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Uso de chupeta por adultos vira tendência na China e preocupa médicos

07/08/2025

Foto: Reprodução

 

Um hábito associado a bebês virou moda entre adultos na China. Chupetas de silicone ou borracha, vendidas em plataformas de comércio eletrônico como itens para aliviar estresse e melhorar o sono, têm atraído milhares de consumidores. A nova tendência, no entanto, gerou preocupação entre profissionais de saúde, que alertam para os riscos do uso prolongado.

Os produtos são anunciados como versões adultas das chupetas infantis. Um vendedor afirmou ter comercializado mais de duas mil unidades em apenas um mês. Usuários alegam que o hábito de chupar a chupeta oferece conforto emocional, ajuda a controlar a ansiedade e, em alguns casos, contribui até para parar de fumar.

Apesar dos depoimentos positivos, médicos e psicólogos alertam para os possíveis efeitos nocivos da prática. O dentista Tang Caomin explicou que o uso diário por mais de três horas pode causar desalinhamento dos dentes, alterações na mandíbula e até dificuldades para mastigar.

Já os profissionais da saúde mental afirmam que o uso da chupeta pode funcionar como um mecanismo de evasão. Em vez de lidar diretamente com as causas da ansiedade, o objeto serviria apenas como uma forma de mascarar os sintomas.

 

R7

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Governo Lula avalia endurecer entrada de produtos americanos em resposta a Trump

04/08/2025

Foto: Marcello Casal Jr/ABr

 

O Brasil criou 166,6 mil empregos com carteira assinada em junho de 2025. Trata-se de um recuo de 19,2% ante o mesmo período em 2024, quando houve saldo positivo de 206,3 mil postos de trabalho.

Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (4) pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O resultado veio abaixo das expectativas do mercado.

Atualmente, o Brasil tem 48,4 milhões de pessoas trabalhando formalmente nos setores público e privado –variação positiva de 3,4% em relação ao estoque de junho de 2024.

SALÁRIO MÉDIO

O salário médio de admissão foi de R$ 2.278,37 em junho. O resultado representou um aumento de R$ 24,48 (ou alta de 1,09%) em relação a maio (R$ 2.253,89), considerando o valor corrigido pela inflação.

Na comparação com junho de 2024, houve uma alta real de R$ 28,76 (ou crescimento real de 1,28%).

1º SEMESTRE

O saldo de empregos com carteira assinada de janeiro a junho foi de 1,22 milhão de vagas. É uma baixa de 6,8% em relação aos 1,31 milhão de empregos criados no 1º semestre de 2024.

 

Poder 360

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Brasil acumula histórico de tensões comerciais com os EUA sob nova ofensiva de Trump

04/08/2025

Foto: Ronald Reagan/AFP

 

Alvo de uma investigação do governo Donald Trump por práticas supostamente injustas no comércio, o Brasil tem um histórico de graves atritos comerciais com os Estados Unidos nas últimas décadas. O auge desse embate ocorreu nos anos 1980, com processos semelhantes abertos pelo USTR (escritório do representante de comércio dos EUA) em disputas envolvendo informática e patentes farmacêuticas.

Em 15 de julho, sob determinação de Trump, o USTR iniciou uma apuração formal contra o Brasil em múltiplas frentes: comércio digital e serviços de pagamento eletrônico; tarifas “injustas e preferenciais”; leis anticorrupção; proteção da propriedade intelectual; acesso ao mercado de etanol; e desmatamento ilegal.

Como a Folha mostrou, essa nova investigação tem potencial de causar danos adicionais à economia brasileira e traz riscos de sanções consideradas de difícil reversão.

Não é a primeira vez que o Brasil entra na mira do USTR e se torna alvo de um processo com base na chamada seção 301 da Lei de Comércio dos EUA. O país já enfrentou ao menos quatro apurações desse tipo, embora menos abrangentes que a atual. Em um dos casos, houve aplicação de sanções.

No primeiro episódio, a ofensiva de Washington foi motivada pela Política Nacional de Informática, instituída por lei em 1984. Um dos principais pontos dessa política eram incentivos e proteção para empresas brasileiras, o que limitava a atuação de companhias estrangeiras —sobretudo americanas.

Em setembro de 1985, o USTR lançou uma investigação contra a “Política Nacional de Informática e seus efeitos sobre as exportações dos EUA e as atividades de empresas norte-americanas no Brasil”.

Os EUA alegavam que a política brasileira restringia investimentos americanos no setor e que não havia proteção adequada de propriedade intelectual no país.

Segundo relatou o embaixador Regis Arslanian em um estudo sobre o tema feito para o Itamaraty, as negociações entre os dois países se estenderam pelos anos seguintes.

De um lado, a sinalização do Brasil de que garantiria em lei a proteção de direitos autorais de software levou os EUA a adiar a conclusão da apuração. De outro, houve momentos de forte tensão, como em 1987, quando o governo brasileiro negou um pedido de licenciamento feito pela Microsoft.

Após essa decisão, o então presidente dos EUA, Ronald Reagan, ameaçou aplicar uma sobretaxa de 100% sobre uma cesta de produtos brasileiros. A lista de bens que seriam tarifados incluía chapas de madeira, ferro, máquinas, equipamentos telefônicos e aviões.

“Naquele mesmo dia, o presidente José Sarney, em nota à imprensa, informou que o Brasil recorreria ao GATT [antecessor da OMC] e declarou que considerava a atitude norte-americana um ‘constrangimento inaceitável’, denunciando ainda o procedimento do governo dos EUA por não ter utilizado a via diplomática para o anúncio de sua decisão”, relatou Arslanian em sua tese.

O Brasil então concedeu licença de comercialização para uma versão mais atualizada do programa da Microsoft e promoveu novas flexibilizações na política de informática. As sanções foram suspensas, mas a investigação do USTR só foi encerrada em 1989.

Tarifaço

À Folha Arslanian, hoje sócio do escritório LicksAttorneys, diz que embora aquele tarifaço de Reagan não tenha sido implementado, houve prejuízos a exportadores brasileiros que constavam na lista de possíveis alvos, uma vez que a incerteza inviabilizou vendas para os EUA.

Mesmo antes do fim da disputa sobre informática, o USTR abriu nova frente contra o Brasil, dessa vez no setor farmacêutico. O embaixador Mauricio Lyrio, hoje secretário de Clima no Itamaraty e um dos responsáveis por negociações com o governo Trump, relatou em trabalho acadêmico publicado em 1994 que o principal pleito de Washington era a eliminação de um dispositivo no Código de Propriedade Industrial que proibia a concessão de patentes a medicamentos.

A investigação foi iniciada em 1987, a pedido de uma associação de laboratórios americanos. Nos primeiros contatos, o Brasil resistiu à ideia de flexibilizar sua posição sobre o patenteamento, o que levou ao anúncio —e posterior implementação— de tarifas punitivas de 100% sobre determinados produtos brasileiros.

Foram três grupos de itens sobretaxados: papel, farmacêuticos e produtos eletrônicos.

A postura negociadora brasileira mudou com a chegada de Fernando Collor à Presidência (1990), o que enfraqueceu a abordagem nacionalista em favor de um projeto mais liberal. O novo governo admitiu reformar o Código de Propriedade Industrial para permitir o patenteamento de remédios.

Além da mudança de orientação no Palácio do Planalto, Lyrio ponderou em seu artigo que a eficácia da proibição de patentes já estava sendo questionada internamente.

“A precariedade da resistência ao pleito norte-americano devia-se ao fato de que a eficácia econômica do não patenteamento era perfeitamente contestável: a medida gerara custos comerciais, como as sanções de julho de 1988, sem a contrapartida de benefícios internos, pois não desenvolvera a capacitação tecnológica nacional no setor farmacêutico, nem impedira a perda de mercado dos laboratórios brasileiros”, escreveu.

As sanções americanas nesse caso foram encerradas em 1990.

Nos anos 1990, houve uma nova investigação na área de propriedade intelectual, rapidamente encerrada sem a imposição de sanções ao Brasil.

Mas o fim da apuração não significou o desaparecimento da ameaça de ações do USTR. O Brasil permaneceu numa lista de países que, na visão dos EUA, têm regras frágeis de propriedade intelectual, o que sempre significou risco de medidas adicionais.

No primeiro mandato de Trump, o Brasil voltou a figurar numa apuração do USTR, mas num processo setorial em que várias nações foram acusadas de possíveis práticas de taxação de serviços digitais. A ação foi encerrada na gestão Joe Biden, com a conclusão de que o Brasil não realizou esse tipo de taxação.

Ao analisar o uso da seção 301 na década de 1980 e agora, Arslanian vê diferenças claras.

“O conceito utilizado antes era baseado no liberalismo comercial. A [investigação da seção] era um instrumento para abrir mercados. Hoje em dia a [seção] 301 é um instrumento protecionista. Trump a usou contra o Brasil para fundamentar o fechamento do mercado americano para produtos brasileiros”, afirma à Folha.

 

Folha de S.Paulo

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VÍDEO: Papa Leão XIV celebra missa para mais de 1 milhão de pessoas no encerramento do Jubileu da Juventude

03/08/2025

Imagens: Vatican News

 

O papa Leão 14 celebrou neste domingo (3) uma missa para um público estimado em 1 milhão de pessoas, reunidas em Roma por ocasião de uma vigília de oração pelo Jubileu da Juventude, o ano sagrado da Igreja Católica. Na noite deste sábado (2), antes de uma vigília à qual o pontífice também compareceu, os organizadores calcularam 800 mil fiéis no amplo espaço ao ar livre destinado ao evento no distrito de TorVergata, nos subúrbios da capital italiana. Já na manhã deste domingo, o Vaticano afirmou que o número havia subido para 1 milhão. Trata-se, assim, da maior cerimônia do pontificado de Leão 14, iniciado em maio.

Já na manhã de sábado, milhares de jovens peregrinos dispostos a passar a noite ao ar livre já tinham se instalado com cobertores e colchões em TorVergata.

Eles passaram a noite na esplanada de cerca de cem hectares, onde foram instaladas telas gigantes. Antes da missa, o líder de 1,4 bilhão de católicos do mundo chegou de helicóptero e saudou a multidão de dentro do papamóvel.

Em seguida, o papa Leão 14 realizou a cerimônia de um altar de madeira de 1.400 metros quadrados instalado para a ocasião, junto a milhares de sacerdotes, religiosos, além de 450 bispos e mais de 7.000 padres.

Em sua homilia, o pontífice deixou uma mensagem de esperança, humildade e fraternidade. “A plenitude da nossa existência não depende do que acumulamos, nem do que possuímos. Em vez disso, está ligada ao que podemos acolher e compartilhar uns com os outros”, disse aos jovens.

“Queridos jovens, espalhem seu entusiasmo e o testemunho de sua fé a todos que encontrarem”, disse o papa durante o evento, que também incentivou o público a não se concentrar em adquirir bens materiais, mas em ajudar os necessitados.

“Comprar, acumular e consumir não é suficiente”, disse Leão. “Precisamos perceber que tudo no mundo só tem sentido na medida em que serve para nos unir a Deus e aos nossos irmãos e irmãs”, declarou. “Aspirem às grandes coisas, à santidade, onde quer que estejam.”

No encerramento da missa, Leão anunciou a data da próxima edição da Jornada Mundial da Juventude. O encontro ocorrerá de 3 a 8 agosto de 2027, em Seul, na Coreia do Sul, com o tema “Tende coragem, Eu venci o mundo”.

A organização do Jubileu representou um desafio logístico extraordinário para as autoridades, com cerca de 10 mil pessoas mobilizadas, entre policiais e agentes de proteção civil, e medidas sanitárias — distribuição de garrafas de água e pulverizadores — para ajudar os participantes a suportar o calor do verão romano.

 

Folhapress

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Presa na Itália, Zambelli ganha tempo em processo na CCJ da Câmara

02/08/2025

Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

 

Presa na Itália, a deputada licenciada Carla Zambelli (PL-SP) deve ganhar tempo no processo de perda do seu mandato que tramita na Comissão Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.

Inicialmente, a previsão era de que o processo contra a parlamentar fosse votado pelos deputados na comissão no início de agosto, logo após a volta do recesso de julho no Legislativo.

A previsão, porém, mudou. À coluna do Igor Gadelha, o presidente da CCJ, deputado Paulo Azi (União-BA), disse que o processo deve ser analisado somente em setembro, devido aos tramites da ação.

O parecer sobre o caso, por exemplo, ainda não foi apresentado pelo relator, Diego Garcia (Republicanos-PR), e só será votado quando testemunhas e a própria Zambelli forem ouvidas.

O presidente da CCJ, segundo apurou a coluna, tem uma conversa com o relator do caso prevista para a terça-feira (5/8). No encontro, eles devem conversar sobre o calendário para o processo.

Extradição pode afetar futuro de Zambelli

Como a coluna noticiou, a possível extração de Zambelli, se ocorrer logo, tem potencial para influenciar o processo de perda do mandato da parlamentar na Câmara.

“Com a prisão, não haverá nenhuma alteração no que estamos avaliando na CCJ. O que pode acontecer é que, em caso de extradição, interfira no julgamento, em como cada deputado vai votar (em relação à perda de mandato)”, avalia o presidente da comissão.

 

Metrópoles – Igor Gadelha

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JD INFORMÁTICA

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Brasil manda generais morarem na China

02/08/2025

A oficialização da residência de dois oficiais generais das Forças Armadas brasileiras na China causou forte repercussão nos meios diplomáticos internacionais, especialmente em Washington. Pela primeira vez, o Brasil estabelece uma representação militar de alto escalão em solo chinês. Oficiais do Exército e da Marinha vão atuar como adidos de defesa com o governo de Xi Jinping. A medida está no Decreto nº 12.480 de 2 de junho de 2025.

Trata-se principalmente de um movimento sem precedentes. Da mesma forma, sugere uma mudança relevante na política externa brasileira, sobretudo ao ser interpretada em conjunto com outros gestos recentes do governo Lula. Entre eles estão o alinhamento estratégico no âmbito do Brics, os estudos para a criação de um sistema de navegação por satélite independente, bem como denúncias sobre o aumento da participação de empresas chinesas no agronegócio nacional.

Brasil se expõe a novas retaliações

O envio dos oficiais brasileiros à China ocorre em meio à intensificação das tensões com os Estados Unidos. Fontes da inteligência norte-americana revelam que a CIA iniciou uma investigação sobre o papel da China no setor agrícola brasileiro. Considera-se a hipótese de o Brasil configurar, sob o governo Lula da Silva, um atalho para o fortalecimento de Pequim na disputa global contra Washington.

Nesse contexto, a decisão brasileira reforça a percepção, entre diplomatas e analistas militares, de uma aproximação incomum do Brasil ao regime comunista chinês — o que pode justificar, no curto prazo, novas retaliações comerciais ou diplomáticas dos EUA. Trata-se de um gesto que, embora simbólico, adquire peso estratégico ao reposicionar o Brasil no xadrez geopolítico da “nova guerra fria”.

Historicamente, a diplomacia militar brasileira manteve-se fortemente alinhada aos Estados Unidos. Um levantamento da revista Sociedade Militar revela que, entre 2018 e 2025, o Exército Brasileiro realizou 74 exercícios conjuntos com os EUA — número significativamente superior ao de qualquer outro país parceiro, como México (13), Canadá (9), Guatemala (7) e Honduras (6). No que diz respeito aos adidos militares com status de oficial general, até então apenas os EUA contavam com essa prerrogativa.

A nomeação de um general do Exército e de um almirante da Marinha como representantes permanentes em Pequim, além de outros três oficiais superiores destacados como adjuntos e adido aeronáutico, representa uma mudança clara no rumo geopolítico. Nem mesmo aliados históricos, como a Inglaterra, da qual o Brasil adquiriu diversos navios de guerra, contaram com presença militar brasileira de mesmo nível.

 

Revista Oeste 

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Ótica Rodrigues - João Câmara/RN

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Brinquedo se parte ao meio em parque e deixa mais de 20 feridos; veja vídeo

01/08/2025

Foto: Reprodução

 

Ao menos 23 pessoas ficaram feridas, sendo três de forma grave, depois que um brinquedo chamado ‘360 graus’ quebrou em um parque de diversões de Taif, na Arábia Saudita. Ele se partiu em dois e o impacto causou alguns ferimentos.

O caso ocorreu nesta quinta-feira (31) no Green Mountain Park, na região de Al Hada, segundo o jornal Khaleej Times.

 
 
 
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Um vídeo do incidente viralizou nas redes sociais, mostrando o poste central que ancorava o brinquedo se partindo em duas partes. A filmagem mostra um grupo de pessoas aproveitando o brinquedo balançando para frente e para trás em um poste. É possível ouvir diversos gritos das pessoas a bordo.

O Khaleej Times afirma que o mastro do brinquedo recuou em alta velocidade e atingiu algumas pessoas que estavam próximas. Algumas dessas pessoas também ficaram feridas.

 

CBN

 

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BARRACÃO DO MARCELO

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Defesa de Zambelli alegará problemas de saúde em audiência na Itália

01/08/2025

 Foto: reprodução

 

A defesa da deputada federal licenciada Carla Zambelli (PL-SP) deve pedir para que ela vá para prisão domiciliar ou responda em liberdade até que o pedido de extradição seja analisado pelo governo italiano.

O advogado Fábio Pagnozzi disse que ela será acompanhada na audiência pelo representante da defesa na Itália nesta sexta-feira (1º).

A justificativa para o pedido será a saúde da parlamentar. Zambelli, de acordo com o advogado, está sem acesso à medicação de uso diário na penitenciária que foi encaminhada até a audiência. Ela tem diversas comorbidades e pode começar a sentir os efeitos da falta dos remédios em 48 horas.

Outra alegação é que ela não representa risco aos cidadãos do país europeu.

Ainda segundo a defesa, ela não tem interesse em fugir da Itália já que está lista de difusão vermelha da Interpol.

Sem pedido de asilo

O advogado informou ainda que não cabe um pedido de asilo político contra a extradição, já que Zambelli tem cidadania italiana.

A defesa durante o procedimento de extradição irá dizer ao governo italiano que ela é uma perseguida política no Brasil e vai pedir o reconhecimento dos direitos dela como cidadã italiana para que ela permaneça no país.

Extradição

O Ministério do Interior da Itália, equivalente ao Ministério da Justiça brasileiro, recebeu o pedido do Brasil em 12 de junho. Após análise, distribui a um tribunal.

Após a prisão da deputada, para fins extradicionais, o tribunal avalia se há condições de extradição, analisando documentação e a condenação pelo crime de invasão de dispositivo eletrônico.

Depois da decisão do tribunal, aceitando ou negando, o processo volta ao Ministério do Interior, que informa a decisão à Embaixada do Brasil na Itália.

A partir daí, se tiver autorizada a extradição, o processo de extradição entra na fase logística, em que a extraditanda é trazida ao Brasil.

A PF (Polícia Federal) entra nessa fase para ir até a Itália buscar a deputada federal. Se o pedido for aceito, os agentes definirão se a extradição será em voo comercial ou em aeronave própria da PF.

 

CNN

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TARIFAÇO: Brasil será chamado a negociar, dizem emissários do governo Trump a empresários dos EUA

01/08/2025

Foto: Joyce N. Boghosian/Casa Branca

 

O Brasil será chamado a negociar com o governo americano, revelaram emissários do governo Trump a empresários dos Estados Unidos, conforme apurou o Estadão/Broadcast. A data, contudo, ainda segue em definição e não é aberta pelos interlocutores.

Apesar de ter sido o país mais taxado até aqui – com exceção da China, cujas alíquotas passaram dos 100% e foram suspensas por 90 dias para tratativas bilaterais -, o Brasil teria ficado mais para o fim da fila, segundo apurou a reportagem, porque Washington estaria dando prioridade aos mercados que são superavitários comercialmente com os Estados Unidos.

Ao contrário do que trazia a carta de 9 de julho do presidente Donald Trump – quando informou a sobretaxa de 40%, além da alíquota de 10% de 2 de abril, levando a 50% -, o Brasil tem déficits constantes com os EUA.

Empresários americanos, em contato com contrapartes brasileiras, afirmam que, até aqui, os acordos firmados pelos Estados Unidos com países parceiros têm seguido a ordem de superávit comercial. A prioridade, segundo os interlocutores, tem sido os mercados com os quais os Estados Unidos têm déficit comercial – caso da União Europeia, Japão e Indonésia, citam.

Já com o Brasil, os EUA têm superávit comercial, que foi de US$ 253 milhões em 2024, conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). Seguindo essa premissa, o Brasil ficou para o “fim da fila”.

A estratégia foi repassada por secretários do governo americano e assessores da Casa Branca a empresários locais. Interlocutores destacam, contudo, que há um componente político na negociação bilateral que não pode ser ignorado.

Nesta quinta-feira, na ordem executiva sobre o tarifaço do Brasil, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cobrou que o governo brasileiro tome ações contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e se alinhe aos interesses americanos como condição para rever as tarifas de 50% aplicadas contra produtos do Brasil.

No texto, Trump afirma que há uma “emergência nacional” no Brasil. Segundo ele, ações do governo brasileiro têm “ameaçado a segurança nacional, a política externa e a economia” americana. O presidente dos Estados Unidos cita Moraes nominalmente, fala em “abuso de autoridade judicial” e também menciona uma “perseguição política” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Negociadores estavam enxergando pouco espaço para negociações porque tudo estaria apenas nas mãos de Trump. De forma geral, após a extensa lista de exceções, autoridades ficaram sem entender de imediato o que ela poderia realmente significar.

A publicação em paralelo do decreto da lista de exceções surpreendeu o Executivo. O foco do governo brasileiro neste primeiro momento era a negociação da tarifa geral de 50% e do prazo de entrada em vigor da sobretaxa. O governo brasileiro esperava negociar exceções para serem excluídas da tarifa apenas em um segundo momento.

Outro interlocutor comentou que, com um presidente centralizador e pouco afeito à previsibilidade, há o temor de que novas notícias negativas possam chegar ao front a qualquer momento. Apesar disso, todas as empreitadas do Brasil foram avaliadas como positivas até aqui e, possivelmente, embriões para ações que devem ser tomadas na sequência.

Entre elas estão as teleconferências feitas entre o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Geraldo Alckmin, a comitiva de senadores a Washington e o encontro do chanceler Mauro Vieira com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, também na capital americana.

 

Estadão Conteúdo

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BRASIL GÁS - GÁS SÃO TOMÉ

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Governo Trump tem plano de sanções graduais contra autoridades do Brasil

31/07/2025

Foto: Brendan SMIALOWSKI / AFP

 

O Departamento de Estado dos Estados Unidos planeja impor a Lei Magnitsky a outros ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) que votaram a favor do processo contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, segundo apuração de Lourival Sant’Anna, analista de Internacional da CNN Brasil.

O governo dos EUA aplicou na quarta-feira (30) a legislação contra Alexandre de Moraes, ministro do STF. A lei é usada para punir estrangeiros acusados de violações graves de direitos humanos.

Ao programa WW na noite de quarta, Sant’Anna afirmou que o processo deve ser feito de forma gradual.

“Esse plano inclui também outras medidas em relação aos vistos das pessoas que estão ali em torno do presidente Lula, isentando Lula, a primeira-dama e o vice-presidente Alckmin. E essa restrição de vistos pode se estender também aos brasileiros em geral”, acrescentou ele.

O analista disse que, segundo o mesmo plano, vistos que já existem podem ser revogados, e brasileiros podem ter que pagar 500 dólares para tirar novamente o documento.

Sant’Anna também afirmou que as tarifas impostas por Donald Trump são uma forma do presidente dos Estados Unidos impor a própria vontade.

“O que o governo americano quer é demonstrar muita munição e que essa munição vai sendo empregada gradualmente a partir de cada resposta do governo brasileiro”, destacou.

Possível interferência na eleição presidencial de 2026

Na avaliação de Lourival Sant’Anna, Trump gostaria que Lula fosse à Casa Branca para tentar “constrangê-lo”.

Segundo o analista, a ideia é que presidente brasileiro seja visto reconhecendo que o processo contra Bolsonaro foi longe demais. “Isso seria o cenário ideal para o Trump. O próprio Trump tem informação de que isso não vai acontecer”, afirmou.

Dessa forma, ele afirma que o outro cenário possível na visão de presidente dos EUA seria a possibilidade de uma eventual interferência nas eleições de 2026, para colocar no poder alguém aliado ao republicano.

“Trump quer impor este alinhamento. Primeiro, o Departamento de Estado está planejando estender este tipo de medida contra a Colômbia. Já está havendo um conflito forte contra o Panamá”, ressalta o analista.

“O Departamento de Estado está premiando a Argentina, o governo do Javier Milei, com discussão sobre tarifa zero em 80% dos produtos de ambos os lados e também com a isenção de visto para os argentinos viajarem para os EUA. Então, com isso se vê que é um jogo bem claro de premiar os aliados e castigar os adversários”, disse Sant’Anna.

Exigências americanas tocam em pontos sensíveis para o Brasil

As negociações entre Brasil e Estados Unidos sobre tarifas comerciais revelam profundas divergências conceituais sobre democracia e liberdade de expressão.

O debate surge em um momento em que os EUA oficializaram novas tarifas comerciais contra o Brasil.

De acordo com Lourival Sant’Anna, as exigências americanas tocam em pontos sensíveis relacionados à soberania nacional brasileira e à independência dos Poderes.

As discussões ultrapassam a esfera puramente comercial e adentram questões fundamentais sobre o funcionamento das instituições democráticas.

 

CNN Brasil

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BRASIL GÁS - GÁS SÃO TOMÉ

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Suco de Laranja, aeronaves civis, petróleo: Casa Branca divulga lista de produtos brasileiros que não serão taxados

31/07/2025

Entre os itens excluídos do tarifaço estão suco de laranja congelado, celulose, produtos de energia, fertilizantes e aeronaves civis e suas peças.

Foto: Reprodução/Freepik

 

Poucos minutos após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinar a ordem executiva que confirma a tarifa de 50% para produtos brasileiros, a Casa Branca divulgou uma lista com 694 produtos que serão isentos da medida. 

Leia também:

Trump oficializa tarifa de 50% sobre produtos brasileiros

Entre os itens excluídos do tarifaço estão suco de laranja congelado, celulose, produtos de energia, fertilizantes e aeronaves civis e suas peças. A lista também inclui commodities estratégicas, como minério de ferro e gás natural liquefeito.

A isenção representa um alívio parcial para setores relevantes da economia brasileira. No entanto, produtos como carne bovina, café torrado, peixe e mel orgânico ficaram de fora das exceções e serão impactados pela nova tarifa. Somente o café torrado e a carne representam 6,6% das exportações brasileiras para os EUA.

Veja alguns dos produtos brasileiros isentos da tarifa de 50%:

Castanha-do-Brasil com casca

Polpa e suco de laranja congelado

Minério de ferro e de estanho

Óleos de petróleo, querosene de aviação, gás natural e propano

Vaselina e energia elétrica

Fertilizantes com nitrogênio, fósforo e potássio

Tubos e acessórios de plástico

Celulose e ouro não monetário

Peças e motores de aeronaves

Helicópteros e aviões de diversos portes

Ventiladores e simuladores de voo

Aeronaves não tripuladas para transporte de passageiros

 

Ponta Negra News

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“Ações do Governo do Brasil são ameaça à segurança nacional, à política externa e à economia dos EUA”, diz comunicado da Casa Branca ao confirmar tarifaço de 50%; leia a íntegra

31/07/2025

Foto: Eduardo Munoz/Reuters; Ricardo Stuckert/Divulgação via Reuters

 

O comunicado da Casa Branca divulgado assim que Donald Trump assinou o decreto que tornou oficial o tarifaço de 50% a produtos brasileiros exportados aos EUA diz que a ordem executiva foi motivada por práticas do governo brasileiro que estariam prejudicando empresas americanas, violando direitos de liberdade de expressão de cidadãos dos EUA e comprometendo interesses estratégicos do país.

Veja o comunicado da Casa Branca na íntegra

ENFRENTANDO UMA EMERGÊNCIA NACIONAL: Hoje, o Presidente Donald J. Trump assinou uma Ordem Executiva implementando uma tarifa adicional de 40% sobre o Brasil, elevando o total da tarifa para 50%, para lidar com políticas, práticas e ações recentes do Governo do Brasil que constituem uma ameaça incomum e extraordinária à segurança nacional, à política externa e à economia dos Estados Unidos.

A Ordem declara uma nova emergência nacional usando a autoridade do Presidente sob a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional de 1977 (IEEPA) e estabelece uma tarifa adicional de 40% para enfrentar as políticas e ações incomuns e extraordinárias do Governo do Brasil que prejudicam empresas americanas, os direitos de liberdade de expressão de cidadãos americanos, a política externa dos EUA e a economia americana.

A Ordem conclui que a perseguição política, intimidação, assédio, censura e processos judiciais contra o ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro e milhares de seus apoiadores constituem graves abusos de direitos humanos que minaram o Estado de Direito no Brasil.

USANDO INFLUÊNCIA PARA PROTEGER NOSSOS INTERESSES: O Presidente Trump reafirmou consistentemente seu compromisso de defender a segurança nacional, a política externa e a economia dos Estados Unidos contra ameaças estrangeiras, incluindo a proteção da liberdade de expressão, a defesa de empresas americanas contra coerção censória ilegal e a responsabilização de violadores de direitos humanos por seu comportamento fora da lei.

Recentemente, membros do Governo do Brasil tomaram ações sem precedentes para coagir de forma tirânica e arbitrária empresas americanas a censurar discurso político, remover usuários de plataformas, entregar dados sensíveis de usuários americanos ou alterar suas políticas de moderação de conteúdo sob pena de multas extraordinárias, processos criminais, congelamento de ativos ou exclusão total do mercado brasileiro. Isso compromete não apenas a viabilidade das operações comerciais de empresas americanas no Brasil, mas também a política dos Estados Unidos de promover eleições livres e justas e proteger direitos humanos fundamentais dentro e fora do país.

Por exemplo, desde 2019, o Ministro do Supremo Tribunal Federal do Brasil, Alexandre de Moraes, tem abusado de sua autoridade judicial para ameaçar, perseguir e intimidar milhares de seus opositores políticos, proteger aliados corruptos e suprimir dissidências, frequentemente em coordenação com outros membros do STF, em prejuízo de empresas americanas que operam no Brasil.

O Ministro Moraes emitiu unilateralmente centenas de ordens para censurar secretamente seus críticos políticos. Quando empresas americanas se recusaram a cumprir essas ordens, ele impôs multas substanciais, ordenou a exclusão dessas empresas do mercado de redes sociais no Brasil, ameaçou seus executivos com processos criminais e, em um caso, congelou os ativos de uma empresa americana no Brasil para forçar o cumprimento.

De fato, além de prender indivíduos sem julgamento por postagens em redes sociais, o Ministro Moraes está atualmente supervisionando o processo criminal do Governo do Brasil contra Paulo Figueiredo, residente nos EUA, por declarações feitas em solo americano, e apoiou investigações criminais contra outros cidadãos americanos após eles denunciarem suas graves violações de direitos humanos e corrupção.

O Presidente Trump está defendendo empresas americanas contra extorsão, protegendo cidadãos americanos contra perseguição política, salvaguardando a liberdade de expressão americana contra censura e protegendo a economia americana de ser sujeita a decretos arbitrários de um juiz estrangeiro tirânico.

COLOCANDO A AMÉRICA EM PRIMEIRO LUGAR: Ao impor essas tarifas para enfrentar as ações imprudentes do Governo do Brasil, o Presidente Trump está protegendo a segurança nacional, a política externa e a economia dos Estados Unidos contra uma ameaça estrangeira. Em linha com seu mandato eleitoral, o Presidente Trump também tomou outras medidas para alcançar a paz por meio da força e garantir que a política externa reflita os valores, a soberania e a segurança dos EUA.

No primeiro dia de mandato, o Presidente Trump assinou uma “Diretiva de Política América Primeiro” ao Secretário de Estado, declarando que a política externa dos Estados Unidos deve sempre priorizar os interesses da América e de seus cidadãos.

Em conformidade com essa diretiva, em 28 de maio de 2025, o Secretário Rubio anunciou uma política de restrição de vistos direcionada a estrangeiros responsáveis pela censura de expressão protegida nos Estados Unidos.

De acordo com essa política, em 18 de julho, o Presidente Trump ordenou ao Secretário Rubio que revogasse os vistos pertencentes ao Ministro Moraes, seus aliados no Tribunal e seus familiares imediatos por seu papel em permitir as violações de direitos humanos contra brasileiros e violações de liberdade de expressão contra americanos.

Preservar e proteger os direitos de liberdade de expressão de todos os americanos e defender empresas americanas contra censura forçada continuará sendo prioridade na estratégia de política externa América Primeiro do Presidente Trump.

O Presidente Trump já utilizou tarifas com sucesso no passado para promover os interesses da América e enfrentar outras ameaças urgentes à segurança nacional, e está fazendo isso novamente hoje.

 

Com informações de g1

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Trump assina decreto que oficializa tarifas de 50% ao Brasil

31/07/2025

Foto: REUTERS/Nathan Howard

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quarta-feira (30) um decreto executivo que oficializa a tarifa de 50% sobre os produtos brasileiros.

No documento, Trump cita que a ordem é justificada por uma “emergência nacional” em razão das políticas e ações “incomuns” e “extraordinárias” do governo brasileiro que, segundo o republicano, prejudicam empresas americanas, os direitos de liberdade de expressão dos cidadãos dos EUA e a política externa e a economia do país, de modo geral.

Trump também cita como justificativa para a medida o que considera como “perseguição, intimidação, assédio, censura e processo politicamente motivado” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Com os motivos considerados acima, a Casa Branca informou que a decisão foi tomada com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional, de 1977, que confere ao presidente dos EUA o poder de tomar medidas extremas em tempos de emergência nacional.

“O presidente Trump tem reafirmado consistentemente seu compromisso de defender a segurança nacional, a política externa e a economia dos Estados Unidos contra ameaças estrangeiras, inclusive salvaguardando a liberdade de expressão, protegendo empresas americanas de censura coercitiva ilegal e responsabilizando violadores de direitos humanos por seu comportamento ilegal”, diz o documento.

 

CNN Brasil

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Governo Lula espera uma manifestação do representante de Comércio dos EUA para avançar em negociação de tarifas

30/07/2025

Foto: Montagem com fotos da AFP

 

 Às vésperas de entrar em vigor uma sobretaxa de 50% sobre as exportações de todos os produtos brasileiros, prevista para sexta-feira, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda aguarda acenos de Washington para que seja aberta uma negociação formal para um acordo entre Brasil e Estados Unidos.

Segundo interlocutores que acompanham o impasse, o ideal é que o representante comercial da Casa Branca, JamiesonGreer, dê um passo à frente e volte a conversar com o governo brasileiro. Apesar das recentes conversas entre o vice-presidente Geraldo Alckmin e o secretário americano de Comércio, Howard Lutnick, é Greer o principal responsável pela costura de acordos internacionais.

O representante participou de negociações com a China em Estocolmo, nos últimos dias, ao lado do secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent.

O retorno para os EUA do presidente Donald Trump e os principais integrantes de sua equipe, que estavam em visita à Escócia na terça-feira, pode ajudar a melhorar esse cenário, arriscam pessoas familiarizadas com o tema.

A avaliação é que, como a Casa Branca tem negociado e fechado acordos com vários parceiros internacionais, como Indonésia, Reino Unido, Japão e União Europeia, o Brasil espera sua vez na fila.

Nos últimos dois dias, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, esteve em Nova York para participar de uma reunião da ONU sobre a situação na Palestina. Vieira indicou ao governo dos EUA que estaria disposto a ir até Washington para uma reunião de alto nível, caso fosse convidado.

O governo brasileiro espera uma resposta dos EUA sobre o que querem negociar com o Brasil, se há produtos que deveriam ser importados sem tarifas para o mercado americano, que bens poderiam ser vendidos livremente para o mercado brasileiro e que outros itens poderiam ser colocados sobre a mesa.

São exemplos do que é esperado a regulação das big techs, que chegou a ser discutida em reunião com um representante do Departamento de Comércio dos EUA, as empresas americanas e Geraldo Alckmin, nesta quarta-feira, e o interesse pelos minerais críticos e estratégicos, como terras raras, lítio e nióbio.

 

O Globo

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Estados Unidos e Japão emitem alerta de tsunami após terremoto de magnitude 8,8 na costa da Rússia

30/07/2025

Os Estados Unidos e o Japão emitiram alertas de tsunami após um terremoto de magnitude 8,8 atingir a costa leste da Rússia nesta terça-feira (29).

De acordo com o Serviço Geofísico da Academia Russa de Ciências, “espera-se que tremores secundários significativos e perceptíveis, com magnitudes de até 7,5, continuem por pelo menos mais um mês”.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se pronunciou sobre o tremor nas redes sociais. Ele disse que um alerta de tsunami está em vigor nas regiões do Havaí, Alasca, Costa dos EUA e Japão.

De acordo com o secretário-chefe do Japão YoshimasaHayashi, cidadãos nas áreas abrangidas pelo alerta de tsunami devem se retirar “imediatamente” para um local seguro. “Estamos recebendo monitorando quaisquer detalhes sobre danos ou vítimas”, disse Hayashi.

A autoridade disse ondas de até3 metros (10 pés) são esperados na região costeira.

De acordo com o governador regional da Rússia, o tremor foi o “mais forte em décadas”.

O Havaí emitiu alertas para um possível tsunami solicitou a retirada da população de regiões em risco.

Sudeste asiático

Filipinas e a Indonésia também emitiram alertas de tsunami após o abalo sísmico.

Algumas áreas costeiras nas Filipinas voltadas para o Oceano Pacífico devem sofrer ondas de tsunami de menos de 1 metro (3,3 pés) de altura, disse o Instituto Filipino de Vulcanologia e Sismologia (PHIVOLS) em um comunicado.

As primeiras ondas do tsunami devem chegar entre 13h20 e 14h40, horário local, na quarta-feira, com base nas projeções do instituto.

 

CNN Brasil/Foto: Reuters

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Tarifaço dos EUA: Líder do governo no Senado descarta conversa entre Lula e Trump até 1º de agosto

30/07/2025

Foto: Pedro França

 

O senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado, descartou a possibilidade de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversar com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, antes da entrada em vigor das tarifas de 50%, prevista para a próxima sexta-feira, 1º de agosto.

“Não vamos resolver isso até o dia 1º. É sexta-feira. O encontro de dois presidentes da República não se prepara da noite para o dia”, disse o senador, a jornalistas, nesta terça-feira, 29, em Washington.

O líder do governo no Senado afirmou que está transmitindo as informações das reuniões ao presidente Lula, mas deve se encontrar com ele para debater a missão aos EUA. Para ele, é importante o encontro dos presidentes brasileiro e americano.

‘Desmistificar preconceitos de parte a parte’

“Eu sempre acho importante substituir o meio magnético virtual. Olho no olho é diferente, e o presidente Lula é campeão disso”, afirmou. “Eu não posso dizer o que vai acontecer se houver esse encontro. Se depender da minha opinião, esse encontro, para mim, sempre será produtivo para desmistificar preconceitos de parte a parte”, acrescentou Wagner.

Segundo ele, o objetivo da missão foi “plantar”, e “não colher” os frutos. “Eu vim aqui plantar, estamos plantando. Eu não vim aqui com a pretensão de colher”, reforçou Wagner.

O senador afirmou ainda que, em todas as reuniões, um dos focos foi a ampliação do prazo para a entrada em vigor das tarifas ao Brasil.

“Todos os países tiveram 60, 90 dias; em 20 dias, como é que os empresários se organizam?”, questionou.

 

Estadão

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Tsunami atinge leste da Rússia após terremoto de magnitude 8,6; Japão e EUA também emitem alertas

30/07/2025

Foto: GuoFeizhou/Xinhua

 

Um terremoto de magnitude 8,6 —o mais forte no mundo desde o de 2011, que causou o desastre de Fukushima— atingiu a península de Kamchatka, na Rússia, nesta quarta-feira (29), gerando um tsunami com ondas de 3 a 4 metros de altura no território russo, além de alertas do Japão e do Centro de Alerta de Tsunami dos EUA.

O governo do Japão emitiu ordens de retirada para regiões costeiras e disse que ondas de até 3 metros de altura podem atingir o país.

O Serviço Geológico dos EUA (USGS) informou que o terremoto foi superficial, a uma profundidade de 19,3 km, com epicentro a cerca de 125 km a leste da cidade de Petropávlovsk-Kamtchatski. Anteriormente, o órgão havia publicado que o terremoto atingiu a magnitude 8,0 —o número foi revisado minutos depois.

Pouco mais de 30 minutos após o primeiro tremor, o serviço americano emitiu um alerta de outro terremoto de magnitude 6,9, a cerca de 48 km de distância do primeiro e a uma profundidade de 10 km.

O Sistema de Alerta de Tsunami dos EUA também emitiu um alerta de “ondas perigosas de tsunami” nas próximas três horas ao longo de algumas costas do Alasca, da Rússia e do Japão, além da costa do Havaí —que pode ser atingida por ondas de até 3 metros. Um alerta também está em vigor para o território insular americano de Guam e outras ilhas da Micronésia.

Kamchatka e o extremo oriente da Rússia ficam no Círculo de Fogo do Pacífico, uma região geologicamente ativa que é propensa a grandes terremotos e erupções vulcânicas.

Não houve feridos relatados após o terremoto, mas foi ordenada a evacuação de uma pequena cidade na região de Sakhalin, disseram autoridades regionais. “O terremoto de hoje foi grave e o mais forte em décadas de tremores”, disse o governador de Kamchatka, Vladimir Solodov, em um vídeo publicado no aplicativo Telegram. Ele afirmou que, segundo informações preliminares, não houve feridos, mas um jardim de infância foi danificado.

O governador de Sakhalin, ValeryLimarenko, afirmou que uma ordem de evacuação foi declarada para a pequena cidade de Severo-Kurilsk.

 

Folha de S.Paulo

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Eduardo diz atuar para que missão de senadores não tenha diálogo nos EUA

29/07/2025

Deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

Deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

 

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou nesta segunda-feira (28) que trabalha para que a missão de senadores brasileiros que viajou aos Estados Unidos para tratar da tarifa de 50% não encontre diálogo.

“Com certeza não, e eu trabalho para que eles não encontrem diálogo, porque sei que, vindo desse tipo de pessoa, só haverá acordos daquele tipo meio-termo, que não é nem certo, nem errado”, disse, ao ser questionado em entrevista ao SBT News se os parlamentares conseguiriam estabelecer diálogo.

Eduardo criticou a comitiva e disse que os parlamentares ignoram “a crise institucional” vivida no Brasil.

Segundo o deputado, o presidente Donald Trump estaria reagindo a “violações de direitos” e à “perseguição” contra Jair Bolsonaro (PL), seus familiares e apoiadores. Ele mencionou ainda que o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), teria determinado mandados de prisão contra cidadãos americanos com base em publicações feitas a partir dos EUA.

“Eu sei o que é certo, não é dar 17 anos de cadeia para as velhinhas, eu quero é a liberdade dessas pessoas”, declarou.

Eduardo também disse que Moraes “encontrou um adversário à altura” ao enfrentar Trump.

“Se ele acha que vai intimidar o Trump, dobrando a aposta, que é o que ele sempre faz, lamentavelmente haverá mais sofrimento por parte dessas autoridades brasileiras.”

O deputado afirmou ainda que as críticas a senadores nas redes sociais mostram que “ninguém aguenta mais esse tipo de situação”.

“A gente não está mais no tempo de ficar encontrando o meio-termo como se estivéssemos em tempos de paz. Nós estamos em guerra, e é tudo ou nada”, declarou.

Delegação

A comitiva de senadores se reuniu em Washington com empresários na Câmara do Comércio dos Estados Unidos para discutir os efeitos da nova tarifa sobre o aço brasileiro. O encontro, realizado próximo à Casa Branca, foi o primeiro compromisso oficial da viagem dos parlamentares.

Na terça-feira (29), os parlamentares brasileiros ainda se reúnem com congressistas norte-americanos. A agenda inclui reuniões com parlamentares, empresários, especialistas em comércio internacional e representantes de organismos multilaterais.

Fazem parte da comitiva os seguintes parlamentares:

Nelsinho Trad (PSD-MS)

Tereza Cristina (PP-MS)

Jaques Wagner (PT-BA)

Astronauta Marcos Pontes (PL-SP)

Rogério Carvalho (PT-SE)

Carlos Viana (Podemos-MG)

Fernando Farias (MDB-AL)

Esperidião Amin (PP-SC)

 

Fonte: CNN Brasil

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Estados Unidos restringem vistos de senadores brasileiros em viagens de turismo até 2027

29/07/2025

Foto: Getty Images

 

Os Estados Unidos implementaram uma restrição de vistos que proíbe senadores brasileiros de realizar viagens de turismo ao país até 2027. A medida, anunciada pelo Departamento de Estado, limita a entrada de parlamentares brasileiros a missões oficiais, exigindo autorizações específicas para qualquer visita. A decisão ocorre em meio a tensões diplomáticas, com o governo americano justificando a ação como uma resposta a questões de reciprocidade e soberania, enquanto autoridades brasileiras criticaram a medida como arbitrária.

A restrição impacta diretamente os senadores brasileiros, que agora enfrentam barreiras para viagens pessoais aos EUA, como férias ou visitas familiares. A política reflete um momento de atrito nas relações bilaterais, com o Brasil considerando medidas de retaliação, como a imposição de tarifas ou restrições semelhantes a cidadãos americanos. O governo brasileiro afirmou que a decisão americana não comprometerá as relações diplomáticas, mas destacou a importância de negociações para resolver o impasse e garantir tratamento igualitário entre as nações.

 

360 Diário

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O que se sabe sobre o ataque a tiros que deixou cinco mortos nos EUA

29/07/2025

Foto: Reprodução

 

Ao menos cinco pessoas morreram, incluindo o atirador e um policial do Departamento de Polícia de Nova York, em um ataque a tiros na Park Avenue, no centro de Manhattan, depois que um homem abriu fogo em um prédio que abrigava os escritórios corporativos da NFL (Liga Nacional de Futebol Americano) e da empresa de investimentos Blackstone.

O atirador foi identificado como Shane Devon Tamura, de 27 anos. Ele atravessou o país dirigindo de Las Vegas antes de chegar à cidade de Nova York na segunda-feira (28).

Uma pessoa baleada sobreviveu e está em estado crítico, mas estável, enquanto outras quatro vítimas estão sendo tratadas com ferimentos leves após tentarem fugir do local.

Tamura entrou no saguão do número 345 da Park Avenue, na Rua 52, durante o horário de pico e começou a atirar contra um agente da polícia de Nova York e outras pessoas no saguão.

Em seguida, chamou o elevador, permitindo que uma mulher saísse ilesa, antes de subir ao 33º andar, ocupado pela Rudin Management, onde disparou enquanto caminhava pelo andar.

O homem morreu após atirar no próprio peito.

Os motivos do suspeito continuam sob investigação, informou a polícia. Ele tem “um histórico documentado de questões mental”. A polícia está trabalhando para entender por que ele atacou o prédio de escritórios.

O atirador portava um fuzil de assalto M4. A polícia não especificou se a arma consegue disparar rajadas automáticas ou se possui uma versão mais comum em uso civil, que exige que o atirador puxe o gatilho a cada disparo.

Ao revistar o carro do suspeito, a polícia encontrou um revólver carregado, um estojo de fuzil, munição, carregadores, uma mochila e medicamentos prescritos. Nenhum explosivo foi encontrado.

Tamura tinha licença para portar arma no estado de Nevada. “Tudo o que você precisa fazer é comprovar que é residente do estado e que não é um criminoso condenado, nem sujeito a uma ordem de proteção ou medida protetiva, nem a violência doméstica”, disse um analista policial da CNN.

 

CNN

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