Há 2 mil anos, Jesus foi julgado, condenado, humilhado e crucificado, realizando o maior ato de amor da história da humanidade. Cristo deu a sua vida pela nossa salvação
03/04/2026

Nesta Sexta-feira da Paixão, cristãos em todo o mundo recordam, com silêncio e reflexão, os acontecimentos que marcaram as últimas horas de Jesus Cristo, consideradas o ponto central da fé cristã.
De acordo com os Evangelhos, após a Última Ceia na noite anterior, Jesus foi traído por Judas Iscariotes e preso no Horto das Oliveiras. Durante a madrugada, passou por julgamentos diante de autoridades religiosas judaicas e, posteriormente, foi levado ao governador romano Pôncio Pilatos.
Mesmo sem encontrar culpa, Pilatos autorizou sua condenação à crucificação, pressionado pela multidão.
Antes da execução, Jesus foi humilhado, açoitado e coroado com espinhos. Em seguida, percorreu o caminho até o Calvário carregando a cruz, onde foi crucificado.
Por volta das três da tarde, segundo a tradição, morreu após horas de sofrimento. Para a teologia cristã, esse momento representa o sacrifício de Cristo pela redenção da humanidade, assumindo os pecados do mundo.
Teólogos apontam que a crucificação não é apenas um evento histórico, mas um ato com profundo significado espiritual.
A chamada “teologia da redenção” sustenta que, ao morrer na cruz, Jesus reconciliou a humanidade com Deus, demonstrando amor, entrega e misericórdia. Ao longo dos séculos, esse entendimento foi reforçado por pensadores cristãos como Santo Agostinho e São Tomás de Aquino, que interpretaram a morte de Cristo como um sacrifício voluntário em favor da salvação humana.
A data também é marcada por práticas tradicionais. Entre os católicos, é comum a abstinência de carne vermelha, vista como um gesto de penitência e respeito. Celebrações como a Via-Sacra reconstroem simbolicamente o caminho de Jesus até a cruz, convidando os fiéis à meditação sobre o sofrimento e o sentido do sacrifício.
Via Reacreditar/Foto: Reprodução
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