Presidente do TJRN define prazo para construção de nova sede
19/11/2015
O presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, desembargador Cláudio Amorim Santos, antecipou, na manhã desta quinta-feira, 19, qual o prazo em que a nova sede do TJRN deve ser construída: no máximo em três anos. A previsão foi dada durante uma visita de cortesia à presidência da Câmara Municipal de Natal, onde o gestor da Corte potiguar pediu a atenção dos vereadores para o projeto de construção, já que a doação do terreno já foi voltada e aprovada pela Casa Legislativa há pouco mais de 4 anos.
“O TJRN é o único do país que não dispõe de uma sede própria construída para este fim”, destacou Cláudio Santos, ao ressaltar que a visita feita aos vereadores é, também, uma forma de aproximar os Poderes e de reconhecer o valor do parlamento municipal. Foi a primeira vez em que um dirigente da Corte de Justiça estadual foi, pessoalmente, conversar sobre o andamento do projeto de edificação da nova sede.
De acordo com o presidente do TJRN, não há mais como adiar a meta de construção e conclusão da obra, já que o atual prédio onde funciona o Tribunal está com a estrutura deficitária, com problemas recorrentes na elétrica e na hidráulica. “Não estamos falando de luxo, mas que seja simples e tenha a funcionalidade e que o local permita melhores condições de trabalho”, enfatiza.
A reunião ocorreu no gabinete do presidente da Casa Legislativa, Franklin Capistrano, que contou com a presença dos vereadores Aroldo Alves, Felipe Alves, Joanilson Rêgo e Sandro Pimentel, dentre outros, que receberam o presidente da Corte potiguar, o qual foi acompanhado do secretário Geral do TJRN, Fernando Jales, da secretária de Engenharia e Arquitetura, Kalina Maia, dentre outros representantes do judiciário.
A nova sede do TJRN será construída em um terreno de 28 mil m2, no bairro Nazaré, zona Oeste de Natal, com o orçamento de 80 milhões de reais, que já está orçado e previsto pelo setor financeiro do Tribunal. Para o presidente do Judiciário potiguar, a construção já pode ser definida como o maior investimento feito em Natal na última década, que também trará vantagens para a localidade onde será erguido, como a geração de empregos no comércio que cerca o terreno, sendo, desta forma, uma obra que será um polo desenvolvedor da região.
“Temos etapas que levam tempo, como a sondagem, os relatórios de impacto de vizinhança e procedimentos ambientais, mas, acreditamos, que, dentro dos trâmites legais, cumpriremos o prazo de concluir a obra até 2018 ou, no máximo, 2019”, antecipa o presidente da Corte Estadual de Justiça.
BG
