Mundo
Fernando Martín, técnico do Valencia, morre em acidente na Indonésia
29/12/2025

Fernando Martín, técnico do Valencia (Espanha), morreu com três membros de sua família depois que seu barco virou na Indonésia, informaram clubes de futebol espanhóis.
O Valencia disse estar "profundamente triste com o falecimento de Fernando Martín, técnico do Valencia CF Feminino B, e três de seus filhos, no trágico acidente de barco na Indonésia, conforme confirmado pelas autoridades locais".
Autoridades indonésias e espanholas disseram no último sábado (27) que Martín e três de seus filhos estavam desaparecidos após o barco com 11 pessoas afundar em meio a condições climáticas extremas na última sexta-feira (26) no Estreito da Ilha Padar, perto da ilha de Labuan Bajo, um popular ponto turístico.
A busca continuava na manhã deste domingo (28), disse à Reuters Fathur Rahman, coordenador da missão da agência de busca e resgate da Indonésia na área.
O Real Madrid (Espanha) também enviou condolências a Martín, de 44 anos, ex-jogador da segunda divisão do futebol espanhol nomeado técnico do time feminino B do Valencia neste ano.
Sua esposa e uma filha, assim como quatro membros da tripulação e um guia turístico, foram resgatados e estão a salvo, disse a agência de busca e resgate.
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Pressão dos EUA em 2025 pode selar destino de Maduro na Venezuela
28/12/2025

Foto: Jesus Vargas/Getty Images
Após mais de duas décadas no poder, o chavismo liderado por Nicolás Maduro enfrenta um dos cenários mais críticos desde sua consolidação na Venezuela. Sob a condução de Donald Trump, os Estados Unidos intensificaram a pressão política e militar sobre o país, com movimentações no Caribe e sinais claros de que não descartam uma ofensiva para retirar Maduro do comando e pôr fim ao regime, classificado como ditatorial por Washington.
Nos últimos meses, o governo norte-americano anunciou recompensas de até US$ 50 milhões por informações que levem à prisão de Maduro, apontado pela gestão Trump como chefe do Cartel de Los Soles. Paralelamente, houve mobilização naval com navios de guerra, caças, um submarino nuclear e o porta-aviões USS Gerald R. Ford, ampliando o cerco militar sob o discurso de combate ao narcotráfico. Especialistas avaliam que essa pressão pode culminar na queda do regime ainda em 2025.
Para o cientista político Maurício Santoro, uma intervenção dos EUA é “altamente provável”, com diferentes desfechos possíveis: morte de Maduro, deposição por militares ou fuga do país. Ainda assim, ele alerta que a estrutura do chavismo — entranhada nas Forças Armadas, no Judiciário e em outras instituições — não seria desmontada rapidamente. “Mesmo com a saída de Maduro, o legado autoritário levará anos para ser superado”, afirma.
A eventual intervenção teria impactos diretos na América do Sul, especialmente no Brasil, que já recebeu quase 148 mil venezuelanos apenas neste ano, segundo o OBMigra. O presidente Lula alertou que uma ação militar pode provocar instabilidade regional e ampliar a crise migratória. Já o professor Antônio Jorge Ramalho, da UnB, avalia que, apesar das fragilidades, a Venezuela conta com apoio de Rússia e China e que, em caso de conflito, o Brasil poderia assumir um papel diplomático de mediação para conter o avanço do caos regional.
Com informações do Metrópoles
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Em sua 1ª Missa do Galo, Papa Leão XIV diz que “Negar ajuda a pobres é rejeitar Deus”
25/12/2025
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Na véspera de Natal, nesta quarta-feira (24), o Papa Leão XIV fez uma reflexão sobre o nascimento de Jesus durante a missa na Basílica de São Pedro, em Roma.
O Papa Leão XIV afirmou em uma missa na véspera de Natal, nesta quarta-feira (24), que a história do nascimento de Jesus em um estábulo, por não haver lugar em uma hospedaria, deve lembrar os cristãos de que se recusar a ajudar os pobres e os estrangeiros hoje equivale a rejeitar o próprio Deus.
Leão, que fez do cuidado com imigrantes e pobres temas centrais de seu início de pontificado, disse que o nascimento de Jesus mostrou a presença de Deus em cada pessoa, ao conduzir os 1,4 bilhão de católicos do mundo ao Natal durante uma missa na Basílica de São Pedro.
“Na Terra, não há lugar para Deus se não há lugar para a pessoa humana. Recusar um é recusar o outro”, disse o papa durante a celebração solene, acompanhada por cerca de 6 mil pessoas dentro da basílica.
Leão, o primeiro papa nascido nos Estados Unidos, celebra seu primeiro Natal após ter sido eleito em maio pelos cardeais do mundo para suceder o falecido Papa Francisco (1936-2025).
O papa, que criticou a política migratória polarizadora do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, citou uma frase do falecido Papa Bento XVI (1927-2023), lamentando que o mundo não cuide das crianças, dos pobres ou dos estrangeiros.
“Enquanto uma economia distorcida nos leva a tratar os seres humanos como mera mercadoria, Deus se torna como nós, revelando a dignidade infinita de cada pessoa”, afirmou Leão.
“Onde há lugar para a pessoa humana, há lugar para Deus”, disse ele. “Até mesmo um estábulo pode se tornar mais sagrado do que um templo.”
Do lado de fora da basílica, cerca de 5 mil pessoas acompanharam a celebração por telões na Praça de São Pedro, segurando guarda-chuvas e vestindo capas de chuva sob uma forte chuva em Roma.
Leão, de 70 anos, saiu para cumprimentá-las antes do início da missa. “Eu admiro, respeito e agradeço a vocês pela coragem e pela vontade de estar aqui esta noite”, disse ele. “Mesmo com este tempo”.
Na quinta-feira (25), o papa celebrará a missa do dia de Natal e fará a tradicional mensagem e bênção “Urbi et Orbi” (à cidade e ao mundo), realizada duas vezes por ano.
Do g1
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Negar ajuda aos pobres é rejeitar Deus, afirma papa Leão XIV na Missa do Galo
25/12/2025

Foto: Reprodução
Durante a Missa do Galo, celebrada na noite desta quarta-feira (24), o papa Leão XIV afirmou que negar ajuda aos pobres e estrangeiros equivale a rejeitar o próprio Deus. Ao recordar o nascimento de Jesus em um estábulo por falta de espaço na hospedaria, o pontífice disse que a mensagem do Natal continua atual diante das desigualdades e exclusões do mundo contemporâneo.
Conduzindo a celebração na Basílica de São Pedro, diante de cerca de 6 mil fiéis, Leão XIV destacou que a história do nascimento de Cristo revela a presença de Deus em cada pessoa. “Na Terra, não há lugar para Deus se não houver lugar para a pessoa humana. Recusar um é recusar o outro”, afirmou, reforçando que a dignidade humana deve estar no centro da fé cristã.
O papa, primeiro pontífice nascido nos Estados Unidos, celebrou seu primeiro Natal desde a eleição, ocorrida em maio. Em sua homilia, ele também citou palavras do papa emérito Bento XVI para criticar um mundo que ignora crianças, pobres e estrangeiros, além de condenar uma economia que trata pessoas como mercadoria.
“Enquanto uma economia distorcida desumaniza, Deus se faz humano e revela a dignidade infinita de cada pessoa”, disse Leão XIV. Segundo ele, “onde há espaço para o ser humano, há espaço para Deus”, ressaltando que até um estábulo pode se tornar mais sagrado do que um templo.
Do lado de fora da basílica, cerca de 5 mil pessoas acompanharam a celebração por telões na Praça de São Pedro, mesmo sob forte chuva. Antes da missa, o papa foi ao encontro dos fiéis e agradeceu a presença deles. Nesta quinta-feira (25), Leão XIV celebra a missa de Natal e profere a tradicional bênção “Urbi et Orbi”.
Com informações da CNN
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Papa Leão 14 celebra 1ª Missa do Galo e muda horário das celebrações de Natal no Vaticano
24/12/2025

Foto: Reprodução/Instagram
O papa Leão 14 celebrou nesta quarta-feira (24) a sua primeira Missa do Galo, na Basílica de São Pedro, no Vaticano. Eleito em maio, o pontífice comanda pela primeira vez as celebrações de fim de ano da Igreja Católica, que tradicionalmente começam na véspera do Natal.
A cerimônia foi realizada às 22h no horário local (18h em Brasília), por decisão do próprio papa. A Missa do Galo é a celebração que marca o nascimento de Jesus Cristo e abre oficialmente o calendário natalino da Igreja. Leão 14 optou por um horário intermediário entre a tradição da meia-noite e os ajustes feitos por papas anteriores.
Até 2009, a missa era celebrada à meia-noite. O horário foi alterado por Bento 16 para 22h e depois para 21h30, mantido por Francisco até 2020. Durante a pandemia da covid-19, a celebração passou para as 19h, horário preservado nos últimos anos por causa da idade e da saúde do papa Francisco.
Leão 14 também decidiu celebrar a missa do dia de Natal, marcada para quinta-feira (25), às 6h de Brasília, algo que não ocorria há 31 anos, desde João Paulo II, em 1994. Além disso, no dia 31 de dezembro, o papa preside as Primeiras Vésperas e a bênção Te Deum, e em 1º de janeiro de 2026 celebra a Missa do 59º Dia Mundial da Paz, também na Basílica de São Pedro.
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China acusa EUA de violar direito internacional após interceptação de navios próximo à Venezuela
22/12/2025

Foto: AP Photo/Evan Vucci; Reuters/Leonardo Fernandez
A China criticou nesta segunda-feira (22) a interceptação de navios petroleiros pelos Estados Unidos próximo à costa venezuelana. Para o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, a “apreensão arbitrária” de embarcações de outros países representa uma grave violação do direito internacional. Pequim reafirmou oposição às “sanções unilaterais e ilegais” impostas por Washington e defendeu o direito da Venezuela de manter relações com outras nações.
A reação ocorre após as agências Bloomberg e Reuters informarem a abordagem de um terceiro petroleiro, identificado como Bella 1, no domingo (21). Segundo as agências, forças americanas já teriam subido a bordo ou estariam perseguindo o navio, embora detalhes sobre local e data exata não tenham sido confirmados. Os EUA vêm ampliando ações marítimas na região como parte da pressão contra o regime de Nicolás Maduro.
Se confirmada, essa será a terceira interceptação em pouco mais de dez dias — e a segunda somente no fim de semana. As operações ocorrem em meio ao bloqueio anunciado pelo presidente Donald Trump contra petroleiros sancionados que entram ou saem da Venezuela. Autoridades americanas alegam que os navios atuam sob bandeiras falsas e violam restrições econômicas.
O governo Maduro classificou as ações como terrorismo psicológico e pirataria internacional, afirmando que o país enfrenta uma campanha de agressões. As interceptações intensificam a tensão diplomática entre EUA e Venezuela, enquanto a China se posiciona em defesa de Caracas e critica abertamente o avanço militar norte-americano na região.
Com informações do G1
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MPF recorre de decisão que absolveu potiguar acusado de matar namorado francês; Alexsandro voltou ao Rio Grande do Norte após a morte do namorado
20/12/2025

O Ministério Público Federal do Rio Grande do Norte informou nesta sexta-feira (19) que recorreu da decisão que absolveu o brasileiro Alexsandro Nascimento da Silva, de 28 anos, acusado de matar o namorado, o francês Serge Albert Pierre Yves Claude, de 56 anos, na cidade de Lisboa, em Portugal, em 2019.
O julgamento ocorreu em Natal e durou três dias, terminando na sexta-feira passada (12), com a absolvição do réu de todas as acusações pelo júri. Alexsandro é potiguar e voltou ao Rio Grande do Norte após a morte do namorado.
O brasileiro era acusado dos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e furto qualificado, que poderiam resultar em até 41 anos de prisão, caso fosse condenado
O caso chegou à justiça brasileira após o Ministério Público português solicitar cooperação jurídica internacional às autoridades brasileiras
O MPF informou em nota que recorreu da decisão “por entender que a decisão dos jurados foi proferida de forma manifestamente contrária à prova dos autos, pois o réu foi responsável pelo homicídio, ocultação de cadáver e furto dos bens pertencentes à vítima”.
“Portanto, será demonstrado perante o Tribunal Regional Federal da 5ª Região que a decisão deve ser anulada, levando o réu a novo julgamento perante o Tribunal do Júri”, citou a nota.

A defesa do réu informou que apresentará contrarrazões, uma resposta ao recurso, na qual alega que pela primeira vez “terá tempo e espaço suficientes para demonstrar de forma cabal que as provas existentes no processo indicam a impossibilidade de o acusado estar no local do crime no lapso temporal estimado pela acusação como da morte, como bem reconheceram os jurados ao absolver o réu”.
O MPF apontou ainda na nota emitida que que o Conselho de Sentença do Tribunal de Júri, que absolveu o acusado, é formado por sete cidadãos comuns sorteados para atuarem como jurados.
“No Júri Popular brasileiro, a decisão dos jurados é baseada na íntima convicção, não necessitando de fundamentação”, citou.
A nota foi assinada pelos procuradores da República Alexandre Schneider e Fernando Rocha.
A defesa do acusado respondeu que a decisão do Conselho de Sentença encontra “expresso amparo probatório nos autos, conforme reconhecido na própria sentença proferida.
“Não se trata, portanto, de decisão arbitrária, dissociada das provas ou fundada em mera conjectura, mas de veredicto compatível com o conjunto probatório produzido ao longo da instrução criminal”, citou.
A defesa citou na nota que os jurados decidem com base na íntima convicção a partir das provas submetidas ao contraditório em plenário.
“E, no caso concreto, as provas revelaram dúvidas relevantes e insuperáveis quanto à autoria e à dinâmica dos fatos, o que impõe, como consequência jurídica, a absolvição”, completou.
MPF rebate atuação a partir de ‘lógica racista e xenofóbica’
Durante o julgamento, a defesa do acusado sustentou que Alexsandro foi vítima de xenofobia e racismo, além de indicar que houve falhas graves na investigação conduzida em Portugal.
Segundo a defesa, a acusação não tinha prova direta da autoria do crime, e o GPS do celular da vítima teria indicado que ele estava em outro local na hora do assassinato (veja detalhes mais abaixo).
Em nota, o MPF citou que autou com base em provas colhidas pela polícia portuguesa e que “jamais encamparia qualquer persecução criminal se o acervo probatório não oferecesse elementos idôneos com relação à autoria delitiva”.
Além disso, o MPF disse na nota que “qualquer alegação de que a instituição pautou sua atuação a partir de uma lógica racista e xenofóbica deve ser veementemente rechaçada”.
No documento, o MPF defendeu ainda que é papel legítimo da defesa questionar a suficiência de provas em um processo criminal ou apontar eventuais falhas que entender presentes na investigação.
No entanto, isso deve ser feito, segundo o órgão, “sem por em xeque a idoneidade e a seriedade do trabalho desempenhado pelo MPF através de seus membros, especialmente quando tais alegações/acusações, de extrema gravidade, envolvem questões relevantes e que, inclusive, integram diretamente o escopo de atuação da instituição”.
O MPF apontou ainda que informações como a de que os dados do GPS do celular do acusado indicava que ele não estava na casa da vítima no momento da morte e de que a polícia portuguesa intencionalmente ignorou outros elementos de prova não eram condizentes com as provas angariadas durante a investigação.
Defesa diz que outras linhas de investigação foram ignoradas
Em relação ao racismo e à xenofobia, a defesa do réu citou que esses fatos foram suscitados em relação à condução do inquérito pela polícia portuguesa, que, segundo a defesa, deixou de aprofundar outras linhas de investigação.
A defesa citou que a polícia portuguesa deixou de intimar ou ouvir outros porteiros e colaboradores, ver as imagens de segurança do prédio e arredores e também ignorou “as últimas mensagens enviadas pela vítima à testemunha da acusação, que apontava que um terceiro estaria em sua residência, o qual sequer foi procurado pela polícia portuguesa”.
“Destaca-se, ainda, que nesta quinta-feira (18), ao julgar a ADPF 973, o Supremo Tribunal Federal reconheceu, por unanimidade, a existência do racismo estrutural no país, de modo que, ao apontar a influência dessa estrutura no caso julgado, não há qualquer acusação individual aos membros atuantes no processo, que buscaram o exercício de sua nobre função constitucional, a qual em muitos pontos converge com a atuação institucional da Defensoria Pública”, citou a defesa, em nota.
Quanto ao GPS do celular do acusado, foi alegado em plenário, segundo a defesa, com base nas provas existentes no processo, que o documento da quebra de sigilo telefônico do acusado continha a localização de cada vez que seu celular conectava à internet móvel ou realizava alguma ligação.
“Considerando que a perícia indica que o roteador da casa da vítima deixou de funcionar diversos dias antes do cometimento do crime, tal documento consegue demonstrar de forma bastante específica que a última vez que o acusado esteve na casa da vítima, esta ainda se encontrava viva”, relatou a defesa.
“A imprensa, todavia, simplificou tal informação com a expressão “GPS do celular”, não havendo influência da defesa no modo que os fatos foram noticiados”.
Defesa apontou xenofobia e falhas na investigação
Durante o julgamento, a defesa realizada pelo advogado dativo Rodrigo Galvão e pelos defensores públicos federais Eduardo Oiveira e Fernanda Evlaine sustentou que Alexsandro foi vítima de xenofobia e racismo, além de falhas graves na investigação conduzida em Portugal.
Fernanda Evlaine afirmou que a polícia portuguesa adotou uma linha única de investigação e descartou outros elementos relevantes durante as apurações policiais.
“Ele foi vítima de uma xenofobia, de um racismo. Um homem brasileiro, negro, pobre, que acabou se tornando o elo mais fraco da relação. A polícia fechou nele como suspeito e ignorou outras linhas de investigação”, disse a defensora.
Segundo a defesa, a acusação não tinha prova direta da autoria do crime. Dados de GPS do celular do acusado indicariam que ele não estava na casa da vítima no momento estimado da morte e outros elementos que não apontavam para Alexsandro teriam sido ignorados.
“Houve o que chamamos de ‘visão de túnel’, quando a polícia foca em um único suspeito e descarta tudo que não leva a ele”, explicou Fernanda Evlaine.
A defensora também destacou que o relógio Rolex citado na denúncia teria sido presente dado pela vítima ao então companheiro e vendido para custear a passagem de volta ao Brasil, quando a mãe de Alexsandro enfrentava um tratamento contra o câncer.
Réu diz que sofreu preconceito
Alexsandro afirmou que viveu anos de sofrimento por ser acusado de um crime que não cometeu.
Ele contou que trabalhava desde os 13 anos de idade e tinha ido para Portugal para tentar melhores condições de vida para a família, especialmente para a sua mãe, que já tinha diagnóstico de câncer de pulmão.
Na Europa, onde trabalhou como auxiliar de cozinha e de entregas, ele conheceu Serge Albert, com quem teve um relacionamento rápido.
“Foi um relacionamento de poucos meses. Mas mesmo depois, continuamos amigos. Por sermos estrangeiros, tínhamos um ao outro para conversar”, afirmou.
Segundo Alexsandro, o francês gostava de presenteá-lo, algumas vezes com presentes caros. Ele afirma que se arrepende de ter recebido alguns desses presentes, que o colocaram como suspeito do crime.
“Hoje me arrependo de ter aceitado, porque passei tudo isso por ter aceitado um presente muito caro, sabe? Ele era muito muito apaixonado por mim, querendo me agradar. Pensam que eu o queria por interesse, mas não”, diz.
Menos de um ano após chegar a Portugal, Alexsandro conta que deixou o país e voltou ao Brasil para acompanhar sua mãe, que havia recebido o diagnóstico de agravamento da doença, com metástase.
Ele só soube da morte do ex-namorado já no Brasil, quando a polícia portuguesa o procusou no imóvel que dividia com outras pessoas na Europa.
O jovem conta que sofreu preconceito no país europeu, por ser brasileiro, e acredita que essa foi uma das motivações de ter sido apontado como autor do crime.
“A gente é muito mal visto lá. Chamam brasileiro de enganador, de bandido. Teve lugar que eu evitava até falar que era brasileiro”, disse.
“Meu pai ficou sem comer, emagreceu muito. Ver minha foto na TV sendo chamado de assassino doeu demais”, lembrou.
A mãe dele morreu em 2020. Atualmente, Alexsandro trabalha como auxiliar de cozinha em um restaurante na ilha de Fernando de Noronha e pretende reconstruir a vida sem o peso da acusação.
Do g1/RN/ Fotos: Reprodução
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Chuvas deixam Dubai alagada; carros de luxo são destruídos
20/12/2025

Foto: Giuseppe Cacace/AFP
Fortes chuvas atingiram os Emirados Árabes Unidos nesta sexta-feira (19/12), deixando ruas alagadas e trânsito caótico em Dubai e Sharjah. Imagens impressionantes mostram veículos tentando atravessar vias submersas e moradores enfrentando dificuldades com o mau tempo.
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O Aeroporto de Dubai emitiu um alerta sobre possíveis atrasos e cancelamentos de voos devido às condições climáticas adversas. Diante da situação, o governo recomendou a adoção de trabalho remoto para o setor privado nas áreas afetadas e suspendeu eventos comunitários em Abu Dhabi.
O Tempo
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Fotógrafo registra uma enorme nuvem em forma de fênix sobre o Monte Fuji
19/12/2025

O fotógrafo Ken Moriya, registrou um momento impressionante sobre o Monte Fuji, no Japão: uma rara “nuvem pendurada” que assumiu a forma de uma fênix gigante, aparentemente ascendendo ao céu.
O clique foi feito no instante exato em que as condições atmosféricas se alinharam, resultando em uma imagem que rapidamente chamou atenção nas redes sociais.
Emparelhada ao pico coberto de neve do Monte Fuji, a nuvem criou uma cena quase irreal, lembrando imagens de filmes de fantasia. O contraste entre a montanha branca, o céu limpo e a formação etérea reforçou a sensação de grandiosidade, transformando um fenômeno natural raro em um espetáculo visual impressionante.

As chamadas “nuvens penduradas” surgem quando correntes de ar úmidas encontram grandes elevações, como montanhas, e são consideradas incomuns — ainda mais quando assumem formas tão definidas. Na cultura japonesa, há quem acredite que presenciar uma visão como essa seja sinal de boa sorte, o que torna o registro ainda mais simbólico.
Terra Fatos/Foto: @kenken710
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Avião cai durante pouso e pega fogo nos EUA; acidente matou o dono da aeronave, o piloto da Nascar Greg Biffle, sua mulher e seus dois filhos
19/12/2025

Um avião particular caiu nesta quinta-feira (18) durante o pouso na Carolina do Norte, nos Estados Unidos, com sete pessoas a bordo. O acidente matou o dono da aeronave, o piloto da Nascar Greg Biffle, de 55 anos, sua mulher e seus dois filhos.
Além de “Biff”, como era conhecido por seus fãs, estavam na aeronave sua mulher, Cristina, e seus filhos Emma, 14, do primeiro casamento, e Ryder, 6.
Havia um total de sete [pessoas] a bordo, todas morreram”, disse à AFP o xerife Darren Campbell.
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O acidente ocorreu durante o pouso da aeronave no aeroporto regional de Statesville, ao norte da cidade de Charlotte, e provocou um incêndio de grandes proporções no local, de acordo com imagens divulgadas pelas emissoras de televisão.
A Patrulha Rodoviária do Estado da Carolina do Norte informou que o avião havia acabado de colar, mas deu uma volta para pousar antes de cair.
Testemunhas do incidente registraram vídeos de um incêndio de grandes proporções formando uma grande coluna de fumaça.
Com informações do g1
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Execução brutal: ex-jogador do Fluminense é morto a tiros ao lado da esposa no Equador
19/12/2025

Foto: Reprodução
O atleta Mario Pineida morreu aos 33 anos de idade, na cidade de Guayaquil, no Equador, após ser assassinado junto com a esposa, Guisella Fernández, durante um ataque a tiros ocorrido na região norte da cidade na última quarta-feira (17). A mãe do jogador também foi atingida, socorrida e encaminhada a uma unidade hospitalar. Ela não corre risco de vida.
Segundo informações preliminares, o casal foi alvejado por, pelo menos, 17 disparos. Pineida estava jogando pelo Barcelona de Guayaquil. Ele já havia sido convocado para a seleção do Equador e teve passagem pelo Fluminense em 2022, temporada em que conquistou o Campeonato Carioca.
Ataque ocorreu em via pública
Segundo informações do site equatoriano Ecuavisa, Mario Pineida, a esposa e a mãe estavam em frente a um açougue quando dois homens chegaram em uma motocicleta e abriram fogo contra o grupo. O jogador e a esposa morreram ainda no local.
Após o ocorrido, o presidente do Barcelona de Guayaquil declarou à imprensa local que o jogador havia solicitado proteção especial recentemente, após relatar que vinha recebendo ameaças de morte.
Violência crescente no futebol equatoriano
O assassinato de Pineida é mais um em relação a uma série de ataques violentos contra jogadores no Equador. Pelo menos outros quatro atletas já foram mortos em episódios semelhantes nos últimos anos.
Entre as vítimas estão Leandro Yépez e Maicol Valencia, do Exapromo Costa, clube da segunda divisão, e Miguel Nazareno, de apenas 16 anos de idade, atleta das categorias de base do Del Valle.
Clubes prestam homenagens
O Barcelona de Guayaquil lamentou publicamente a morte do jogador, destacando sua trajetória e conquistas pelo clube. Em nota, a equipe ressaltou que Pineida chegou em 2016, conquistou dois títulos e disputou semifinais da Libertadores, deixando sua marca na história do time.
O Fluminense também manifestou pesar. Em publicação nas redes sociais, o clube relembrou a passagem do lateral pelo Tricolor em 2022 e o título estadual conquistado naquele ano, prestando solidariedade a familiares e amigos do atleta.
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Bnews Natal
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Trump determina bloqueio aéreo e naval na Venezuela até Maduro “sair”
17/12/2025

Donald Trump voltou a subir o tom contra Nicolás Maduro, e ordenou um bloqueio aéreo e naval contra a Venezuela. Segundo comunicado do presidente norte-americano divulgado nesta terça-feira (16/12), todo os navios sancionados pelos Estados Unidos, que entrem ou saiam do território venezuelano transportando petróleo, estão bloqueados.
Na mensagem, divulgada na rede social Truth, o líder norte-americano acusou o governo chavista de roubar ativos dos EUA, como petróleo, além de de utilizar o setor petrolífero do país para financiar”a si mesmo”, o “terrorismo de drogas” e o “tráfico humano”. Por isso, Trump afirmou que a medida deve durar “até Maduro sair [do poder]”.
“A América não permitirá que Criminosos Terroristas ou outros Países, roubem, ameacem ou prejudiquem a nossa Nação e, da mesma forma, não permitirá que um Regime Hostil tome o nosso Petróleo, Terra ou quaisquer outros Ativos, todos os quais devem ser devolvidos aos Estados Unidos, IMEDIATAMENTE”, escreveu Trump, sem dar provas de possíveis roubos cometidos pela Venezuela contra os EUA.
A nova decisão de Trump se soma a outro bloqueio unilateral dos EUA contra a Venezuela. No fim de novembro, o presidente norte-americano anunciou o fechamento do espaço aéreo do país liderado por Maduro, em meio a escalada militar na América Latina e Caribe.
Atualmente, os EUA realizam a operação Lança do Sul na região, cujo objetivo declarado é combater o tráfico de drogas. Até o momento, cerca de 26 barcos já foram atacados em águas do Caribe e do Oceano Pacífico, por supostamente transportarem entorpecentes para o solo norte-americano.
Maduro, por sua vez, é o principal alvo das ameaças vindas de Washington. Contestado internacionalmente, o herdeiro político de Hugo Chávez é apontado como líder do cartel de Los Soles. O mesmo grupo foi classificado, recentemente, como organização terrorista internacional pelos EUA.
Com a mudança nas políticas de combate ao tráfico internacional, que também atingira outros grupos, a administração Trump abriu precedentes para realizar operações militares em outros países, com a justificativa de combater o terrorismo.
Recentemente, o presidente republicano revelou que os ataques norte-americanos podem evoluir de operações no mar para a terra. Segundo Trump, qualquer país que “venda drogas aos EUA” pode ser alvo de retaliações.
Fotos: Maxwell Briceno/Reuters/ Kent Nishimura/Reuters
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Primeiro-ministro da Austrália visita o homem que desarmou terrorista durante o ataque na praia de Bondi; ato de heroísmo salvou vidas
17/12/2025

O primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, visitou Ahmed Al Ahmed no hospital, o pedestre que desarmou um dos terroristas durante o ataque na praia de Bondi, em Sydney, neste domingo (14). Em publicação nas redes sociais, Albanese agradeceu a coragem do australiano, afirmando que ele se colocou em risco para salvar outras pessoas.
Ahmed Al Ahmed, 43 anos, proprietário de uma loja de frutas, foi atingido por dois disparos, um no braço e outro na mão, e precisou passar por cirurgia após o ataque. Imagens que circularam nas redes sociais mostram o momento em que ele imobiliza e desarma um dos atiradores durante o massacre.
A atitude de Ahmed vem sendo amplamente reconhecida pelas autoridades e pela população como um ato de heroísmo em meio a um dos episódios mais violentos registrados recentemente no país.
Com informações do Jovem Pan
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Tristeza: Potiguar morre em acidente de quadriciclo durante passeio no Caribe; ele perdeu o controle da direção ao passar por um buraco e colidir com um muro
16/12/2025

Um jovem identificado como Sávio Emanuel Arruda Duarte Trajano da Silva, de 26 anos morreu após sofrer um acidente de quadriciclo durante um passeio turístico em Curaçao, no Caribe.
A vítima natural de Mossoró, no Rio Grande do Norte, morava no Chile há 8 anos onde trabalhava como guia de turismo
O acidente aconteceu na tarde de sábado (13). Sávio estava em Curaçao acompanhado de uma amiga para comemorar o aniversário dele, em 22 de dezembro.
Segundo informações repassadas pela família, Sávio fazia um passeio de quadriciclo acompanhado dessa amiga. Ele dirigia o veículo, perdeu o controle da direção ao passar por um buraco e colidiu com um muro.
Após o impacto, Sávio foi socorrido e levado a um hospital da região, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu. A amiga que estava com Sávio no momento do acidente permanece hospitalizada, em estado estável, consciente e em recuperação.
Ainda de acordo com a família, Sávio e a amiga haviam chegado a Curaçao na sexta-feira (12), após passarem por outras praias do Caribe.
A família informou que está responsável pelo translado do corpo para o Brasil e destacou que não está sendo realizada nenhuma ação ou campanha de arrecadação.
A irmã dele explicou que a família recebeu a notícia por meio da agência que ele contratou para a viagem. “Ficamos sabendo pela agência de viagem na qual ele comprou a viagem. Não sabemos ainda o dia exato que o corpo vai chegar, está nos trâmites burocráticos, tem uma pessoa de apoio da agência de viagem resolvendo esses trâmites”, disse Isadora Silva.
Por Fernanda Zauli, Antonio Dias? g1 RN / Inter TV/Fotos; Reprodução
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Brasileiro acusado de matar namorado francês em Portugal é absolvido em júri popular: ‘Um alívio enorme’
14/12/2025

Após três dias de julgamento, o Tribunal do Júri em Natal absolveu, na sexta-feira (12), o brasileiro Alexsandro Nascimento da Silva, de 28 anos, acusado de matar o francês Serge Albert Pierre Yves Claude, de 56 anos, com quem teve um relacionamento.
A morte do francês aconteceu em Lisboa, capital de Portugal, em 2019. O réu respondia pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e furto qualificado, que poderiam resultar em até 41 anos de prisão, caso fosse condenado. A decisão dos jurados foi pela absolvição de todas as acusações.
“Foi um alívio. Um alívio enorme. Saber que foi provado que tudo o que eu falava era verdade. Passei anos sendo acusado por algo que não fiz, só por ser brasileiro”, afirmou.
Alexsandro era réu primário e respondia ao processo em liberdade. A decisão do júri formado por sete pessoas foi confirmada em sentença assinada na noite de sexta-feira (12) pela juíza federal Lianne Motta.
Acusação teve origem em investigação portuguesa .O caso chegou à Justiça brasileira após um pedido de cooperação jurídica internacional feito pelo Ministério Público de Portugal. A denúncia no Brasil foi formalizada em agosto de 2024 pelo Ministério Público Federal (MPF) no Rio Grande do Norte.
Segundo a acusação, o francês teria sido morto por asfixia dentro da casa onde morava, em Lisboa, e o corpo foi encontrado dias depois, escondido em uma despensa.
A investigação apontava Alexsandro como autor do crime e dizia que ele teria vendido bens da vítima, incluindo um relógio Rolex, e fugido para Natal.
Defesa apontou xenofobia e falhas na investigação. Durante o julgamento, a defesa realizada pelo advogado dativo Rodrigo Galvão e pelos defensores públicos federais Eduardo Oiveira e Fernanda Evlaine sustentou que Alexsandro foi vítima de xenofobia e racismo, além de falhas graves na investigação conduzida em Portugal.
Durante o julgamento, a defesa e defensores públicos federais sustentou que Alexsandro foi vítima de xenofobia e racismo, além de falhas graves na investigação conduzida em Portugal.
Fernanda Evlaine afirmou que a polícia portuguesa adotou uma linha única de investigação e descartou outros elementos relevantes durante as apurações policiais.
“Ele foi vítima de uma xenofobia, de um racismo. Um homem brasileiro, negro, pobre, que acabou se tornando o elo mais fraco da relação. A polícia fechou nele como suspeito e ignorou outras linhas de investigação”, disse a defensora.
Segundo a defesa, a acusação não tinha prova direta da autoria do crime. Dados de GPS do celular do acusado indicariam que ele não estava na casa da vítima no momento estimado da morte e outros elementos que não apontavam para Alexsandro teriam sido ignorados.
“Houve o que chamamos de ‘visão de túnel’, quando a polícia foca em um único suspeito e descarta tudo que não leva a ele”, explicou
A defensora também destacou que o relógio Rolex citado na denúncia teria sido presente dado pela vítima ao então companheiro e vendido para custear a passagem de volta ao Brasil, quando a mãe de Alexsandro enfrentava um tratamento contra o câncer.
Réu diz que sofreu preconceito
Em entrevista, Alexsandro afirmou que viveu anos de sofrimento por ser acusado de um crime que não cometeu.
Ele contou que trabalhava desde os 13 anos de idade e tinha ido para Portugal para tentar melhores condições de vida para a família, especialmente para a sua mãe, que já tinha diagnóstico de câncer de pulmão.
Na Europa, onde trabalhou como auxiliar de cozinha e de entregas, ele conheceu Serge Albert, com quem teve um relacionamento rápido.
“Foi um relacionamento de poucos meses. Mas mesmo depois, continuamos amigos. Por sermos estrangeiros, tínhamos um ao outro para conversar”, afirmou.
Segundo Alexsandro, o francês gostava de presenteá-lo, algumas vezes com presentes caros. Ele afirma que se arrepende de ter recebido alguns desses presentes, que o colocaram como suspeito do crime.
“Hoje me arrependo de ter aceitado, porque passei tudo isso por ter aceitado um presente muito caro, sabe? Ele era muito muito apaixonado por mim, querendo me agradar. Pensam que eu o queria por interesse, mas não”, diz.
Menos de um ano após chegar a Portugal, Alexsandro conta que deixou o país e voltou ao Brasil para acompanhar sua mãe, que havia recebido o diagnóstico de agravamento da doença, com metástase.
Ele só soube da morte do ex-namorado já no Brasil, quando a polícia portuguesa o procurou no imóvel que dividia com outras pessoas na Europa.
O jovem conta que sofreu preconceito no país europeu, por ser brasileiro, e acredita que essa foi uma das motivações de ter sido apontado como autor do crime.
“A gente é muito mal visto lá. Chamam brasileiro de enganador, de bandido. Teve lugar que eu evitava até falar que era brasileiro”, disse.
“Meu pai ficou sem comer, emagreceu muito. Ver minha foto na TV sendo chamado de assassino doeu demais”, lembrou.
A mãe dele morreu em 2020. Atualmente, Alexsandro trabalha como auxiliar de cozinha em um restaurante na ilha de Fernando de Noronha e pretende reconstruir a vida sem o peso da acusação.
Com informações do g1/Foto: Reprodução
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VÍDEO: Imagens mostram homem desarmando atirador em praia australiana; ‘Herói genuíno’, diz autoridade local
14/12/2025
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Imagens mostram um dos autores de ataque a tiros sendo desarmado por uma pessoa após atacar uma multidão na Austrália. A ação deixou ao menos 11 mortos neste domingo (14). Governador do estado australiano de Nova Gales do Sul, Chris Minns, chamou o homem de “heroi genuíno”.
“Esse homem é um heroi genuíno e não tenho dúvidas de que muitas, muitas pessoas estão vivas esta noite graças à sua bravura”, disse governador de Nova Gales do Sul.
“É a cena mais inacreditável que já vi: um homem se aproximando de um atirador que havia disparado contra a comunidade e, sozinho, o desarmando, colocando sua própria vida em risco para salvar a vida de inúmeras outras pessoas”, disse Minns em uma coletiva de imprensa no domingo.
A polícia australiana confirmou que ao menos 11 pessoas morreram após um ataque a tiros na praia de Bondi, em Sydney. Ainda há 11 feridos, sendo dois policiais. Um dos atiradores também morreu.
Com informações de g1
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VÍDEO: Atiradores matam ao menos 11 pessoas em evento judaico da Austrália; um suspeito é morto e outro, detido
14/12/2025
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Um ataque a tiros neste domingo (14) na praia de Bondi, em Sydney, deixou 11 mortos e 11 feridos, incluindo dois policiais. Um dos suspeitos morreu e o outro foi preso. Vídeos nas redes sociais mostram pessoas correndo pela praia enquanto tiros e sirenes são ouvidos.
O ataque ocorreu durante uma celebração do festival judaico de Hanukkah e foi classificado pela polícia australiana como um ato terrorista. Segundo o primeiro-ministro de Nova Gales do Sul, Chris Minns, a ação foi planejada para atingir a comunidade judaica no primeiro dia da celebração.
O primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, afirmou em nota que as imagens do local são “chocantes” e informou que equipes de emergência seguem atuando para salvar vidas.
Com informações do g1/Jovem Pan
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VÍDEO: Acusado de assassinar Charlie Kirk faz primeira aparição em tribunal nos EUA
12/12/2025
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Tyler Robinson, o jovem de 22 anos de Utah acusado de matar Charlie Kirk, compareceu pessoalmente ao tribunal pela primeira vez nesta quinta-feira (11).
Robinson, que até o momento havia sido ouvido apenas por videoconferência ou por áudio, chegou ao tribunal com algemas nos pulsos e tornozelos, mas vestindo camisa social, gravata e calça social.
Tyler Robinson é acusado de homicídio qualificado pelo assassinato a tiros do ativista conservador Charlie Kirk no dia 10 de setembro, no campus da Universidade Utah Valley. Os promotores planejam pedir a pena de morte.
Ao entrar, ele sorriu para os familiares sentados na primeira fila do tribunal. A mãe, que estava sentada ao lado do marido e do irmão de Robinson, se emocionou e enxugou as lágrimas com um lenço de papel.
A equipe jurídica de Robinson e o Gabinete do Xerife do Condado de Utah pediram ao juiz Tony Graf que proibisse câmeras no tribunal. Os advogados de defesa argumentam que a grande repercussão do caso na imprensa pode interferir no direito a um julgamento justo, porque a ampla divulgação de imagens dele algemado e vestindo roupas de presidiário poderia influenciar negativamente futuros jurados.
Até o momento, o juiz proibiu a mídia de filmar ou fotografar Robinson apenas enquanto ele estivesse algemado. A defesa dele luta para limitar mais o acesso da mídia às audiências.
Com informações de g1
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Colômbia admite que pode dar asilo a Maduro caso ele renuncie ao poder
12/12/2025

Foto: Jesus Vargas/Getty Images
A chanceler da Colômbia, Rosa Villavicencio, afirmou que o país não descarta conceder asilo político ao presidente venezuelano Nicolás Maduro caso ele renuncie e deixe o comando da Venezuela. A declaração ocorre em meio ao aumento da pressão dos Estados Unidos, que intensificaram a tensão regional após apreenderem um navio petroleiro ligado ao regime venezuelano nesta semana.
Villavicencio disse que Washington e Caracas voltaram a dialogar recentemente para tentar negociar uma saída segura para Maduro. Segundo ela, se o acordo envolver a necessidade de o presidente venezuelano buscar proteção em outro país, a Colômbia estaria disposta a recebê-lo. A fala ocorre após reportagens do Miami Herald e do New York Times revelarem que Maduro conversou por telefone com Donald Trump no fim de novembro, quando o republicano teria oferecido passagem segura para ele e sua família deixarem a Venezuela — proposta rejeitada por Maduro.
Ainda de acordo com o Miami Herald, a negociação entre Maduro e Trump não avançou, e a Casa Branca considerou o diálogo encerrado. A pressão dos EUA também mira o governo colombiano: Trump intensificou ataques contra Gustavo Petro, a quem chamou de “narcotraficante”, a mesma acusação feita ao líder venezuelano.
Na quinta-feira (11), Trump voltou a elevar o tom e disse que a Colômbia “está produzindo muita droga”, enviando um recado direto a Petro: “É melhor ele se conscientizar ou será o próximo. Ele será o próximo em breve. Espero que ele esteja ouvindo.” As falas aumentam ainda mais o clima de instabilidade política na região.
Com informações do Metrópoles
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Brasileiros saltam em mar com tubarões após barco pegar fogo
11/12/2025

Foto: Arquivo Pessoal/Carolina Pereira Topfstedt
Quatro brasileiros sobreviveram a um naufrágio durante uma hospedagem em um catamarã [tipo de embarcação de dois cascos], que pegou fogo nas Ilhas de San Blas, localizadas na costa caribenha do Panamá.
Eles contaram que precisaram pular no mar para escapar das chamas, enquanto tubarões nadavam ao redor do barco minutos antes.
O grupo viajava junto desde 28 de novembro em um roteiro pelo Panamá e pela Colômbia. A empreendedora Carolina Pereira Topfstedt, 32, e os amigos Douglas de Melo Zulião, Luciane Alves Casão e Leonardo Ricciarelli reservaram hospedagem, via Airbnb, em um catamarã conduzido por um capitão que morava na própria embarcação.
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O incêndio começou logo após um estalo ouvido pelo capitão, vindo diretamente da cabine. Ele chamou o ajudante ao perceber fumaça saindo do local, segundo Carolina. O grupo tinha acabado de voltar de um mergulho com snorkel. “Eu vi a fumaça e corri para a sala.
O Douglas pegou o extintor, mas a fumaça só aumentava. De repente, eu vi a feição do capitão de desespero e uma labareda atrás dele”, relatou Carolina
A velocidade do fogo impediu qualquer reação organizada, e a fuga aconteceu no instinto. “Pulei no bote na hora, porque achei que o catamarã fosse explodir”, contou Carolina. Comecei a gritar pelos meus amigos.” No mesmo instante, Luciane pulou direto no mar, mesmo sabendo que tubarões circulavam ali. Leonardo, seu marido, mergulhou atrás para ajudá-la.
Eu puxei a Luciane para dentro do bote enquanto o Douglas desamarrava. Não dá para explicar a sensação. Só pensava: ‘a gente precisa se afastar antes de explodir’. Eu peguei um remo e comecei a remar o mais rápido que pude, disse Carolina
O grupo remou a bordo do pequeno bote, até uma ilha próxima. O mesmo bote retornou para buscar o capitão e o ajudante, que sofreram queimaduras leves ao tentar salvar pertences do catamarã.
Quando chegamos na ilha, alguns indígenas nos deram água. Um casal estrangeiro nos deu toalhas para não ficarmos só de biquíni. Estávamos em choque, literalmente sem nada, relatou Carolina
O capitão e o ajudante da embarcação “Terra” também estavam a bordo quando o incêndio começou no último sábado (6).
O cacique de San Blas assumiu o caso e levou os seis envolvidos para registrar um boletim de ocorrência. O grupo foi encaminhado em seguida para a sede do governo indígena em outra ilha. “Nos deram roupas, comida, banho, um lugar para dormir. Era tudo simples — banho gelado, sem luz — mas fomos recebidos com muito amor e empatia”, relatou Carolina.
No domingo, o cacique pediu que seu motorista levasse os brasileiros até a Cidade do Panamá para resolverem a documentação. Ele também telefonou pessoalmente ao cônsul brasileiro, Geraldo Seabra.
“Ele saiu de um almoço de domingo e foi nos encontrar. Ajudou com muita paciência e emitiu um documento que permitia nossa volta ao Brasil até o dia 11”, diz
Sem roupas, dinheiro ou pertences, o grupo precisou comprar peças básicas antes de conseguir antecipar o voo. A viagem original só terminaria em 14 de dezembro. “Perdemos o resto da viagem, hospedagens, voos internos. Compramos a passagem mais próxima possível, que foi na madrugada do dia 8. Estávamos desolados, traumatizados”.
No aeroporto, passageiros perceberam o estado do grupo e emprestaram blusas para que não embarcassem apenas com as roupas improvisadas recebidas na ilha.
Carolina afirma que pretende voltar ao Panamá quando estiver recuperada emocionalmente. Entre os aprendizados que ficaram, ela cita, categoricamente: “fazer seguro-viagem, ter fotos dos documentos e contatos de emergência sempre à mão”
Do UOL
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