Notícias
Polícia Militar do RN participa da Operação Shamar 2025 em Natal
03/08/2025

Foto: PM/ASSECOM - 2º SGT VIANA
A Polícia Militar do Rio Grande do Norte (PMRN) participou, no último sábado (2), da abertura oficial da Operação Shamar 2025. A ação ocorreu no Parque das Dunas, em Natal, e marcou o início das mobilizações do Agosto Lilás — campanha nacional dedicada ao enfrentamento à violência contra a mulher.
Coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), a Operação Shamar 2025 busca fortalecer medidas de prevenção e repressão à violência doméstica e familiar. O nome da operação vem do hebraico e significa “cuidar, guardar, proteger, vigiar, zelar”, refletindo o compromisso com a proteção da mulher.
Forças de segurança unidas pelo combate à violência de gênero
Durante a abertura, o Batalhão de Policiamento Escolar e Prevenção às Drogas e à Violência (BPRED), representando a PMRN, conduziu atividades voltadas à conscientização e ao empoderamento feminino. Além disso, o evento contou com a participação de outras instituições de segurança pública, como o Corpo de Bombeiros Militar, a Polícia Civil e o Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP-RN).
Entre as ações desenvolvidas, houve palestras educativas, orientações jurídicas, distribuição de materiais informativos e uma aula especial de defesa pessoal para mulheres. Como resultado, a presença integrada das forças de segurança reforçou o caráter colaborativo da operação e fortaleceu o compromisso com a causa.
Segundo os organizadores, o objetivo é ampliar o alcance das ações ao longo do mês, com novas atividades previstas em diversas regiões do estado.
Ponta Negra News
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Caiçara do Rio do Vento – RN: João Maria Pires, de 58 anos, passa mal e morre em “pelada” de futebol
03/08/2025

Foto: reprodução/blog do Gabiru
Faleceu na final da manhã deste sábado, 02 de agosto, o comunicador João Maria Pires, aos 58 anos. João estava em uma “pelada” de futebol com amigos quando desmaiou, e segundo informações preliminares, sofreu um infarto fulminante.
João Pires era a um cidadão cristão católico, desportista, humano e solidário, defendia a igualdade social no seu município. Uma figura bastante conhecida e querida na cidade de Caiçara do Rio do Vento e região central.
João Pires deixa a esposa, três filhos o quarto a caminho, dois netos. Sua partida deixa lacuna enorme e um sentimento de tristeza em todos que o conhecia.
Fonte: Mário Sérgio – Blog do Gabiru
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Rio do Fogo: Secretaria municipal de saúde promoveu capacitação para enfermeiros e médicos da atenção primaria do município.
03/08/2025

Foto: reprodução
A Secretaria Municipal de Saúde promoveu Capacitação para Enfermeiros e Médicos da Atenção Primaria do Município.
O momento ocorreu na Escola Municipal Joana de Souza e teve como tema principal os indicadores e o cofinanciamento da Atenção Primária e o Prontuário Eletrônico (PEC).
O Secretário de Saúde, Saint Clair, esteve presente, e ressaltou o compromisso da Gestão Municipal em manter os servidores sempre atualizados para que sempre possam ofertar um atendimento humanizado e de qualidade aos usuários.
Fonte: Blog de Samuel Araújo
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Geral Rogério Marinho diz que Lula “se esconde atrás de promessas” e que Brasil vive “retrocesso liderado pelo PT”
02/08/2025

O senador Rogério Marinho (PL-RN) voltou a subir o tom contra o governo Lula (PT) e o Partido dos Trabalhadores, durante o seminário Rota 22 realizado neste sábado (2), em Santo Antônio, no interior do Rio Grande do Norte. Para uma plateia formada por prefeitos, vereadores e lideranças do Agreste, Trairi e Potengi, Marinho acusou o governo federal de não entregar o que promete e de “viver de propaganda”, enquanto o país enfrenta estagnação econômica e aumento da violência.
“Lula prometeu união, crescimento, empregos. Mas o que vemos é um governo parado, que persegue quem pensa diferente e que se esconde atrás de promessas que nunca se cumprem”, afirmou o senador potiguar. Segundo ele, o governo atual representa um “retrocesso liderado pelo PT”, que reedita práticas do passado e governa com revanchismo e aparelhamento do Estado.
Marinho também questionou o discurso petista de combate à fome e à desigualdade. “Estão distribuindo cargos e verbas para manter o apoio político, enquanto o povo continua sem segurança, sem saúde e sem educação de qualidade, eles colocam nos postos estratégicos e mais importantes não profissionais qualificados, não pessoas bem intencionadas. Colocou lá os seus apaniguados.”, disse.
Para o senador, é preciso construir um novo caminho para o Brasil. “O que está em jogo é o futuro do país. Ou a gente acorda, ou vamos mergulhar em mais uma década de estagnação e manipulação ideológica”, concluiu.
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VÍDEO: Crime contra mulher espancada com mais de 60 socos em Natal será destaque no Fantástico com vídeos e áudios inéditos
02/08/2025
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A equipe do Fantástico, comandada pelo jornalista Maurício Ferraz, esteve em Natal durante esta semana para produzir uma reportagem sobre o caso do ex-jogador de basquete Igor Cabral, que espancou a então namorada com mais de 60 socos, em um elevador, na capital potiguar. O programa dominical da Globo promete trazer novos detalhes do caso, como depoimentos, áudios e vídeos exclusivos.
BG
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LEI MAGNITSKY: Zanin será relator ação para impedir que bancos brasileiros bloqueiem contas de Moraes
02/08/2025

Foto: Rosinei Coutinho/STF
O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi sorteado para relatar o pedido apresentado pelo líder do PT na Câmara, deputado Lindbergh Farias (RJ), que busca impedir que instituições financeiras que operam no Brasil executem sanções contra o ministro Alexandre de Moraes com base na Lei Magnitsky.
A medida cautelar foi protocolada na última quinta-feira, 31, após o governo dos Estados Unidos aplicar a Lei Magnitsky contra Moraes.
Zanin já encaminhou o caso para manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR).
Na petição, Lindbergh diz que a sanção pode provocar “pressão sobre instituições financeiras que mantêm operações ou vínculos no sistema bancário internacional” leve à execução automática das sanções no Brasil.
O parlamentar pede que o STF declare a ineficácia das sanções no território nacional e proíba qualquer banco de replicá-las, mesmo em caso de vínculos com o sistema financeiro dos EUA.
Lei Magnitsky
A inclusão de Moraes na lista da Lei Magnitsky prevê o bloqueio de todos os bens e transações sob jurisdição americana, o que inclui contas, ativos financeiros, cartões de crédito com bandeira dos EUA e qualquer operação em dólar — direta ou indiretamente.
Os bancos que operam no Brasil iniciaram análises internas para entender o alcance das sanções. O consenso preliminar é que as operações em reais não seriam afetadas.
Com informações de O Antagonista
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Um ano após a implementação, imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50 afetou mais a baixa renda, diz pesquisa
02/08/2025

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Um ano após a implementação da chamada “taxa das blusinhas”, a Amobitec, associação que representa empresas de mobilidade e tecnologia, divulgou sua primeira pesquisa sobre a implementação da medida, que constatou que as classes C, D e E foram as mais afetadas.
Taxa das blusinhas é como ficou conhecida a lei brasileira que passou a vigorar em 1º de agosto de 2024 e implementou imposto de importação de 20% sobre compras de até US$ 50 feitas por pessoas físicas em plataformas internacionais de comércio eletrônico, como Shein e Shopee.
A medida também impõe ICMS, de 17% a 20%, recolhido pelos estados.
O levantamento, realizado nos primeiros oito meses de implementação da lei, mostra que o volume de compras internacionais realizadas pelos consumidores das classes média e baixa caiu 35% —o que representa 14 milhões de pessoas que deixaram de importar via sites de comércio online.
Esse recuo representa o triplo da queda observada nas classes A e B, que foi de 11%. Em números absolutos, 4 milhões dos consumidores mais abastados deixaram de adquirir produtos nas plataformas de e-commerce internacional após o início da taxa das blusinhas.
O levantamento também identificou que o percentual de pessoas das classes C, D e E que desistem de comprar produtos ao chegar ao preço final no encerramento da compra em sites internacionais, quando são calculadas todas as taxas, subiu de 35% para 45%.
Desses, 40% decidiram não comprar esses mesmos itens em nenhum outra plataforma de comércio online.
A pesquisa foi realizada com cerca de 2 mil pessoas e considerou consumidores das classes A, B1, B2, C1, C2, D e E. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, com um intervalo de confiança de 95%.
Painel – Folhapress
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Quase um ano após ao acidente, testemunha diz que falha em avião da Voepass foi omitida em diário de bordo horas antes da queda em Vinhedo-SP
02/08/2025

Foto: Secretaria da Segurança Pública-SP
Quase um ano após ao acidente aéreo em Vinhedo (SP) que deixou 62 mortos, um ex-funcionário da empresa Voepass revelou, em entrevista ao portal G1, que horas antes da tragédia o piloto que usou a aeronave na noite anterior relatou ter enfrentado problemas com o sistema de degelo do avião. Segundo ele, que presenciou a última manutenção do ATR 72-500, a falha, que seria suficiente para impedir o avião de ser utilizado na manhã seguinte, foi omitida do diário de bordo técnico (TLB).
— Essa aeronave nunca tinha apresentado esse tipo de falha, né? Só que no dia do acidente, quando essa aeronave chegou de Guarulhos para Ribeirão, ela foi reportada verbalmente pelo comandante que trouxe ela. Foi alegado que ela tinha apresentado o airframe [fault] (alerta emitido quando há problema no degelo) durante o voo. E ela estava desarmando sozinha. Ele acionava [o sistema] e ela desarmava. Coisa que não poderia acontecer — afirmou a testemunha ao g1.
Na última semana, aAgência Nacional de Aviação Civil (Anac) decidiu pela cassação do Certificado de Operador Aéreo da Passaredo Transportes Aéreos, principal empresa do grupo Voepass. A decisão ocorreu após o órgão regulador ter identificado “falhas graves e persistentes no Sistema de Análise e Supervisão Continuada (SASC) da companhia”.
Não cabem mais recursos à decisão, que incluiu aplicação de sanções pecuniárias no valor total de R$ 570,4 mil, diz a Anac. A cassação ocorre após a realização de operação que teve início após o acidente aéreo ocorrido em 9 de agosto de 2024. Neste ano, a Anac havia suspendido as operações da empresa.
Com informações de g1 e O Globo
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MCJ 2025 movimentou R$ 366 milhões na economia, mostra pesquisa Fecomércio
02/08/2025



O Mossoró Cidade Junina 2025 movimentou R$ 366 milhões na economia. Os dados são da pesquisa realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio Grande do Norte (Fecomércio/RN) e apresentada nesta sexta-feira (1º), no Palácio da Resistência.
A pesquisa divulgada hoje é realizada pela Fecomércio desde 2017. O Instituto é reconhecido pela qualidade da Fecomércio, que promove esses estudos em todo o estado.
Os dados da pesquisa também mostraram o aumento de público vindo do Ceará, com o dobro do público vindo da capital Fortaleza/CE. Os turistas vindo de Fortaleza gastaram mais de R$ 16,7 milhões no evento.
O levantamento também apontou que o público aprovou o Mossoró Cidade Junina com nota de 9,51.
O MCJ vive uma nova era na gestão do prefeito Allyson Bezerra. Nos últimos quatro anos, o evento ganhou destaque nacional e se consolidou como uma das maiores festas juninas do país. Hoje é apontado como terceira maior festa de São João do Brasil, ao lado de Caruaru/PE e Campina Grande/PB.
O MCJ se consolidou como um grande evento, sendo referência em organização, em segurança como os números apontam, em diversidade cultural em todos os polos e em inclusão, também presente em todos os polos da festa.
“Os números apresentados pela Fecomércio têm comprovado ano após ano, a grandiosidade desse evento. São dados que dão notoriedade a todo o trabalho desempenhado pelas nossas equipes nos últimos anos e que nos ajudam a compreender, de fato, o impacto real do São João de Mossoró”, afirma Allyson Bezerra.
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Após dois anos de calor intenso, Brasil volta ter inverno e frio segue até meados de agosto
02/08/2025

Foto: Márcia Foletto/Agência O Globo
Após dois anos de calor contínuo e escorchante, o inverno de 2025 no Sudeste e Sul do Brasil traz o tempo de matar a saudade do velho normal. E pelo menos até meados deste mês de agosto, o friozinho segue firme, como se espera que aconteça no inverno, afirma o meteorologista Marcelo Seluchi, coordenador de operações do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).
Não houve o que pode se chamar de inverno nos anos de 2023 e 2024, os mais quentes da História. Mas este ano, as temperaturas têm se mantido em sua maior parte dentro da média histórica da estação, com algumas pequenas anomalias de frio no Sul, considerados junho e julho, normalmente os meses mais frios.
“A verdade é que muita gente pensa que estamos tendo um frio excepcional porque esquecemos como era o inverno. Mas é apenas uma sensação. O inverno está dentro da normalidade. Por exemplo, em junho, o Sul teve uma anomalia, mas isso acontece. Às vezes, um mês fica abaixo da média num local, mas isso é esperado”, destaca Seluchi.
Em junho, o Sul ficou abaixo da média histórica. Em julho, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), foi o Rio de Janeiro. Mas essas oscilações são esperadas. E, acrescenta Seluchi, no Centro-Oeste e em parte das Amazônia o inverno está até mais quente do que a média histórica.
“A gente tem o viés de pensar em grandes cidades, como Rio de Janeiro e São Paulo, que tiveram um ou outro dia de frio excepcional. Mas se olharmos o todo, está dentro da normalidade. Por exemplo, no inverno de 2020 geou muito em cidades paulistas do Vale do Paraíba”, observa Seluchi.
Segundo ele, o friozinho típico invernal deve seguir pelo menos até o fim da segunda semana de agosto.
“O que pode estar ajudando a criar a sensação de frio é a sequência de frentes frias, como essa dessa semana, associada a um ciclone extratropical, que trouxe ressaca. E na semana que vem haverá outra. Nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo nas próximas duas semanas o frio ficará na média e, por vezes, até abaixo dela. O frio segue firme”, salienta Seluchi.
Meteorologistas explicam que as temperaturas abaixo dos 20°C que se tornaram frequentes desde junho não são excesso de frio, mas falta de memória do que é um inverno. O calor que superou com frequência e facilidade os 30°C durante os “invernos” de 2023 e 2024 parece ter derretido as lembranças dos invernos verdadeiros de outrora.
Seluchi diz que a configuração da atmosfera está favorecendo nas últimas semanas a condição de frentes frias passando com frequência e intensidade.
“Mas isso pode perfeitamente se reverter mais à frente. Mas no final de agosto e setembro, podemos passar calor, como já aconteceu outras vezes”, diz ele.
Nem num dos lugares mais frios do Brasil, a Serra da Mantiqueira (entre RJ, SP e MG), recordes históricos foram superados. Lá fica o Parque Nacional do Itatiaia (PNI) que tem os recordes de baixas temperaturas, mesmo no verão devido à altitude acima dos 2.000 metros e as características geográficas da região. O recorde do Brasil foi registrado lá: -13,3?C, em agosto de 2016.
Tem feito muito frio, mas nada que assombre pela magnitude, como os recordes de calor, por exemplo, do verão deste ano. Até agora, a menor temperatura da estação foi em Bom Jardim da Serra, em Santa Catarina, com -10,3ºC, em 2 de julho, num lugar apropriadamente chamado Terra do Gelo.
“O inverno deste ano está excelente. Junho e julho, que são os meses mais frios, nada a reclamar! Um inverno bem padrão mesmo, que a gente não tinha há alguns anos”, afirma o meteorologista William Siqueira, que presta consultoria climática a produtores rurais e conhece como poucos a Mantiqueira.
Siqueira tem 1.500 estações meteorológicas, no padrão oficial, nos lugares tradicionalmente mais frios do Brasil, fora de áreas urbanas, normalmente mais quentes. Muitas delas estão em áreas de propriedades rurais.
Ele explica que as estações dele costumam registrar temperaturas ainda mais baixas do que as do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) porque ficam em áreas propícias ao frio. Já às do Inmet quase sempre estão em áreas urbanas, que não têm as condições ideais para acúmulo de ar frio.
Seluchi diz que este é o que se considera um ano neutro, sem La Niña (mais frio) ou El Niño (mais calor). Porém, a região central do Oceano Pacífico está um pouco mais fria do que o normal – 0,2°C abaixo da média – rodeada por águas mais quentes e isso favorece uma atmosfera em condições relativamente semelhantes às de uma La Niña, caracterizada por águas do Pacífico pelo menos 0,5ºC abaixo da média.
“Isso poderia explica por que as frentes frias estão passando com frequência e intensidade e de por que está chovendo um pouco abaixo da média no Sul, à exceção de alguns episódios muito chuvosos que tivemos em junho. Fora casos de curta duração, a tendência é de chuva abaixo da média”, diz Seluchi.
De acordo com ele, existe uma pequena chance de se formar uma La Niña mais para o final do ano. Mas, por ora, isso é apenas uma possibilidade.
O Globo
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Oito ministros não se manifestam a favor de Moraes em sessão do STF
02/08/2025

Foto: Antonio Augusto/STF
A sessão de reabertura das atividades do Judiciário foi marcada por discursos dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) favoráveis à soberania brasileira. As falas também incluíram palavras de solidariedade ao ministro Alexandre de Moraes, sancionado nesta semana pelo governo dos Estados Unidos.
O decano Gilmar Mendes, o presidente Luís Roberto Barroso e o próprio Moraes fizeram discursos. Os ministros que não se manifestaram foram André Mendonça, Cristiano Zanin, Flávio Dino, Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Edson Fachin, Nunes Marques e Luiz Fux.
Cármen Lúcia, contudo, se manifestou na abertura da sessão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o qual preside. A ministra afirmou que Moraes será lembrado na história pela sua atuação nas eleições de 2022.
Na noite anterior, uma reunião no Palácio do Planalto entre o presidente Lula e os magistrados da Corte também contou com ausências: seis dos onze ministros não compareceram.
Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Nunes Marques, Luiz Fux e André Mendonça foram nomes ausentes em foto que pretendia mostrar unidade contra as punições dos EUA expedidas a Moraes.
Alguns, como Gilmar e Dino, também se manifestaram publicamente no dia em que as sanções foram aplicadas.
CNN Brasil
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Morre jornalista José Roberto Guzzo, aos 82 anos
02/08/2025

Foto: reprodução
O jornalista José Roberto Guzzo morreu aos 82 anos no início deste sábado, 2, em São Paulo, vítima de um infarto. A informação foi confirmada pela revista digital Oeste, da qual Guzzo era colunista e integrante do conselho editorial. Nos anos finais da carreira, o jornalista também assinava colunas nos jornais O Estado de S. Paulo e Gazeta do Povo.
Guzzo foi diretor de redação da revista Veja entre 1976 e 1991, período em que o veículo publicou algumas de suas reportagens mais relevantes e lançou uma edição paulista, a Veja São Paulo. Dirigiu ainda a revista Exame, integrou o conselho editorial da Abril e foi colunista do jornal mineiro O Tempo.
IstoÉ
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Festival Adore Comigo Music é neste sábado (2) no anfiteatro da UFRN
02/08/2025

Foto: Reprodução
O festival Adore Comigo Music acontece neste sábado (2), no Anfiteatro da UFRN, a partir das 17h, com entrada solidária. O evento cristão promete unir milhares de pessoas em um grande ato de adoração, comunhão e solidariedade em Natal, reunindo música, palavra e ação social.
O Adore Comigo Music contará com apresentações de artistas consagrados da música gospel nacional. Entre as atrações confirmadas estão Kaline Araújo, Rafaella Marçal, Marquinhos Gomes e Raquel Olliver, além da pregação com a pastora Camila Barros.
O festival encerra à noite com mensagens de fé, louvor e reflexões que tocam profundamente os corações dos presentes na programação especial.
Veja como vai funcionar a entrada solidária
O festival vai promover a campanha “Adorar, Cuidar, Compartilhar”, que visa arrecadar cerca de 10 toneladas de alimentos não perecíveis para instituições sociais da região. A entrada no evento será mediante a doação de 2kg de alimentos por pessoa, em pontos de troca que serão divulgados no perfil oficial do evento (@adorecomigobr). É possível também retirar a pulseira de um acompanhante, desde que leve os alimentos e apresente documento com foto e CPF da pessoa.
A expectativa é que mais de 5 mil pessoas compareçam ao Adore Comigo Music, reafirmando a força da fé ativa e comprometida com causas sociais.
Ponta Negra News
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Bruno Henrique é denunciado pelo STJD por manipulação e pode ser suspenso por até dois anos
02/08/2025

Foto: Gilvan de Souza/Flamengo
O atacante Bruno Henrique, do Flamengo, foi denunciado nesta sexta-feira, 2, pela Procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) por suposto envolvimento em manipulação de resultados esportivos. A informação foi divulgada pelo Uol e confirmada pelo Estadão. A defesa do jogador e o Flamengo foram procurados e não se manifestaram.
O atleta ainda será julgado, o que significa que ele está liberado, ao menos por enquanto, para cumprir sua rotina no Flamengo. Deve, inclusive, viajar com a delegação à Fortaleza para o duelo com o Ceará, domingo, no Castelão.
Segundo investigação da Polícia Federal, o jogador teria forçado um cartão amarelo de forma deliberada durante a partida entre Flamengo e Santos, disputada em novembro de 2023, no Mané Garrincha, válida pelo Campeonato Brasileiro. A conduta teve como objetivo beneficiar apostadores, entre eles seu irmão, Wander Pinto Junior, e sua cunhada, Ludymilla Araújo Lima.
A apuração foi baseada na análise de mensagens trocadas entre Bruno Henrique e Wander, nas quais combinam previamente a infração para obter lucro em plataformas de apostas.
A procuradoria enquadrou o atleta em diversos artigos do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD). O artigo 243, parágrafo 1º, trata de “atuar deliberadamente de forma prejudicial à equipe que defende”, com agravante em caso de vantagem financeira. Já o artigo 243-A, parágrafo único, prevê punição para quem “atua de forma contrária à ética desportiva com o fim de influenciar o resultado de partida”.
Bruno Henrique também foi denunciado com base no artigo 184, que trata da prática de duas ou mais infrações; e no artigo 191, inciso III, por dificultar ou deixar de cumprir regulamentos da competição. A procuradoria ainda citou o artigo 65, incisos II, III e V, do Regulamento Geral de Competições da CBF, que considera ilícita qualquer conduta de atletas, técnicos e dirigentes que incentive ou facilite apostas em partidas nas quais tenham influência direta ou indireta.
As penas previstas para as infrações acumuladas vão de suspensão entre 360 e 720 dias, suspensão de 12 a 24 partidas, além de três multas que variam de R$ 100 a R$ 100 mil cada.
Também foram denunciados seu irmão, Wander Junior, além de Claudinei Vitor Mosquete Bassan, Andryl Reis e Douglas Barcelos — todos atletas acusados de terem lucrado com apostas feitas sobre o cartão amarelo recebido por Bruno Henrique.
Além da denúncia na esfera esportiva, Bruno Henrique também virou réu na Justiça comum. A denúncia apresentada pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) foi aceita parcialmente pela 7ª Vara Criminal de Brasília, e o jogador agora responde criminalmente.
Estadão
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Após sinal de Trump, Lula fala em abertura ao diálogo, mas diz trabalhar em resposta a tarifas dos EUA
02/08/2025

Foto: Pedro Ladeira/Folhapress
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) escreveu nas redes sociais nesta sexta-feira (1º) que o Brasil sempre esteve aberto ao diálogo com os Estados Unidos. A mensagem foi publicada horas após Donald Trump ter afirmado que o petista poderia falar com ele “quando quiser” sobre as tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos.
“Sempre estivemos abertos ao diálogo. Quem define os rumos do Brasil são os brasileiros e suas instituições. Neste momento, estamos trabalhando para proteger a nossa economia, as empresas e nossos trabalhadores, e dar as respostas às medidas tarifárias do governo norte-americano.”
“Ele pode falar comigo quando ele quiser”, afirmou Trump a jornalistas no gramado da Casa Branca, ao ser questionado sobre a possibilidade de negociar sobretaxas. As declarações foram dadas dois dias após o decreto que impôs tarifas de 50% sobre as exportações brasileiras e no dia seguinte ao tarifaço global que voltou a impor taxas mais altas sobre dezenas de países.
O presidente americano também disse que ama o povo brasileiro e que “as pessoas que lideram o Brasil fizeram coisa errada”, em provável referência ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, alvo de sanções do governo americano.
Ainda que Lula tenha adotado a postura de defesa da soberania nacional, o governo brasileiro vinha insistindo em reabrir os canais de negociação com os EUA, mas sem muito sucesso até esta semana, quando o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, reuniu-se em Washington com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio.
Lula e Trump, contudo, ainda não discutiram diretamente as tarifas nem se encontraram desde que o americano assumiu o novo mandato, em janeiro.
Nas últimas semanas, depois que o Trump ameaçou o país com as taxas maiores, Lula disse que seu homólogo não pode ser um “imperador do mundo”, que vai dobrar a aposta e que ele mente ao justificar as medidas econômicas.
Em 11 de julho, dois dias após anunciar a nova taxa para o Brasil, Trump disse que não pretendia conversar com Lula, mas disse que o faria talvez em outro momento.
Com os anúncios de Trump, o vice-presidente, Geraldo Alckmin, tem sido o representante do Brasil na negociação com o país por meio de autoridades, citando especificamente o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnik, como o principal contato.
Por também estar à frente do Mdic, Alckmin está se reunindo com empresários e representantes de setores da indústria, do agronegócio, da tecnologia e outros segmentos para tratar dos impactos da medida americana na economia brasileira.
A retaliação de Trump ao Brasil foi anunciada por meio de carta em uma rede social, na qual o americano também criticou a justiça brasileira pelo tratamento dado a Jair Bolsonaro (PL), acusando o judiciário brasileiro de perseguir o ex-presidente.
Folha de S.Paulo
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Banco do Brasil perde R$ 7,7 bi em valor de mercado em 1 dia
02/08/2025

Foto: REUTERS
O BB (Banco do Brasil) registrou nesta sexta-feira (1º) uma perda de R$ 7,7 bilhões em valor de mercado. As ações ordinárias (BBAS3) recuaram 6,85% no fechamento –estão cotadas a R$ 18,35 cada.
A instituição encerrou a semana com valor de R$ 104,75 bilhões. É o menor patamar desde 16 de janeiro de 2023, quando o banco era avaliado em R$ 101,62 bilhões. Os dados são de EinarRivero, da consultoria Elos Ayta.
Trata-se da maior desvalorização diária em 2 anos. O pico do valor de mercado do BB se deu em 6 de fevereiro de 2024, quando o banco era avaliado em R$ 170,09 bilhões. De lá para cá, houve uma queda acumulada de R$ 65,34 bilhões.
“O recuo das ações do Banco do Brasil nesta semana acende um sinal de alerta sobre a confiança do mercado em relação à instituição, e, em sentido mais amplo, ao setor bancário tradicional. O retorno ao nível de valor de mercado observado no início de 2023 mostra que o banco está, aos olhos do mercado, praticamente no ponto de partida após quase dois anos de volatilidade”, afirma Einar.
Analistas do mercado financeiro projetam ganhos mais modestos para o Banco do Brasil no 2º trimestre de 2025. O BTG Pactual publicou um relatório nesta 6ª feira (1º.ago) em que revisou para baixo em 23% o lucro líquido que o BB terá –agora, estima R$ 5 bilhões.
Poder 360
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Lei Magnitsky aplicada por Trump contra Moraes atinge bancos fora dos EUA e raramente é revertida
02/08/2025

Foto: Wilton Junior/Estadão
A Lei Global Magnitsky, usada pelo governo Donald Trump contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, é raramente revertida e provoca efeitos que vão além dos Estados Unidos, atingindo também bancos e empresas de outros países. Levantamento da Universidade Nacional da Austrália, que acompanhou os 20 primeiros sancionados pela lei entre 2017 e 2020, mostra que apenas dois foram removidos da lista – e que, mesmo nesses casos, as restrições continuaram válidas por até sete anos.
A pesquisa monitorou os impactos práticos da sanção ao longo do tempo e apontou que a proibição de realizar operações que envolvam o sistema bancário dos Estados Unidos costuma ser seguida por bancos e empresas de outros países. A norma também prevê o bloqueio de bens e ativos em território americano, incluindo contas bancárias, investimentos e imóveis. A inclusão na lista é uma decisão do Executivo, via Departamento do Tesouro, sem aval do Judiciário ou do Congresso.
Para especialistas ouvidos pelo Estadão, a medida aplicada a Moraes é injustificada e foge ao padrão da Lei Magnitsky, tanto pelo perfil do ministro, diferente dos alvos tradicionais, quanto por envolver um integrante da Suprema Corte de um país democrático. Ainda assim, eles avaliam que ele deve enfrentar obstáculos semelhantes aos identificados nos demais casos.
O nome de Moraes foi incluído nesta quarta-feira, 30, na lista de sancionados com base na Magnitsky, usada pelos Estados Unidos para punir casos de corrupção e violações de direitos humanos em outros países. Desde que entrou em vigor, a legislação tem sido aplicada sobretudo contra integrantes de regimes autoritários, organizações criminosas e terroristas, além de governos acusados de repressão, com alvos em países como Rússia, China, Irã, Afeganistão e Venezuela.
Para o pesquisador da Universidade Nacional da Austrália e autor do estudo, Anton Moiseienko, embora a sanção seja injustificada e o perfil de Moraes não guarde semelhança com os alvos tradicionais da Lei Magnitsky, uma eventual reversão tende a ser lenta: “O que constatamos é que raramente uma punição desse tipo é revertida e, quando ocorre, leva anos, com efeitos que podem continuar mesmo após a exclusão formal da lista”, afirma.
O professor de Direito Internacional da USP José Augusto Fontoura reforça a avaliação e ressalta que a revogação da medida dependerá de mudanças políticas nos Estados Unidos.
“Mesmo neste caso, com forte contestação diplomática, o processo de exclusão da lista pode demorar, talvez só ocorra em um próximo governo, e isso se o Brasil voltar a se aproximar dos Estados Unidos. Como se trata de uma aplicação excepcional, haveria margem para uma retirada também fora do padrão, mas não é esse o cenário mais provável”, afirma.
Moiseienko também chama atenção para outro entrave: a ausência de critérios claros e públicos para a retirada de nomes da lista. “A pesquisa aponta que não há transparência nos processos de revisão, que tendem a depender mais da conjuntura política nos EUA do que de parâmetros legais estabelecidos”, diz.
Além disso, os impactos da sanção se estendem muito além da inclusão formal na lista. Um dos efeitos mais temidos da lei é justamente o seu alcance no sistema financeiro global, o que levou especialistas a apelidá-la de “pena de morte financeira”. A medida exclui os atingidos não apenas do sistema bancário dos Estados Unidos, mas também compromete sua capacidade de realizar transações com instituições internacionais.
Essa ampliação do impacto também foi identificada pela pesquisa, pontua Moiseienko. “Mesmo sem exigência legal fora do território americano, bancos e empresas de outros países costumam adotar as mesmas restrições por precaução, com receio de sofrer sanções dos Estados Unidos”, ressalta.
O professor da FGV Guilherme Casarões explica que esse efeito cascata é recorrente, já que instituições estrangeiras buscam evitar qualquer risco de penalidades impostas pelos Estados Unidos, como multas.
Ele avalia que Moraes pode enfrentar barreiras semelhantes, mesmo diante do caráter excepcional da medida e de sua posição de ministro da Suprema Corte. “As entidades financeiras podem ficar com receio das sanções”, diz.
O caso do então senador dominicano Félix Bautista, que foi monitorado pelos pesquisadores, ajuda a dimensionar esse tipo de impacto. Embora tenha sido sancionado por corrupção em 2017 na República Dominicana, bancos e parceiros comerciais de países da América Central, do Caribe, da Europa e da Ásia passaram a encerrar contratos não apenas com ele, mas também com sua família, incluindo contas em nome da esposa e empresas controladas por seus filhos.
Aliados de Jair Bolsonaro têm tentado emular, no Brasil, o movimento visto no caso dominicano. O deputado federal Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos desde março e intensificou articulações com autoridades americanas nesse período, vem sugerindo publicamente que a Magnitsky poderia ser estendida a familiares de Moraes.
O parlamentar é investigado pelo Supremo por atuar de forma coordenada com o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, para pressionar a Corte por meio da imposição de sanções internacionais, com o objetivo de interferir no andamento da ação penal do suposto golpe de Estado, no qual Bolsonaro é réu.
Casarões pondera, no entanto, que ainda não está claro se a sanção será ampliada. A eventual inclusão de familiares de Moraes dependerá de novas deliberações do governo americano, que poderá decidir estender a medida caso entenda que eles se beneficiam de ativos ou estruturas vinculadas ao ministro.
“Vamos ver como será tudo daqui em diante na prática. É uma situação excepcional, inédita para o Brasil e rara até mesmo no contexto internacional”, completa.
Estadão
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Juliana Soares, mulher agredida brutalmente, quebra o silêncio em entrevista ao Domingo Espetacular: “Ele queria me matar e eu não estava morta”
02/08/2025

Foto: reprodução
61 socos em pouco mais de 30 segundos. Uma agressão cruel que chocou o país.
Neste domingo (03), no programa Domingo Espetacular, da TV Record, Roberto Cabrini entrevista Juliana Soares, a mulher que foi espancada violentamente pelo então namorado, Igor Cabral, dentro do elevador de um condomínio em Natal/RN. Um relato forte e doloroso.
Juliana Garcia, 35 anos, relata com exclusividade ao jornalista Roberto Cabrini os detalhes dos 36 segundos de terror que viveu dentro do elevador.
O ataque ganhou repercussão nacional, tamanha a brutalidade do fato. Juliana afirma a Cabrini que não tem dúvidas de que foi uma tentativa de feminicídio e se considera uma sobrevivente, uma voz que precisa ser ouvida.
Blog de Daltro Emerenciano
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VÍDEO: Prefeito e homem trans ‘batem-boca’ por causa de pronome neutro
02/08/2025
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Ao ser ‘interpelado’ pelo ativista trans Julian Tacanã, o prefeito de Cuiabá, AbilioBrunini (PL), o chamou de ‘ela’ na manhã de quarta-feira (30/7) durante a Conferência Municipal de Saúde. A discussão ocorreu após o gestor interromper a fala da professora aposentada da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Maria Inês da Silva Barbosa, que iniciou discurso dando bom dia a todos, todas e “todes”.
O bate-boca ocorreu na frente de profissionais da imprensa e o vídeo viralizou em grupos de WhatsApp e páginas no Instagram. “A forma com que você interrompeu é falar que a população LGBTQIAPN+, principalmente trans e travestis, não podem estar nos espaços de direito. […] Você desrespeitou todas as pessoas LGBTQIAPN+ que estavam nesse espaço”, declarou o coordenador do Instituto Brasileiro de Transmasculinidades (IBRAT).
Abilio, por outro lado afirmou que o município não irá adotar a linguagem neutra em serviços públicos e reforçou que sua gestão segue as “normas formais” da língua portuguesa. Na tentativa de encerrar a situação, Abilio se referiu a Julian, um homem trans pelo “ela”.
Tacanã o corrigiu e disse que deve ser tratado com o pronome “ele”.
ENTENDA A POLÊMICA
A doutora em Saúde Pública, Maria Inês, abriu sua fala cumprimentando o público com a expressão “todos, todas e todes”. Abilio, em seguida, pegou o microfone, acusou a professora de promover “doutrinação ideológica” e afirmou que a Prefeitura de Cuiabá não permitirá o uso de pronomes neutros em seus eventos oficiais. Segundo ele, a Conferência Municipal de Saúde deve respeitar as regras da língua portuguesa.
“Em Cuiabá, o pronome neutro não será utilizado. Aqui não tem ‘todes’. […] ‘Todes’ não existe, ‘todes’ é chocolate. Pessoas trans existem, mas ‘todes’ não existem”, declarou Brunini em meio ao debate com Julian, diante da imprensa.
Após a intervenção, a professora deixou o palco, mas se posicionou fora dele em defesa da linguagem inclusiva, argumentando que ela integra os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS).
Com informações de Araguaia Notícia
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História de Bolsonaro vira filme nos EUA; ex-presidente será retratado como herói
02/08/2025

Foto: Reprodução
Nos Estados Unidos, foi dada a largada para a produção de Dark Horse, filme que vai narrar a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro, com previsão de estreia para 2026. Segundo o jornalista Nilton Carauta, na última semana foram testados atores para os papéis dos filhos Flávio, Carlos, Eduardo e da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Os nomes vêm sendo mantidos em sigilo, e os atores assinaram contratos de confidencialidade, uma praxe em Hollywood. As filmagens terão início em outubro, com locações no Brasil e na Argentina. Com informações de Portal Leo Dias.
Produzido pelo americano Michael Davis e dirigido por Cyrus Nowrasteh, Dark Horse vai retratar Jair Bolsonaro como herói, amenizando polêmicas e controvérsias que rondam o ex-presidente. O filme explora a fase da história em que o ex-capitão do Exército se torna favorito nas eleições presidenciais de 2018. A sinopse do longa define Bolsonaro como “um homem corajoso e determinado, impulsionado pela carreira política após a decepção com os rumos do seu amado país”, diz o texto.
A diretora de elenco Ricki G. Maslar foi nomeada para a tarefa de escolher os atores ideais para interpretar os personagens do filme. Além da semelhança física, a produção tem enfrentado dificuldades para encontrar interpretes que falem inglês com sotaque brasileiro. Além de brasileiros, estão sendo testados atores americanos com ascendência latina, que se aproximam do biotipo brasileiro. A ordem é não economizar no sotaque, já que o filme será falado em inglês.
O atentado à faca que Jair Bolsonaro sofreu em Juiz de Fora (MG), durante um ato de campanha, não ficará de fora da produção americana.
Portal 96 FM Natal
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