aos 5min, quando Mike pegou rebote de uma bola na trave do goleiro Denis e chutou cruzado para fazer 3 a 1.
Depois, o São Paulo continuou com muitas dificuldades na criação das jogadas e só ameaçou a defesa adversária em jogadas de bola parada. Nem as entradas de Centurión e Alan Kardec melhoraram a produção ofensiva são-paulina.
E, em um rápido contra-ataque, os são-paulinos ainda levaram mais um gol antes do apito final. Aos 24min, após lançamento nas costas de Mena, Juninho pegou rebote do goleiro Denis e selou a goleada.
Folha Press
Antes do fim da votação, aliado de Dilma já reconhece derrota do governo
17/04/2016
O deputado Orlando Silva (PC do B-SP), ponta de lança da articulação do Planalto contra o impeachment de Dilma Rousseff, reconheceu a derrota do governo às 20h15 deste domingo (17), quando o placar do plenário da Câmara contabilizava 210 a 59 votos pelo andamento do processo.
Segundo Silva, o Planalto foi vítima do “efeito manada”, quando parlamentares votam seguindo a maioria, e de traições por parte de deputados do PP, PR e PMDB, que haviam feito acordo com o governo.
“A essa altura da votação, nossa projeção indica que a oposição vencerá. Foi efeito manada, além de partidos que nos traíram. Foi uma derrota dupla”, afirmou o deputado do PC do B.
Ele afirmou ainda que agora confia no Senado para “reverter o resultado”, já que a Casa será responsável por julgar o mérito do impeachment de Dilma.
“Confio que o diálogo feito no Senado pode reverter esse resultado. Os senadores terão responsabilidade. Vai julgar o mérito, juridicamente”, concluiu.
CALCULADORA
Quando os votos a favor do impeachment já somavam mais de 180 e os deputados do Estado de São Paulo falavam seus votos, o clima entre os deputados governistas era de apreensão. Silvio Costa (PTdoB-PE) fazia e refazia as contas dos votos contra o afastamento na calculadora do celular.
“Eu só boto 12 em São Paulo, tive a informação que vai sair 14”, disse Costa à reportagem, tentando mostrar otimismo. Foram 13 favoráveis a Dilma no fim no Estado.
“Tamo ganhando porra, segura a onda aí”, afirmou antes Costa a um deputado. “Tem gente me procurando, que não é o seu caso, querendo me trair”, disse a outro.
O líder do governo na Câmara dos Deputados, José Guimarães (PT-CE), que momentos antes disse que não falaria com a reportagem antes do resultado, afirmou após conversar com Costa: “até agora a gente ganha, pelo que está aí”.
Folha Press
Maioria da bancada do RN votou pelo impeachment; Zenaide Maia foi contra
17/04/2016

A maioria absoluta da bancada federal do Rio Grande do Norte votou pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff: Antonio Jacome (PTN), Beto Rosado (PP), Fábio Faria (PSD), Felipe Maia (DEM), Rafael Motta (PSB), Rogério Marinho (PSDB) e Walter Alves (PMDB). A deputada Zenaide Maia (PR) foi a única potiguar contrária ao afastamento.
Dois terços dos deputados já votaram; “sim†ao impeachment lidera placar
17/04/2016

Mais de dois terços dos 513 deputados já votaram na sessão da Câmara que analisa a abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff.
Dos que votaram até às 21h18, 255 foram favoráveis ao impeachment de Dilma, 82 votaram “não” e quatro se abstiveram. Dois deputados não compareceram à sessão.
Para que o processo de impeachment de Dilma seja aberto, são necessários 342 votos. Se autorizado pela Câmara, o processo seguirá para o Senado.
Pernambuco deve dar voto decisivo para o impeachment
17/04/2016
Com base nos votos já dados durante a votação sobre o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara até as 20h10 deste domingo (17), o 342º voto decisivo para aprovar o pedido será dado por um deputado de Pernambuco.
O cálculo considera que todos os deputados que se disseram a favor do impeachment no levantamento da Folha de S.Paulo não mudem de posição.
Se todos os deputados que não assumiram a posição e até este momento não votaram forem contra o impeachment, se abstiverem ou faltarem, o voto que definirá a aprovação do processo será de Gonzaga Patriota (PSB).
Já se todos eles votarem a favor, a decisão virá mais cedo, com Augusto Coutinho, do Solidariedade.
Folha Press
FOTOS: Manifestantes contra o Impeachment em Natal acompanham a sessão na Câmara
17/04/2016



FOTOS: Frankie Marcone/Novo Jornal
SAÚDE: Conheça a Academia Boa Forma em João Câmara
17/04/2016
A Academia Boa Forma é mais que uma academia com estrutura, aparelhos de última geração, conforto e ótimos profissionais. É uma academia feita por professores e alunos. Juntos. Afinal, tudo o que fazemos juntos, fazemos melhor.
“Venha você também fazer parte da “ACADEMIA BOA FORMA” eleita a melhor academia em 2015, líder em atividades físicas de João Câmara, isso é a ACADEMIA BOA FORMA além da musculação oferece: Step, jump, localizada, zumba , Jiu-jitsu e muay-thai.
Academia Boa Forma esta localizada na Rua José Severiano da Câmara, Centro – João Câmara.
Por: Marco Montoril
“ACADEMIA BOA FORMA” eleita a melhor academia em 2015 (Foto: cedida via WhAtsapp)
SAÚDE: Conheça a Academia Boa Forma em João Câmara
17/04/2016
A Academia Boa Forma é mais que uma academia com estrutura, aparelhos de última geração, conforto e ótimos profissionais. É uma academia feita por professores e alunos. Juntos. Afinal, tudo o que fazemos juntos, fazemos melhor.
“Venha você também fazer parte da “ACADEMIA BOA FORMA” eleita a melhor academia em 2015, líder em atividades físicas de João Câmara, isso é a ACADEMIA BOA FORMA além da musculação oferece: Step, jump, localizada, zumba , Jiu-jitsu e muay-thai.
Academia Boa Forma esta localizada na Rua José Severiano da Câmara, Nº 83, Centro – João Câmara.
Por: Marco Montoril
“ACADEMIA BOA FORMA” eleita a melhor academia em 2015 (Foto: cedida via WhAtsapp)
















