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Sanções dos EUA contra Cuba geram reação do presidente Miguel Díaz-Canel

03/05/2026

Foto: Reprodução

 

As sanções dos EUA contra Cuba voltaram a gerar tensão diplomática nesse sábado (2). O governo cubano criticou duramente as novas medidas anunciadas pela Casa Branca, classificando a decisão como uma escalada “perigosa”. Além disso, autoridades da ilha afirmam que as ações aumentam a pressão econômica sobre o país.

Durante um evento em Havana, o presidente Miguel Díaz-Canel afirmou que Cuba não representa ameaça aos Estados Unidos. Segundo ele, a nação caribenha se mantém como um “país de paz”. Enquanto isso, o governo reforça o discurso de defesa da soberania nacional diante das sanções.

Sanções dos EUA ampliam pressão sobre Cuba

As sanções dos EUA foram ampliadas após o presidente Donald Trump assinar uma nova ordem executiva. Conforme o documento, as medidas atingem pessoas, entidades e grupos ligados ao aparato de segurança cubano. Além disso, o texto prevê punições para estrangeiros que mantenham relações comerciais com os alvos sancionados.

De acordo com o governo americano, o objetivo é combater corrupção e violações de direitos humanos. No entanto, autoridades cubanas contestam essa justificativa. Por outro lado, o chanceler Bruno Rodríguez declarou que o país não aceitará interferência em temas como independência e autodeterminação.

Rodríguez afirmou que as medidas representam uma “punição coletiva” ao povo cubano. Como resultado, o endurecimento das sanções pode agravar a crise econômica na ilha. Atualmente, Cuba enfrenta dificuldades no abastecimento de combustível, além de apagões e limitações no transporte aéreo.

 

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