Menino com doença rara consegue 2 doadores de medula compatíveis e pai se emociona: “ Temos muita fé em Deus. Agora, é viver um dia após o outro até salvarmos a vida do nosso menininho”

20/04/2025

Menino com doença rara consegue 2 doadores de medula compatíveis e pai se  emociona: “ Temos muita fé em Deus. Agora, é viver um dia após o outro até  salvarmos a vida                                             Foto: Reprodução

 

Enzo Veiga Guimarães, 4 anos,  tem uma condição rara de imunodeficiência denominada deficiência purina-nucleosideo fosforilase, cujo único tratamento é o transplante de medula óssea. A síndrome favorece infecções recorrentes, causa déficit de crescimento, doença autoimune ecomprometimento neurológico.

Meses atrás, a doença foi a responsável pela morte da irmã mais nova do menino.

A família recorreu à internet e aos veículos de imprensa para buscar doador para o garoto.  Nessa semana, a família de Enzo foi informada pelo Hospital das Clínicas de Belo Horizonte, onde o menino está internado, que possíveis doadores de medula óssea haviam sido localizados.

“Surgiram dois possíveis doadores compatíveis com ele 100% e a gente agora está fazendo um procedimento dos exames e a avaliação dele vai ser dia 28 para o transplante”, informou o pai de Enzo, Marcelo Veiga.

 O pai da criança, Marcelo Veiga, não tem outras palavras para explicar a emoção e a alegria neste momento:

“Agradecemos muito a todos que ajudaram. Não sabemos quem são os doadores, de onde são, mas agradecemos muito. No próximo dia 28 de abril, o Enzo vai passar por uma avaliação para que, assim, possa ser submetido à cirurgia”, conta Marcelo.

“Temos muita fé em Deus, e a campanha foi um sucesso. As pessoas ajudaram muito. Agora, é viver um dia após o outro até salvarmos a vida do nosso menininho”, conclui.

Conforme o pai da criança, a família vive um momento de muita alegria. Para ele, esse é um tempo emocionante, e a felicidade é ainda maior sabendo que foi possível conseguir, inclusive, mais de uma pessoa, mostrando que as esperanças não foram em vão.

 

Do g1/O Tempo