Isolda seria vice ideal; Natália também recusa o senado e reforça a onda “cada um por si” no PT
29/03/2026

Decisões individuais enfraquecem projeto e expõem fragilidade da chapa de Cadu
Se o Cadu Xavier quisesse, de fato, dar musculatura à sua chapa no Rio Grande do Norte, o nome mais lógico para vice seria o da deputada estadual Isolda Dantas. Com forte atuação em Mossoró e presença consolidada no Oeste, Isolda agregaria densidade política real ao projeto.
Mas não é isso que acontece. Nos bastidores, a leitura é clara: Isolda não aceita entrar na disputa porque prefere o caminho mais seguro — a reeleição praticamente garantida para a Assembleia Legislativa. Arriscar-se como vice em uma chapa frágil não está nos planos.
O mesmo comportamento se repete com Natália Bonavides. Nome competitivo, poderia fortalecer a disputa ao Senado, mas também prefere não correr riscos e seguir na tentativa de reeleição à Câmara Federal.
O recado que fica é direto: na hora em que o partido mais precisa, prevalece o “cada um por si”. Em vez de um projeto coletivo forte, o que se vê é uma soma de interesses individuais.
Assim, a chapa de Cadu vai se desenhando não pela força dos melhores nomes, mas pelas sobras de quem aceita.
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