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VÍDEO: Trump diz que governo do Brasil se tornou “radical de esquerda”

06/09/2025

 
 
 
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Vídeo: Reprodução/Estadão

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta sexta-feira (5) que o governo do Brasil é “radical de esquerda”, ao responder a uma pergunta da imprensa sobre a avaliação que sua gestão está fazendo de impor restrições de visto às delegações do Brasil, Irã, Sudão e Zimbábue durante a Assembleia Geral da ONU, que será realizada este mês em Nova York.

A informação foi revelada pela agência Associated Press (AP) nesta quinta-feira (4), com base em um memorando interno do Departamento de Estado.

Segundo a reportagem, as medidas em estudo poderiam limitar os deslocamentos das delegações citadas fora da zona da assembleia, reforçando o controle sobre diplomatas e líderes desses países que participam do encontro.

“Estamos muito chateados com o Brasil. Nós aplicamos tarifas muito altas contra eles, porque eles estão fazendo algo muito injusto”, disse Trump nesta sexta-feira durante entrevista coletiva na Casa Branca, em referência ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF), que o republicano chamou de “caça às bruxas”.

“Eu amo o povo do Brasil. Temos um ótimo relacionamento com o povo do Brasil, mas o governo do Brasil mudou radicalmente, foi muito para a esquerda, se tornou radicalmente de esquerda, e está prejudicando muito o Brasil. Eles estão indo muito mal, então veremos”, disse o presidente americano, a respeito das possíveis restrições de visto.

Em 6 de agosto, entrou em vigor uma tarifa de 50% na importação de produtos brasileiros imposta por Washington.

O governo Trump mencionou como um dos motivos para a tarifa o processo contra Bolsonaro no STF. Entretanto, a taxa não foi aplicada para cerca de 700 produtos brasileiros, entre eles, suco e polpa de laranja e aeronaves civis.

No final de julho, o Departamento do Tesouro americano impôs sanções econômicas contra o ministro do STF Alexandre de Moraes com base na Lei Magnitsky, uma legislação dos Estados Unidos que permite a Washington aplicar punições contra acusados de violação de direitos humanos e corrupção em todo o mundo.

Antes disso, o Departamento de Estado havia anunciado a revogação dos vistos de Moraes, de “aliados dele” no STF e seus familiares, que ficaram assim impedidos de entrar nos Estados Unidos.

 

Gazeta do Povo

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Putin convida Zelensky para reunião de alto nível em Moscou

05/09/2025

Foto: Getty Images

 

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse estar pronto para se reunir com a Ucrânia e convidou o presidente VolodymyrZelensky a Moscou, onde prometeu que a Rússia forneceria “segurança”.

“Escutem, o lado ucraniano quer esta reunião e a está propondo”, disse Putin em um fórum econômico no Extremo Oriente da Rússia na sexta-feira (5).

“Estamos prontos para reuniões do mais alto nível… Estou pronto, por favor, venham. Definitivamente, forneceremos condições de trabalho e segurança. Garantia de cem por cento”, afirmou ele.

“Repito mais uma vez, se alguém realmente quiser se reunir conosco, estamos prontos. O melhor lugar para isso é a capital da Federação Russa, a cidade heroica de Moscou”, acrescentou o líder russo.

Putin também disse que não há razão para tropas da Otan estarem na Ucrânia e que sua potencial adesão à aliança política e militar é completamente inaceitável para a Rússia.

“Se alguma tropa aparecer lá, especialmente durante as hostilidades em andamento, presumimos que serão alvos legítimos para derrota”, acrescentou.

“E se forem tomadas decisões que levem a uma paz duradoura, então simplesmente não vejo razão para a presença deles em território ucraniano. Só isso.”

Entenda a guerra na Ucrânia

A Rússia iniciou a invasão em larga escala da Ucrânia em fevereiro de 2022 e detém atualmente cerca de um quinto do território do país vizinho.

Ainda em 2022, o presidente russo, Vladimir Putin, decretou a anexação de quatro regiões ucranianas: Donetsk, Luhansk, Kherson e Zaporizhzhia.

Os russos avançam lentamente pelo leste e Moscou não dá sinais de abandonar seus principais objetivos de guerra. Enquanto isso, Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, pressiona por um acordo de paz.

A Ucrânia tem realizado ataques cada vez mais ousados dentro da Rússia e diz que as operações visam destruir infraestrutura essencial do Exército russo.

O governo de Putin, por sua vez, intensificou os ataques aéreos, incluindo ofensivas com drones.

Os dois lados negam ter como alvo civis, mas milhares morreram no conflito, a grande maioria deles ucranianos.

Acredita-se também que milhares de soldados morreram na linha de frente, mas nenhum dos lados divulga números de baixas militares.

Os Estados Unidos afirmam que 1,2 milhão de pessoas ficaram feridas ou mortas na guerra.

 

CNN

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Israel fará primeiro transplante de medula espinhal do mundo e espera que pacientes voltem a andar

04/09/2025

Foto: Reprodução

 

Israel se prepara para realizar o primeiro implante de medula espinhal humana do mundo usando células do próprio paciente — um avanço médico que poderá permitir que pacientes paralisados voltem a ficar de pé e andar, anunciou a Universidade de Tel Aviv.

O procedimento da Universidade de Tel Aviv visa substituir a parte danificada por uma medula espinhal cultivada em laboratório que se funde com o tecido saudável acima e abaixo da lesão.

Estudos preliminares em ratos demonstraram resultados notáveis, com os animais recuperando a capacidade de andar normalmente.

O projeto inovador, liderado por Tal Dvir, começou há cerca de três anos, quando o laboratório do professor fez a projeção de uma medula espinhal humana tridimensional personalizada em laboratório.

As descobertas, publicadas na revista Advanced Science, apontaram que camundongos com paralisia crônica recuperaram a mobilidade após receber os implantes projetados.

O procedimento começa com células sanguíneas do paciente, que são reprogramadas em células semelhantes a células-tronco — estas, capazes de se transformar em qualquer tipo de célula.

O tecido adiposo também é coletado para criar uma estrutura de hidrogel personalizada, na qual as células-tronco se desenvolvem em uma estrutura da medula espinhal. Esse tecido modificado é então implantado, substituindo as áreas cicatrizadas e reconectando o sistema nervoso.

A cirurgia está prevista para os próximos meses e representa um marco histórico na medicina regenerativa.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 15 milhões de pessoas no mundo todo vivem com lesões na medula espinhal, sendo a maioria resultante de causas traumáticas, como quedas, acidentes de trânsito e violência.

 

Eumedicina

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[VÍDEO] Brasileira rompe silêncio e acusa Jeffrey Epstein; “Ele me forçou a ter relações sexuais aos 14 anos”

04/09/2025

Foto: HO/Florida Department of Law Enforcement/AFP

A brasileira Marina Lacerda, agora com 37 anos, conta como foi vítima de Jeffrey Epstein desde os 14 anos em Nova York | BNews Natal - Divulgação Foto: HO/Florida Departmentof Law Enforcement/AFP

 

A brasileira Marina Lacerda, de 37 anos, afirmou ter sido uma das vítimas do empresário Jeffrey Epstein. Os abusos começaram quando ela tinha 14 anos, em Nova York, nos Estados Unidos.

Ela falou publicamente sobre o caso pela primeira vez nesta quarta-feira, 3, em uma entrevista à emissora norte-americana ABC. Antes, Marina era identificada nos arquivos do processo contra Epstein como “Minor Victim-1” (Vítima Menor-1).

Ela foi recrutada em 2002, aos 14 anos, por uma amiga, em uma época em que vinha de um lar desestruturado. Tendo chegado aos EUA havia pouco tempo, Marina precisava ajudar a mãe e a irmã financeiramente.

Sua amiga disse para ela não se preocupar, que ele era “muito legal”, elas iriam para o andar de cima, fariam uma massagem nele, e depois ele daria US$ 300 para cada uma delas e elas iriam embora. A brasileira era uma das diversas garotas da região do Queens, em Nova York, que eram recrutadas para fazer massagens em Epstein.

 
 
 
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A rede de exploração sexual

Epstein foi acusado de liderar uma rede de exploração e tráfico sexual de menores de idade, ao lado da ex-namorada, Ghislaine Maxwell. Marina afirmou que era estimulada a recrutar outras garotas para participarem do esquema. Ele pagava centenas de dólares a cada menina em troca dos encontros.

“Ele me forçou a ter relações sexuais com ele”, disse Marina, que foi vítima do empresário por três anos.

Ela relatou que era abusada sexualmente diversas vezes na casa de Epstein em Nova York. Quando estava com quase 17 anos, ele perdeu o interesse, pois a considerava “velha demais”.

Marina participou de uma entrevista coletiva com outras mulheres que acusam Epstein de abuso sexual, em frente ao Congresso dos EUA, em Washington.

O ato pedia a divulgação de todos os arquivos da investigação contra o empresário. Questionada pela ABC se acreditava que os documentos deveriam ser tornados públicos, a brasileira afirmou que “absolutamente”.

Foto: HO/Florida Departmentof Law Enforcement/AFP

 

Morte e condenação

As investigações contra o milionário começaram em 2005, após a denúncia dos pais de uma menina de 14 anos, que relatou ter sido abusada sexualmente por ele em sua casa em Palm Beach, na Flórida. Epstein foi preso em 2008 e se declarou culpado por exploração sexual e facilitação à prostituição de menores, fechando um acordo de 13 meses de prisão.

Mais de uma década depois, um juiz da Flórida considerou o acordo ilegal, e Epstein foi preso em julho de 2019, em Nova York. Um mês depois, ele foi encontrado morto em sua cela, e a autópsia concluiu que ele tirou a própria vida.

O Departamento de Justiça dos EUA confirmou em julho deste ano que a causa da morte foi suicídio. As acusações contra ele foram retiradas após sua morte, mas as investigações continuaram contra outros envolvidos no caso, como sua ex-namorada Ghislaine, que foi condenada a 20 anos de prisão em 2022.

 

Bnews Natal

 

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Virginia Fonseca e o jogador Vini Jr são flagrados em iate na Espanha

04/09/2025

Fim do segredo: a influenciadora Virginia Fonseca e o jogador Vinicius Jr. passaram o dia juntinhos em um iate luxuoso em Marbella, cidade litorânea localizada na Espanha.

Os dois foram flagrados por fãs deixando a embarcação, onde estavam com os amigos. O flagrante fortaleceu os rumores de um suposto romance entre os dois que surgiram em julho.

Virginia Fonseca tem curtido alguns dias de férias e viajou ao lado de amigos para o país europeu. A famosa, que se separou de Zé Felipe em maio, chegou a visitar o estádio do Real Madrid, time no qual o jogador brasileiro atua. Imagens divulgadas por Leo Dias mostram que os dois realmente passaram o dia de sol juntos, como os fãs já vinham especulando.

 
 
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Mais cedo, Virginia compartilhou uma série de stories no Instagram ao lado de amigos em um iate de luxo pelo litoral da Espanha. Já Vini Jr., um pouco mais reservado, publicou apenas uma foto nos Melhores Amigos do Instagram mostrando que também estava em uma embarcação em alto mar. A imagem, no entanto, vazou e foi divulgada por Leo Dias.

Não demorou e internautas mais atentos, claro, perceberam que ele e a influenciadora estavam no mesmo local, apesar de não aparecerem juntos nas publicações. Alguns detalhes presentes nas postagens, como detalhes do iate, deixaram claro que a influenciadora e o jogador estavam no mesmo iate.

A aproximação entre Virginia Fonseca e Vini Jr. foi revelada com exclusividade pela coluna Fabia Oliveira em julho, apenas dois meses após o fim do casamento da influenciadora com o cantor sertanejo Zé Felipe. Eles estavam juntos há cinco anos e têm três filhos.

Virginia participou das festas organizadas pelo jogador no Rio de Janeiro para celebrar seu aniversário. Uma fonte da coluna afirmou ter visto a ex-esposa de Zé Felipe no local e em clima de intimidade com o anfitrião. Em uma das festas, Virginia chegou com Vini e os dois ficaram juntinhos em uma área escura e discreta na pérgola da piscina.

 

Por Fábia Oliveira

 

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Governo Trump pede à Suprema Corte que acelere a decisão sobre tarifas

04/09/2025

Foto: Alex Brandon/AP

 

O governo dos Estados Unidos pediu à Suprema Corte que agilize a análise sobre a imposição de tarifas comerciais depois que um tribunal decidiu que o presidente Donald Trump não tem autoridade para impor algumas das taxas anunciadas.

O procurador-geral John Sauer pediu ao tribunal superior que “acelere a resolução deste caso na medida do possível, dada a enorme importância de confirmar rapidamente a plena validade legal das tarifas do presidente”.

O pedido ocorre após uma decisão tomada no final de agosto por um tribunal federal de apelações, que concluiu que Trump extrapolou sua autoridade ao usar poderes econômicos emergenciais para impor os impostos.

No entanto, os juízes permitiram que as tarifas permanecessem em vigor até meados de outubro, dando tempo a Trump para levar o caso à Suprema Corte.

Desde que retornou à Casa Branca em janeiro, Trump invocou a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional para impor tarifas “recíprocas” a quase todos os parceiros comerciais dos Estados Unidos.

O presidente dos EUA usou poderes semelhantes para impor tarifas especiais a países como México, Canadá e China, que ele acusa de não fazerem o suficiente para conter a migração irregular e o fluxo de fentanil para os Estados Unidos.

O tribunal de apelações decidiu que ele havia excedido sua autoridade. E também questionou os acordos de Trump com importantes parceiros comerciais, como a União Europeia, levantando a questão do que aconteceria com os bilhões de dólares arrecadados desde que as tarifas foram impostas se a Suprema Corte, de maioria conservadora, não ficasse do seu lado.

Em uma declaração apresentada com a petição, o secretário do Tesouro, Scott Bessent, alertou que a decisão do tribunal inferior havia retirado do governo uma “vantagem substancial na negociação”.

 

Estadão

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Bondinho descarrilha em Lisboa e mata ao menos 17

04/09/2025

Foto: Patricia de Melo Moreira/AFP

 

O Elevador da Glória, conhecida atração turística de Lisboa, descarrilhou nesta quarta-feira (3), matando pelo menos 17 pessoas e ferindo outras 21 —os carros do bondinho têm capacidade máxima para 42 pessoas. Segundo o jornal O Público, o acidente foi causado por um cabo de segurança que se rompeu, fazendo com que o funicular se chocasse contra um prédio.

O descarrilamento ocorreu às 18h08 (14h08 em Brasília), quando o elevador fazia uma curva na Calçada da Glória. Sete dos feridos estão em estado grave, segundo as autoridades, que mobilizaram 62 socorristas e 22 veículos, entre ambulâncias, caminhões de bombeiros e viaturas policiais.

Até a madrugada desta quinta (4), ainda não havia registro de brasileiros entre as vítimas, informou o Itamaraty em nota.

Por volta das 20h30, no horário local, os bombeiros conseguiram retirar todas as vítimas presas nas ferragens, disse o chefe da corporação, Alexandre Rodrigues. A maioria dos feridos foi encaminhada para o Hospital São José, o mais próximo do local do acidente. O Inem (Instituto Nacional de Emergências Médicas) disse que há pessoas com sobrenomes estrangeiros entre as vítimas. Os corpos foram levados para o Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses para identificação.

Imagens mostram o funicular completamente destruído após o acidente. O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, que ocupa cargo equivalente ao de prefeito, estava no local da tragédia. Em entrevista coletiva, Moedas não deu mais informações sobre os feridos ou a causa do acidente, dizendo apenas que “Lisboa está de luto”.

Em nota, a Carris disse que o bondinho estava com a manutenção em dia. “Foram realizados e respeitados todos os protocolos de manutenção. A manutenção geral é feita a cada quatro anos e ocorreu em 2022, e a reparação intercalar é concretizada de dois em dois anos, tendo a última sido em 2024. Também têm sido escrupulosamente cumpridos os programas de manutenção mensal, semanal e a inspeção diária”, afirmou a empresa em nota.

O presidente de Portugal disse lamentar o acidente. “O Presidente da República apresenta o seu pesar e solidariedade às famílias afetadas por esta tragédia e espera que a ocorrência seja rapidamente esclarecida pelas entidades competentes”, afirmou Marcelo em nota.

Já o primeiro-ministro decretou um dia de luto nacional para a quinta-feira (4), cancelou sua agenda e enviou condolências às famílias das vítimas. “O governo está, desde os primeiros momentos, acompanhando a situação e a resposta das autoridades”, disse Montenegro em comunicado. “Sendo a prioridade imediata o socorro às vítimas, as autoridades competentes realizarão no devido tempo as averiguações necessárias para apurar as causas deste lamentável acidente”, concluiu.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, publicou em sua conta no X uma mensagem em português lamentando o acidente. “É com tristeza que tomei conhecimento do descarrilamento do famoso ‘Elevador da Glória’. Os meus sentimentos com as famílias das vítimas”, escreveu a alemã.

 

Folha de S.Paulo

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Microfone capta conversa entre Xi e Putin sobre imortalidade e transplante de órgãos

03/09/2025

Foto: Alexander Kazakov / Pool / AFP

 

Um vídeo publicado pela imprensa mostra uma curiosa conversa que aconteceu nesta quarta-feira (3) entre o presidente russo, Vladimir Putin, e o presidente da China, Xi Jinping. Durante uma caminhada, os dois falam sobre a possibilidade de os humanos viverem até 150 anos e transplante de órgãos. A informação foi divulgada pela imprensa internacional com traduções das agências de notícias Bloomberg e da Reuters.

Durante o momento, eles estavam ao lado do líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, além de uma delegação de outras autoridades estrangeiras e mais.

‘Antigamente, as pessoas raramente viviam até os 70 anos, mas hoje em dia, aos 70 anos, você ainda é uma criança’

Depois, ele comenta que, com o desenvolvimento das tecnologias e a possibilidade do transplante de órgãos, é possível até mesmo alcançar a imortalidade.

‘Os órgãos humanos podem ser continuamente transplantados, e as pessoas podem viver cada vez mais jovens, chegando até mesmo a alcançar a imortalidade’, continua.

Depois, Xi responde que alguns estudos mostram que os humanos poderão chegar a 150 anos ainda neste século.

No vídeo, Putin fala russo e há uma tradução para Xi. Esse, por sua vez, é traduzido para o russo no diálogo. Além disso, é possível ouvir um outro tradutor trazendo a fala em coreano para Kim.

Posteriormente, em uma coletiva de imprensa, Putin confirmou a conversa.

Os dois políticos possuem 72 anos. Putin modificou as leis russas e pode ficar mais tempo no poder, em que já está desde 2000. Já Xi Jinping busca um quarto mandato na China, que terá eleições em 2027.

O momento passou durante a transmissão ao vivo no desfile militar da China feito pela emissora CCTV.

No desfile militar da China nesta quarta-feira (3) em memória aos 80 anos da vitória contra o Japão na Segunda Guerra Mundial, o país aproveitou para demonstrar diversos novos equipamentos militares. Entre mísseis hipersônicos e drones, um deles chamou atenção: o ‘chamado ‘robô lobo’.

Os robôs são uma forma mais atualizada de anteriores, que já tinham sido mostrados pela própria China. No entanto, especialistas militares ouvidos pela AFP e pela Sky News destacam a modernidade desse novo equipamento, com maior capacidade de sustentação e força para aguentar tiros, por exemplo.

 

CBN

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China revela armamento nuclear em desfile militar

03/09/2025

Foto: Getty Images

 

A China revelou novos mísseis balísticos intercontinentais com capacidade de carregar ogivas nucleares durante o desfile militar nesta quarta-feira (3) em Pequim, em uma demonstração de força ao Ocidente.

O desfile militar chinês compõe celebração dos 80 anos do fim da 2ª Guerra Mundial e é visto como uma demonstração de força em um momento que a China busca desafiar a supremacia dos Estados Unidos. A exibição pública dos armamentos foi uma rara demonstração de seu crescente poderio e de sua capacidade de projetar força muito além das fronteiras do país.

Segundo a agência de notícias Reuters, a China exibiu pela primeira vez sua tríade nuclear completa, com armas prontas para uso que podem ser lançadas a partir da terra, do mar e do ar, incluindo um míssil balístico intercontinental reformulado, o DF-5C, e um novo míssil móvel de longo alcance, o DF-61.

Na ocasião, presidente Xi Jinping inspecionou as tropas em pé em uma limosine da marca Hongqi. Xi, também secretário-geral do Comitê Central do Partido Comunista da China e presidente da Comissão Militar Central, ordenou o início da revista.

Segundo a agência, enquanto o veículo seguiu lentamente para o leste, passando pelas bandeiras onduladas do Partido, da nação e das forças armadas, o presidente chinês as saudou.

Quando o veículo de revista retornou à praça, os militares gritavam em uníssono: “Seguir o Partido! Lutar para vencer! Forjar um comportamento exemplar!” “A justiça prevalecerá! A paz prevalecerá! O povo prevalecerá!”.

O comentarista militar e ex-instrutor do Exército chinês Song Zhongping disse à agência de notícias AFP que os mísseis revelados fazem parte de “uma nova geração de armas nucleares” do arsenal de Xi Jinping.

O míssil DF-5C tem alcance de 20 mil km, o que cobre metade da circunferência do planeta e seria capaz de atingir qualquer país, por conta das diferentes possibilidades de lançamento.

 

g1/Metrópoles

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Assessor especial do presidente Lula vai a evento na China ao lado de Putin e Kim Jong-un

03/09/2025

Foto: Reprodução/Ria Novosti

 

O assessor especial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), embaixador Celso Amorim, representou o Brasil no desfile militar que comemora o 80º aniversário da vitória na Gu3rra de Resistência do Povo Chinês. O evento em Pequim aconteceu nesta terça-feira (2/9), e contou com a presença de diversas autoridades mundiais.

Antes da parada militar, Amorim posou para uma foto oficial do encontro ao lado de líderes, como Vladimir Putin, Kim Jong-un, Alexander Lukashenko e MasoudPezeshkian. A presidente do Banco dos Brics, ex-presidente do Brasil Dilma Rousseff, também compareceu ao desfile.

A visita de Celso Amorim à China não consta na agenda oficial do assessor de Lula, divulgada pelo Planalto.

As celebrações pela vitória dos aliados na Segunda Gu3rra Mundial, e consequentemente da China sobre a ocupação do Japão, começaram nesta terça-feira (quarta-feira na China) com o desfile do poderio militar chinês na Praça da Paz Celestial.

 

Metrópoles

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Asteroide do tamanho de um ônibus passa perto da Terra nesta quarta

03/09/2025

Foto: Divulgação/Nasa

 

Um asteroide do tamanho de um ônibus, chamado 2025 QV5, passará próximo à Terra nesta quarta-feira (3), a cerca de 805 mil quilômetros de distância — aproximadamente o dobro da distância entre a Terra e a Lua.

Descoberto em 24 de agosto, o asteroide tem 11 metros de diâmetro e viaja a mais de 22.400 km/h, segundo o Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos.

A rocha espacial não representa risco de colisão com a Terra e, mesmo se entrasse em rota de impacto, grande parte dela se desintegraria na atmosfera, de acordo com a agência espacial.

 

R7

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Trump acusa Xi, Putin e Kim Jong-un de “conspirar contra os EUA”

03/09/2025

Foto: REUTERS/Kevin Lamarque

 

O dos Estados Unidos, Donald Trump, usou sua rede social Truth Social nesta terça-feira (2) para comentar o desfile militar promovido pela China em Pequim, evento que reúne mais de duas dezenas de líderes mundiais, entre eles o presidente russo Vladimir Putin e o líder norte-coreano Kim Jong-un.

Na publicação, Trump disse esperar que Xi Jinping mencione a contribuição dos EUA durante a Segunda Guerra Mundial.

“Muitos americanos morreram na busca da China por Vitória e Glória. Espero que sejam devidamente homenageados e lembrados por sua bravura e sacrifício!”, escreveu.

Em tom irônico, o republicano ainda pediu que seus “cumprimentos calorosos” fossem transmitidos a Putin e Kim “enquanto conspiram contra os Estados Unidos”.

O desfile comandado por Xi ocorre na Avenida da Paz Eterna, em Pequim, com exibição de armas hipersônicas, mísseis nucleares e drones. O evento encerra três dias de agenda intensa do líder chinês, que recebeu líderes da Ásia e do Oriente Médio em uma cúpula voltada a reforçar sua visão de uma nova ordem mundial.

A lista de convidados do presidente chinês inclui chefes de Estado que, segundo estrategistas em Washington, formam um “eixo de perturbação” contra os interesses americanos, como Putin, Kim e o presidente iraniano, MasoudPezeshkian. Para analistas ocidentais, o encontro simboliza a crescente disposição da China em desafiar o Ocidente em diferentes frentes.

 

CNN

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Tarifaço: Governo Trump faz audiência com setor privado na investigação sobre Pix e 25 de Março

03/09/2025

Foto: AL DRAGO/EFE/EPA

 

O governo dos Estados Unidos realiza nesta quarta-feira, 3, em Washington, uma audiência pública da investigação aberta contra o Brasil por supostas práticas comerciais desleais, a chamada Seção 301. O processo foi determinado pelo presidente Donald Trump em 9 de julho, na carta de anúncio do tarifaço de 50% sobre as exportações nacionais.

A investigação foi aberta com acusações sobre atos, políticas e práticas do Brasil relacionadas ao comércio digital e serviços de pagamento eletrônico (incluindo o Pix), tarifas preferenciais injustas, aplicação da lei anti-corrupção, proteção de propriedade intelectual (caso da 25 de Março, tida como um mercado de produtos piratas), acesso ao mercado do etanol e desmatamento ilegal.

A audiência começa às 11h no horário de Brasília. Embora seja pública, não haverá transmissão por parte do governo americano. Fotografias e gravações são proibidas.

O Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR), responsável por conduzir a apuração, deu início ao processo no dia 15 de julho e organizou a sessão pública para ouvir agentes do setor privado americano e brasileiro, bem como outros interessados em se manifestar sobre as medidas comerciais contra o País.

O USTR é chefiado pelo embaixador JamiesonGreer. Ele vinha sendo um dos interlocutores do governo Trump com o País e fez reuniões com o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o vice-presidente Geraldo Alckmin, também ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

O Estadão apurou que o governo brasileiro vai acompanhar a audiência, mas não pediu para se pronunciar. No último dia 18, o governo Lula enviou um calhamaço de comentários por escrito como defesa, no qual refutou as acusações de concorrência desleal e afirmou não reconhecer a legitimidade da apuração com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA, de 1974.

Segundo dois embaixadores, governos estrangeiros não costumam fazer intervenções nessa fase, e não faria sentido discursar presencialmente se a legitimidade do processo foi questionada.

O governo Luiz Inácio Lula da Silva decidiu abrir um processo e pedir consultas com os americanos perante a Organização Mundial do Comércio (OMC), em Genebra, na Suíça.

O Ministério da Defesa do Brasil vai acompanhar in loco a audiência pública, por meio do adido adjunto de Defesa e Aeronáutica, coronel Daniel Lames de Araújo. Ele indicou que pretende apenas observar as discussões para tomar ciência de impactos das medidas da Seção 301 sobre contratos do ministério. Os EUA são o principal fornecedor de equipamento militar para as Forças Armadas brasileiras.

Essa fase da investigação é prevista na lei americana e constitui uma espécie de consulta a interessados dos dois lados, mas não serve para anunciar a tomada de decisão final.

A audiência é uma fase de instrução para que os interessados forneçam dados e argumentos para embasar ou refutar as alegações e assim subsidiar a futura decisão do USTR. O órgão pode determinar a imposição de tarifas e outras medidas restritivas como resposta.

 

Estadão

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JD INFORMÁTICA

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Mulher transgênero é transferida de presídio após engravidar duas presas nos EUA

03/09/2025

Foto: reprodução

 

Uma mulher transgénero, detida em uma prisão feminina de Nova Jersey, nos Estados Unidos, engravidou duas outras prisioneiras, levando as autoridades a transferi-la a uma outra instalação, conforme revelou um relatório no ultimo sábado (16).

Demi Minor, de 27 anos, cumpre pena de 30 anos por homicídio culposo e foi transferida do Presidio Feminino Edna Mahan para o Presidio Juvenil Garden State, uma prisão para jovens adultos no condado de Burlington, segundo um porta-voz do Departamento de Correções de Nova Jersey.

O site “Justice 4 Demi” publicou em 15 de julho que a detenta reclama de estar em uma prisão masculina e que corre risco de suicídio. “Os jovens presos são imaturos e simplesmente ignorantes em relação a uma pessoa como eu”, disse Minor. “Eles me chamam de ‘ele’. Não me tratavam assim, como homem, ha? anos”.

 

Alfinetei

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GACC - RN

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Trump diz que EUA atiraram contra embarcação da Venezuela carregada com drogas

02/09/2025

Foto: Reuters/Getty Images

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (2) que militares americanos atingiram uma embarcação da Venezuela carregada com drogas. Já o secretário de Estado americano, Marco Rubio, disse que as Forças Armadas conduziram um “ataque letal”.

A declaração ocorre em meio a uma escalada de tensões entre EUA e Venezuela. O governo norte-americano enviou navios de guerra, um submarino e aviões espiões para o sul do Caribe. A Casa Branca alega que a operação tem como objetivo combater o tráfico de drogas.

Trump afirmou que o barco “foi abatido” nesta terça-feira. Ele não deixou claro de quem era a embarcação e apenas disse ela que havia partido da Venezuela.

“Temos muitas drogas entrando em nosso país, entrando há muito tempo, e essas vieram da Venezuela, saindo de lá, em grande quantidade. Muitas coisas estão saindo da Venezuela”, disse o presidente.

 

G1

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Governo Trump prepara novas medidas contra o Brasil

02/09/2025

Foto: REUTERS/Kevin Lamarque

 

Os Estados Unidos preparam medidas contra o Banco do Brasil e contra as importações da Rússia, além de contestação dos argumentos do governo e das empresas brasileiras em relação à tarifa de 50%.

As informações são de diversas fontes consultadas pela CNN em Washington. A situação é fluida e depende do presidente Donald Trump, que pode mudar de planos.

Na tarde desta segunda-feira (1º), a sanção mais iminente parece ser contra o BB (Banco do Brasil), segundo o relato de uma dessas fontes. O contexto é o do início do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, nessa terça-feira (2).

Ao aplicar a Lei Magnitsky, em 30 de julho, o Departamento do Tesouro americano se municiou para punir com sanções econômicas instituições que prestem serviços ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

No dia 18 de agosto, o ministro Flavio Dino, também do STF, determinou, ao julgar outro caso, que “leis, decisões judiciais, decretos ou ordens executivas de outros países não têm eficácia no Brasil a não ser que sejam homologados pela Justiça brasileira ou aprovados conforme a Constituição e as leis nacionais”.

No dia seguinte, o BB emitiu comunicado afirmando que “atua em plena conformidade à legislação brasileira, às normas dos mais de 20 países onde está presente e aos padrões internacionais que regem o sistema financeiro”, e acrescentou que “está preparado para lidar com temas complexos e sensíveis que envolvem regulamentações globais”.

Em 21 de agosto, uma instituição financeira cancelou o cartão Mastercard do ministro, segundo informações do mercado. No mesmo dia, o BB teria oferecido a Moraes um cartão da bandeira brasileira Elo. Essa é a justificativa para o Tesouro americano adotar medidas contra o banco estatal.

Nesses casos, os EUA costumam impor multas aos “transgressores”. O caso mais notório foi o do banco francês BNP Paribas , acusado de violar sanções americanas ao transacionar bilhões de dólares com entidades sancionadas do Sudão, Irã e Cuba. Em julho de 2014, o BNP Paribas se declarou culpado e foi condenado a pagar US$?9?bilhões em multas, e a cinco anos de liberdade condicional corporativa.

Já o banco britânico Standard Chartered foi multado três vezes. Em 2012, o regulador do estado de Nova York (DFS) acusou o banco de ocultar transações com o Irã, impondo multa de US$?340?milhões. Uma nova condenação, por negócios com Irã, Mianmar, Líbia e Sudão, levou a outra multa, de US$?327?milhões.

Em 2019, o Standard Chartered foi multado mais uma vez, em US$?1,1?bilhão, por causa de negócios com Mianmar, Zimbábue, Cuba, Sudão, Síria e Irã, e deficiências nos controles de lavagem de dinheiro.

 

CNN

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Mundo

EUA podem reagir com sanções em tempo real durante julgamento de Jair Bolsonaro

31/08/2025

Em que pese a importância dos assuntos em debate, julgamentos do Supremo Tribunal Federal no Brasil não costumam mobilizar o governo dos Estados Unidos. É ainda mais raro que as discussões televisionadas da Corte sejam acompanhadas em tempo real por Washington.

Mas é exatamente isso o que acontecerá a partir do próximo dia 2, quando começa o julgamento por tentativa de golpe de Estado do ex-presidente Jair Bolsonaro no STF.

Fontes da administração Trump disseram reservadamente à coluna da jornalista Mariana Sanches, no UOL, que acompanharão “de perto” as audiências.

Não só isso: afirmaram ainda que existe uma lista de opções em termos de “sanções e tarifas” contra o Brasil que poderão ser acionadas pelo presidente Donald Trump em tempo real, conforme os ministros da primeira turma do STF indiquem qual será o destino do ex-presidente brasileiro.

O exato teor dessas medidas, no entanto, não foi revelado pelas fontes, que disseram que sua entrada em vigor dependeria inteiramente da decisão de Trump. A coluna apurou que há em discussão na burocracia de Washington a possibilidade de novas rodadas de cassação de vistos a autoridades brasileiras, sanções financeiras a outros integrantes do STF e uma nova edição da lista de itens brasileiros excluídos do tarifaço de 50% em vigor desde o último dia 6.

Nem a Casa Branca e nem o Departamento de Estado responderam à consulta formal da coluna sobre a possibilidade de que novas medidas contra o Brasil possam se materializar a depender do resultado do processo. Em carta na qual anunciava um tarifaço de 50% contra o Brasil, Trump afirmou que entre suas motivações para a taxa estava o julgamento de Bolsonaro, ao qual chamou de “caça às bruxas”, e exigiu sua interrupção “imediatamente”.

Há algumas semanas, o presidente americano aproveitou a presença da imprensa brasileira na Casa Branca para questionar o andamento processual do caso de Bolsonaro, e repetiu que ele era “um homem honesto”. Não existe atualmente uma negociação comercial entre os dois países, já que a Casa Branca condiciona qualquer acordo tarifário à discussão sobre a situação judicial do ex-presidente.

Segundo o comentarista político Paulo Figueiredo, ele e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) foram convidados por pessoas ligadas à gestão Trump a ir a Washington durante o julgamento —chegarão à capital americana na próxima quarta, dia 3, segundo dia do julgamento, que deve se estender até o dia 12.

De acordo com Eduardo, a viagem servirá também para abastecer a Casa Branca com informações sobre o status judicial de seu pai e as discussões na corte. Eduardo e Figueiredo se negaram a revelar quem serão seus interlocutores e qual será o teor das reuniões que terão na capital dos EUA.

Ambos têm liderado uma campanha por punições ao Brasil que, segundo eles, possam forçar o país a aprovar uma anistia a Bolsonaro e seus aliados. Até agora, os esforços da dupla contribuíram para o anúncio da tarifa de 50%, de uma investigação por supostas práticas desleais de comércio do Brasil, de restrições de visto a ministros do STF e da gestão Lula e da imposição das sanções financeiras da Lei Global Magnitsky ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso de Bolsonaro.

Um dos mais importantes aliados de Figueiredo e Eduardo, o ex-porta-voz de Trump e ex-estrategista nas três campanhas presidenciais do republicano, Jason Miller, afirmou há alguns dias no podcast “Ask Dr. Drew” que foi detido por ordem do ministro do STF Alexandre de Moraes no aeroporto de Brasília em 2021.

“E agora o exato mesmo juiz está acusando o presidente Bolsonaro com algo que o colocaria na prisão pelos próximos 35 anos”, disse Miller, para quem Trump está tentando interromper “práticas antidemocráticas” no Brasil.

Embora não tenha cargo formal na gestão Trump, Miller segue sendo um auxiliar influente do republicano. No mesmo programa ele se mostrou informado sobre a tentativa da oposição de aprovar a PEC da Blindagem e se disse muito próximo a Eduardo Bolsonaro. Miller não respondeu aos pedidos de comentário da coluna.

A gestão Trump tem se revelado convencida de que o apoio à família Bolsonaro é seu melhor caminho para disputar a liderança do Brasil nas eleições do país em 2026. Os bolsonaristas se aproximaram do grupo de Trump há quase uma década. Em mensagens trocadas com o pai e reveladas em um recente relatório da Polícia Federal, Eduardo admitiu ter trabalhado contra nomes alternativos na direita, como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. À coluna, o ideólogo do movimento trumpista MAGA (Make America Great Again) diz ver em Eduardo o herdeiro para o movimento bolsonarista. Um senador do Centrão, integrante da comitiva que foi recentemente a Washington negociar tarifas, relatou à coluna ter ouvido a mesma coisa de empresários com acesso à Casa Branca.

O governo Lula está ciente do risco de uma nova escalada na crise na relação bilateral durante o julgamento. Um embaixador do Brasil com conhecimento das atuais relações entre Brasil e EUA afirmou à coluna que, como negociar com a independência do Judiciário jamais foi uma opção, o país se prepara para mitigar os eventuais danos de uma nova rodada de punições de Washington. Mas que, dada a imprevisibilidade de Trump, é difícil apostar quais poderiam ser elas.

Por Mariana Sanches /UOL/Fotos: Anna Moneymaker/Getty Images e Igo Estrela/MetrópolesEm que pese a importância dos assuntos em debate, julgamentos do Supremo Tribunal Federal no Brasil não costumam mobilizar o governo dos Estados Unidos. É ainda mais raro que as discussões televisionadas da Corte sejam acompanhadas em tempo real por Washington.

Mas é exatamente isso o que acontecerá a partir do próximo dia 2, quando começa o julgamento por tentativa de golpe de Estado do ex-presidente Jair Bolsonaro no STF.

Fontes da administração Trump disseram reservadamente à coluna da jornalista Mariana Sanches, no UOL, que acompanharão “de perto” as audiências.

Não só isso: afirmaram ainda que existe uma lista de opções em termos de “sanções e tarifas” contra o Brasil que poderão ser acionadas pelo presidente Donald Trump em tempo real, conforme os ministros da primeira turma do STF indiquem qual será o destino do ex-presidente brasileiro.

O exato teor dessas medidas, no entanto, não foi revelado pelas fontes, que disseram que sua entrada em vigor dependeria inteiramente da decisão de Trump. A coluna apurou que há em discussão na burocracia de Washington a possibilidade de novas rodadas de cassação de vistos a autoridades brasileiras, sanções financeiras a outros integrantes do STF e uma nova edição da lista de itens brasileiros excluídos do tarifaço de 50% em vigor desde o último dia 6.

Nem a Casa Branca e nem o Departamento de Estado responderam à consulta formal da coluna sobre a possibilidade de que novas medidas contra o Brasil possam se materializar a depender do resultado do processo. Em carta na qual anunciava um tarifaço de 50% contra o Brasil, Trump afirmou que entre suas motivações para a taxa estava o julgamento de Bolsonaro, ao qual chamou de “caça às bruxas”, e exigiu sua interrupção “imediatamente”.

Há algumas semanas, o presidente americano aproveitou a presença da imprensa brasileira na Casa Branca para questionar o andamento processual do caso de Bolsonaro, e repetiu que ele era “um homem honesto”. Não existe atualmente uma negociação comercial entre os dois países, já que a Casa Branca condiciona qualquer acordo tarifário à discussão sobre a situação judicial do ex-presidente.

Segundo o comentarista político Paulo Figueiredo, ele e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) foram convidados por pessoas ligadas à gestão Trump a ir a Washington durante o julgamento —chegarão à capital americana na próxima quarta, dia 3, segundo dia do julgamento, que deve se estender até o dia 12.

De acordo com Eduardo, a viagem servirá também para abastecer a Casa Branca com informações sobre o status judicial de seu pai e as discussões na corte. Eduardo e Figueiredo se negaram a revelar quem serão seus interlocutores e qual será o teor das reuniões que terão na capital dos EUA.

Ambos têm liderado uma campanha por punições ao Brasil que, segundo eles, possam forçar o país a aprovar uma anistia a Bolsonaro e seus aliados. Até agora, os esforços da dupla contribuíram para o anúncio da tarifa de 50%, de uma investigação por supostas práticas desleais de comércio do Brasil, de restrições de visto a ministros do STF e da gestão Lula e da imposição das sanções financeiras da Lei Global Magnitsky ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso de Bolsonaro.

Um dos mais importantes aliados de Figueiredo e Eduardo, o ex-porta-voz de Trump e ex-estrategista nas três campanhas presidenciais do republicano, Jason Miller, afirmou há alguns dias no podcast “Ask Dr. Drew” que foi detido por ordem do ministro do STF Alexandre de Moraes no aeroporto de Brasília em 2021.

“E agora o exato mesmo juiz está acusando o presidente Bolsonaro com algo que o colocaria na prisão pelos próximos 35 anos”, disse Miller, para quem Trump está tentando interromper “práticas antidemocráticas” no Brasil.

Embora não tenha cargo formal na gestão Trump, Miller segue sendo um auxiliar influente do republicano. No mesmo programa ele se mostrou informado sobre a tentativa da oposição de aprovar a PEC da Blindagem e se disse muito próximo a Eduardo Bolsonaro. Miller não respondeu aos pedidos de comentário da coluna.

A gestão Trump tem se revelado convencida de que o apoio à família Bolsonaro é seu melhor caminho para disputar a liderança do Brasil nas eleições do país em 2026. Os bolsonaristas se aproximaram do grupo de Trump há quase uma década. Em mensagens trocadas com o pai e reveladas em um recente relatório da Polícia Federal, Eduardo admitiu ter trabalhado contra nomes alternativos na direita, como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. À coluna, o ideólogo do movimento trumpista MAGA (Make America Great Again) diz ver em Eduardo o herdeiro para o movimento bolsonarista. Um senador do Centrão, integrante da comitiva que foi recentemente a Washington negociar tarifas, relatou à coluna ter ouvido a mesma coisa de empresários com acesso à Casa Branca.

O governo Lula está ciente do risco de uma nova escalada na crise na relação bilateral durante o julgamento. Um embaixador do Brasil com conhecimento das atuais relações entre Brasil e EUA afirmou à coluna que, como negociar com a independência do Judiciário jamais foi uma opção, o país se prepara para mitigar os eventuais danos de uma nova rodada de punições de Washington. Mas que, dada a imprevisibilidade de Trump, é difícil apostar quais poderiam ser elas.

 

Por Mariana Sanches /UOL/Fotos: Anna Moneymaker/Getty Images e Igo Estrela/Metrópoles

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Aos 79 anos, Donald Trump está vivo: Presidente dos EUA aparece no Clube de Golfe desmentindo rumores sobre sua saúde

31/08/2025

 Foto: Reprodução

 

A Casa Branca anunciou, no início da madrugada deste sábado (30), o cancelamento de todos os compromissos do presidente Donald Trump, 79 anos, previstos para os próximos dias. A decisão acabou ampliando os rumores de que o republicano teria morrido, hipótese que circulou com força nas redes sociais.

Na manhã deste sábado, Donald Trump foi flagrado a caminho de uma partida de golfe em seu resort localizado na Virgínia, após rumores de que teria morrido.

Segundo o governo, o cancelamento da agenda presidencial se deve a questões médicas e de descanso, sem qualquer relação com os rumores de morte.

 
 
 
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Uma publicação compartilhada por Ipiranga News (@ipiranganews01)

Foto: Reprodução/X/Foto 2: AFP

 

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Cada voto, uma Magnitsky; Trump deve aplicar Magnitsky para cada ministro que votar pela condenação de Bolsonaro

30/08/2025

Foto: Reprodução/X Antonio Augusto/STF

 

Os Estados Unidos se preparam para aplicar a Lei Magnitsky contra ministros do Supremo Tribunal Federal que possam votar pela condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro. A movimentação deve começar já na próxima semana, com declarações públicas de autoridades norte-americanas.

Segundo fontes ligadas ao governo dos EUA, o vice-secretário de Estado, Christopher Landau, e o secretário de Estado, Marco Rubio, devem se manifestar na rede X sinalizando a possibilidade de aplicar sanções da Lei Magnitsky contra magistrados brasileiros. O alvo principal seriam integrantes da Primeira Turma do Supremo, responsável pelo julgamento de Bolsonaro.

Em resposta, a Advocacia-Geral da União já iniciou conversas com um escritório de advocacia contratado nos EUA para avaliar estratégias de defesa e eventuais recursos no Judiciário norte-americano. Apesar da pressão, o ministro Alexandre de Moraes tem defendido, por ora, uma saída diplomática, apostando na atuação do Itamaraty para conter a escalada da crise.

 

Band News

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Eduardo Bolsonaro acompanhará julgamento do pai direto da Casa Branca a convite do presidente Trump

29/08/2025

Foto: reprodução

 

Eduardo Bolsonaro , deputado federal licenciado pelo PL-SP, foi convidado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump , para acompanhar o julgamento de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, diretamente da Casa Branca.

O julgamento, marcado para 2 de setembro de 2025 no Supremo Tribunal Federal (STF), apura suposta tentativa de golpe de Estado, entre outros supostos crimes, como a abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

Eduardo, que está nos EUA desde março, intensificou sua articulação com autoridades americanas, incluindo encontros com parlamentares e membros do governo Trump, para pressionar por sanções contra o Brasil e defender a anistia para seu pai e aliados envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023.

A presença de Eduardo na Casa Branca durante o julgamento reforça a estratégia de internacionalizar o caso, buscando apoio de Trump, que já classificou o processo como perseguição política e caça às bruxas.

Desde julho, quando Trump (@realdonaldtrump ) anunciou tarifas de 50% sobre produtos brasileiros, Eduardo (@bolsonarosp ) e o comunicador Paulo Figueiredo têm se reunido com figuras do governo americano, como congressistas republicanos e membros do Departamento de Estado, para apresentar dossiês contra o STF, especialmente o ministro Alexandre de Moraes.

A ofensiva visa pressionar o Congresso brasileiro a aprovar uma anistia ampla.

 

Diário 360/Foto: Reprodução/X

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