“Estratégia de constrangimento via imprensa” não vai prosperar, diz defesa de Bolsonaro sobre as investigações relacionadas a suposta organização de golpe de Estado

03/03/2024

                                     Foto: Sergio Lima/Poder 360

 

O advogado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Fabio Wajngarten, disse que a “estratégia de constrangimento” realizada por veículos de imprensa sobre as investigações relacionadas a suposta organização de golpe de Estado “não vai prosperar”. A publicação menciona uma reportagem da CNN Brasil sobre depoimento do ex-comandante do Exército e general da reserva Marco Antônio Freire Gomes.

“Vazamentos seletivos, fontes seletivas em pleno sábado de sol. A defesa técnica e formalmente constituída nos autos totalmente no escuro. A estratégia de constrangimento via imprensa pode parecer oportuna, mas saibam todos que não vai prosperar”, escreveu Wajngarten.

Pode ser uma imagem de 1 pessoa e texto que diz "Fabio Wajngarten @fabiowoficial Vazamentos seletivos, fontes seletivas em pleno sábado de sol. A defesa técnica formalmente constituída nos autos totalmente no escuro. A estratégia de constrangimento via imprensa pode parecer oportuna, mas saibam todos que não vai prosperar. Na guerra midiática não vai dar certo. Não seremos vencidos. CNN BRASIL Ao vivo Política Economia Esportes Pop Exclusivo: Ex-comandante do Exército confirma reuniões sobre "minuta do golpe", dizem fontes da PF Encontros foram citados na delação do tenente- coronel Mauro Cid"

A publicação da CNN diz que o Marco Antônio Freire Gomes confirmou, em depoimento à Polícia Federal, ter presenciado reuniões onde foram discutidos os termos da chamada “minuta do golpe”. O depoimento está mantido sob sigilo.

Segundo relatório da PF, o general Freire Gomes e o comandante da FAB (Força Aérea Brasileira), o brigadeiro Baptista Junior, teriam resistido à ideia de golpe de Estado. Contudo, no documento, a corporação diz ser necessário avançar nas investigações para apurar uma possível conduta omissiva dos militares.

Em conversas obtidas pela PF, Walter Souza Braga Netto, candidato a vice na chapa de Bolsonaro, chamou Freire Gomes de “cagão” ao saber que ele não aceitou participar do suposto plano de golpe de Estado.

 

Poder 360