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EUA anunciam recompensa de US$ 25 milhões por informações contra Maduro

29/07/2025

Foto: Reprodução/X

 

O DEA (sigla em inglês para Administração de Repressão às Drogas), órgão ligado ao Departamento de Justiça dos EUA, divulgou uma recompensa de US$ 25 milhões para quem tiver informações “que levem à prisão e/ou à condenação” do presidente da Venezuela Nicolás Maduro (Partido Socialista Unido da Venezuela, esquerda).

Um cartaz com uma foto de Maduro e o valor da recompensa foi compartilhado na segunda-feira (28) pela conta oficial do DEA na rede social X. O órgão também pede informações de DiosdadoCabello, ministro do Interior, Justiça e Paz da Venezuela, e de Vladimir Padrino López, ministro da Defesa da Venezuela, ambos do mesmo partido político de Maduro.

O governo dos EUA acusa Maduro de “conspiração com o narco-terrorismo, com a importação de cocaína, com o uso e transporte de armas e objetos destruidores em fomento a um crime de tráfico de drogas”. O presidente venezuelano também é acusado pelo governo norte-americano de integrar um grupo criminoso chamado de “Cartel de Los Soles”.

Na 6ª feira (25.jul), a gestão Trump classificou o cartel como uma organização terrorista internacional. “O Cartel de los Soles é um grupo criminoso sediado na Venezuela, liderado por Nicolás Maduro Moros e outros integrantes de alto escalão do regime de Maduro. O grupo fornece apoio material a organizações terroristas estrangeiras que ameaçam a paz e a segurança dos Estados Unidos, em especial o Tren de Aragua e o Cartel de Sinaloa”, diz o comunicado oficial do Departamento do Tesouro dos EUA. Eis a íntegra, em inglês (PDF – 112 kB).

No domingo (27.jul), o Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio (Partido Republicano), divulgou uma nota oficial afirmando que “Maduro não é o presidente da Venezuela e seu regime não é o governo legítimo”.

 

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Ataque a tiros deixa ao menos cinco mortos em importante avenida dos EUA

29/07/2025

Foto: Reprodução CNN Brasil

 

Um homem fez um ataque a tiros em um prédio corporativo no centro de Manhattan nesta segunda-feira (28), informou uma fonte à CNN.

Segundo autoridades, cinco pessoas foram mortas no local. O atirador também morreu.

O homem foi visto adentrando um prédio comercial na Park Avenue, que inclui escritórios corporativos da National Football League e da Blackstone. Posteriormente, ele foi identificado como um jovem de 27 anos de Las Vegas.

O edifício ocupa um quarteirão inteiro, sendo um dos poucos a ter CEP próprio.

Segundo o vice-diretor do FBI, Dan Bongino, o serviço secreto está fornecendo apoio no local. O esquadrão antibombas da polícia de Nova York está no local.

O prefeito de Nova York, Eric Adams, confirmou que “há uma investigação sobre atirador ativo em andamento no centro da cidade neste momento” em uma publicação no X.

“Por favor, tomem as devidas precauções de segurança se estiverem nas proximidades e não saiam se estiverem perto da Park Avenue e da East 51st Street”, escreveu ele.

A governadora de NY, Kathy Hochul, afirmou em uma publicação no X que havia sido informada sobre o tiroteio e pediu à população que evitasse a área.

 

CNN

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Senadores do Brasil nos EUA não têm reunião marcada com ninguém do governo Trump

28/07/2025

Foto: Reprodução / Nelson Trad Filho

 

 

A comitiva de senadores brasileiros que foi até os Estados Unidos para tentar negociar as tarifas de 50% impostas a produtos brasileiros não tem reunião marcada com ninguém do governo do presidente Donald Trump (Partido Republicano) no 1º dia das atividades do grupo, na 2ª feira (28.jul.2025). Eles ficarão no país até 4ª feira (30.jul). As tarifas entram em vigor em 1º de agosto. A agenda completa, dos 3 dias, ainda não foi divulgada pela assessoria de imprensa do presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, Nelsinho Trad (PSD-MS).

Na 2ª feira (28.jul), há só 3 compromissos marcados: um “café da manhã de trabalho” com a embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Viotti, e com outros diplomatas –todos brasileiros–, uma reunião com empresários do setor privado norte-americano e “reuniões fechadas” (sem a informação sobre quem participará).

A embaixadora do Brasil em Washington é quem acompanha os congressistas brasileiros. Viotti, que não tem acesso de alto nível da atual administração republicana, irá ciceronear senadores. O diplomata Roberto Azevêdo, ex-diretor-geral da OMC (Organização Mundial do Comércio), participará de uma das reuniões.

Eis abaixo os compromissos de 2ª feira (28.jul) :

9h30 (horário de Brasília. Às 8h30 em Washington) – café da manhã com os embaixadores Maria Luiza Viotti e Roberto Azevêdo, diplomatas brasileiros e os senadores da missão. Na sequência, reuniões fechadas. Na Residência oficial da embaixadora do Brasil em Washington;

14h (horário de Brasília. Às 13h em Washington) – reuniões com empresários e representantes do Brazil-U.S. Business Council. Na sede da U.S. ChamberofCommerce.

REUNIÃO SÓ COM SENADORES

A missão oficial do Senado começou neste domingo (27.jul), com a chegada de Carlos Viana (Podemos-MG), Jaques Wagner (PT-BA) (que é líder do Governo no Senado) e Rogério Carvalho (PT-SE). Antes, no sábado (26.jul), houve um encontro entre 5 dos 8 senadores que já estavam no país norte-americano. Eles se reuniram em um quarto de hotel para discutir pauta que, por ora, não tem a quem ser apresentada para o alto escalão do governo dos EUA.

Eis abaixo quem participou:

Nelsinho Trad (PSD-MS), presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado; Tereza Cristina (PP-MS); Marcos Pontes (PL-SP); Esperidião Amin (PP-SC); e Fernando Farias (MDB-AL)….

 

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Avião da América Airlines enfrenta principio de incêndio durante decolagem em Denver e passageiros são evacuados

28/07/2025

 
 
 
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Vídeo: reprodução Instagram

 

Um avião da American Airlines com destino a Miami teve um princípio de incêndio no trem de pouso durante a decolagem no Aeroporto Internacional de Denver, nos EUA, neste domingo (27). A aeronave, identificada como voo AA3023, transportava 173 passageiros e 6 tripulantes.

A tripulação acionou o protocolo de emergência e todos os ocupantes foram evacuados com segurança por escorregadores. O fogo foi rapidamente contido pelos bombeiros do aeroporto. A FAA e a American Airlines investigam o incidente.

 

Canal Paulo Mathias

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Maduro não é o presidente da Venezuela e seu governo é ilegítimo, dizem EUA

28/07/2025

Foto: REUTERS/Leonardo Fernandez Viloria

 

O Departamento de Estados dos Estados Unidos afirmou em um comunicado neste domingo (27) que o ditador Nicolás Maduro não é o presidente da Venezuela e que seu regime não é o governo legítimo. O texto é assinado pelo secretário de Estado, Marco Rubio.

O comunicado marca o aniversário de um ano desde que Maduro foi declarado vencedor das eleições presidenciais, em 28 de julho de 2024. A oposição alega ter vencido o pleito, e o resultado foi amplamente contestado por observadores internacionais.

Rubio também faz referência às eleições municipais que acontecem neste domingo.” Ao agendar as eleições municipais na véspera do aniversário da eleição presidencial roubada de 28 de julho, o regime mais uma vez pretende mobilizar militares e policiais para reprimir a vontade do povo venezuelano”, afirma o secretário.

Além de denunciar o resultado divulgado pelas autoridades eleitorais, aliadas a Maduro, nas eleições presidenciais do ano passado, o secretário também alega que Maduro é líder do grupo Cartel de Los Soles, designado como terrorista pelos Estados Unidos esta semana.

“Ele é responsável pelo tráfico de drogas para os Estados Unidos e Europa. Maduro, atualmente indiciado por nossa nação, corrompeu as instituições da Venezuela para auxiliar o esquema criminoso de narcotráfico do cartel para os Estados Unidos”, diz Rubio.

Por fim, o comunicado reforça que os Estados Unidos continuarão os esforços para responsabilizar o “regime corrupto, criminoso e ilegítimo de Maduro”.

 

CNN Brasil

 

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Trump fechou acordos com UE, Japão e China, mas deixa Brasil de fora

27/07/2025

Foto: Evelyn Hockstein/Reuters

 

A cinco dias do fim do prazo estipulado pelo governo dos Estados Unidos para que os demais países entrem em um acordo com Washington a respeito das tarifas comerciais impostas pelo presidente norte-americano Donald Trump, o Brasil vai ficando no fim da fila e com chances cada vez menores de escapar do chamado “tarifaço”.

Neste domingo (27/7), após uma reunião com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em Edimburgo (Escócia), Trump confirmou que EUA e União Europeia (UE) chegaram a um acordo sobre as tarifas.

“A UE vai concordar em comprar dos EUA US$ 750 bilhões em energia”, afirmou Trump. De acordo com o republicano, a UE também concordou em investir US$ 600 bilhões nos EUA a mais do que já está investindo. O acordo é semelhante ao fechado com os demais países que conseguiram diálogo com a Casa Branca, como o Japão.

O acordo irá “reequilibrar, mas permitir o comércio de ambos os lados”, disse Von der Leyen, reconhecendo a necessidade de balancear a relação (veja abaixo mais detalhes do acordo entre norte-americanos e europeus).

Também neste domingo, em entrevista à Fox News, o secretário do Comércio dos EUA, Howard Lutnick, afirmou que a nova rodada do tarifaço de Trump entrará mesmo em vigor na próxima sexta-feira, dia 1º de agosto, sem possibilidade de prorrogação do prazo determinado pela Casa Branca.

O Brasil é o país que foi alvo das maiores taxas. Trump anunciou a aplicação de tarifas extras de 50% sobre todos os produtos exportados pelo Brasil aos norte-americanos. Até o momento, não houve avanço significativo nas negociações entre os governos brasileiro e dos EUA.

Os EUA também instauraram investigação comercial, aberta pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês), a pedido de Trump. O governo norte-americano afirma que a análise pretende investigar supostas práticas comerciais desleais do Brasil em relação aos EUA e cita como exemplo as recentes disputas judiciais envolvendo plataformas digitais.

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Trump confirma tarifaço que inclui o Brasil: “1º de agosto é para todos”

27/07/2025

Foto: reprodução

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (27/7) que as tarifas que o país pretende aplicar e que atingem o Brasil e outros países devem começar a valer a partir do dia 1º de agosto.

” O 1º de agosto é para todos”, disse Trump, durante entrevista coletiva ao lado de Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia.

O secretário de Comércio americano, Howard Lutnick, já havia antecipado que não haveria adiamento. “Não haverá prorrogação nem mais períodos de carência. Em 1º de agosto as tarifas serão fixadas. Entrarão em vigor. As alfândegas começarão a arrecadar o dinheiro”, falou em entrevista para a Fox News.

As taxas que Trump decidiu impor ao Brasil são de 50% sobre todos os produtos brasileiros exportados para os EUA. Em abril, o Brasil já havia tido seus produtos taxados em 10% pelo governo norte-americano.

 
 
 
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Desde o anúncio das tarifas, o governo brasileiro tem tentado negociações com a Casa Branca, no entanto, segundo afirma o governo, a comunicação está centralizada no presidente americano, o que dificulta o diálogo entre os países.

O vice presidente, Geraldo Alckmin, tem se reunido com setores produtivos para entender os pleitos de cada indústria e estruturar formas de reverter o tarifaço. Uma das possíveis alternativas do Brasil era o adiamento do inicio das tarifas.

 

Metrópoles/ Foto: Andrew Harnik/Getty Images

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EUA e União Europeia anunciam acordo tarifário

27/07/2025

O presidente dos EUA, Donald Trump, aperta a mão da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em Turnberry, Escócia (27/07/2025 Foto: REUTERS/Evelyn Hockstein)

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou hoje um acordo comercial com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. Segundo ele, foi definida uma tarifa geral de 15%.

A negociação foi firmada após negociação marcada para a tarde deste domingo (27) em Turnberry, na Escócia. A decisão acontece antes da vigência da tarifa mais alta, de 30%, que valeria a partir de 1º de agosto.

Também foi definido que o bloco comprará US$ 750 bilhões em energia e investirá US$ 600 bilhões a mais do que o investimento atual em equipamentos militares e na abertura de países para o comércio com tarifa zero.

A estrutura do acordo foi definida depois de Trump citar que os Estados Unidos e a União Europeia têm um dos ” maiores déficits comerciais ” e não conseguiram chegar a um acordo no prazo anterior de Trump, 9 de julho.

Em uma entrevista coletiva antes das negociações, Von der Leyen disse a Trump que ele é “conhecido como um negociador e negociador duro”.

Trump reafirmou que as cartas tarifárias enviadas a outros parceiros comerciais dos EUA que não conseguiram fechar um acordo enfrentarão novas tarifas na sexta-feira, com exceção das tarifas sobre aço e alumínio. “A maioria dos acordos, exceto aço e alumínio, dos quais recebemos tarifas de 50%”, disse ele.

Mais cedo no domingo, o Secretário de Comércio, Howard Lutnick, afirmou que não haveria mais prorrogações ou períodos de carência após 1º de agosto, mas que as “grandes economias” podem continuar as negociações comerciais com os Estados Unidos. Lutnick está na Escócia com Trump para negociações comerciais com a UE.

“Em 1º de agosto, as tarifas serão definidas. Elas entrarão em vigor”, disse Lutnick em uma aparição no “Fox News Sunday”.

 

CNN Brasil

 

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BRASIL GÁS - GÁS SÃO TOMÉ

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Trump afirma que tarifas começam em 1º de agosto, exceto as para aço e alumínio

27/07/2025

Foto: Piroschka Van De Wouw/Pool/AFP/Getty Images via CNN Newsource

 

O presidente dos Estados Unidos Donald Trump afirmou, neste domingo (27), que no dia 1º de agosto, quando entram em vigor as tarifas, haverá conclusão para todos os acordos, exceto para os que envolvem aço e alumínio.

Na última sexta-feira (25), Trump já havia afirmado que “a maioria dos acordos está concluída”.

“A maioria dos acordos serão fechados por cartas que estabelecem tarifas e estas cartas mencionam tarifas de 10% ou 15%”, afirmou, ao mencionar que serão enviadas cerca de 200 cartas tarifárias.

Nesta manhã, o secretário do Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, disse, em entrevista ao programa Fox News Sunday, que o tarifaço de Trump entrará em vigor no dia 1º de agosto, sem prorrogações.

“Nada de prorrogações, nem mais períodos de carência. 1º de agosto. As tarifas estão definidas. Elas entrarão em vigor, a alfândega começará a cobrar, e lá vamos nós”, afirmou Lutnick.

No entanto, o secretário afirmou que há possibilidade de negociações após a data.

“Obviamente, depois de 1º de agosto, as pessoas ainda podem conversar com o presidente Trump. Quero dizer, ele está sempre disposto a ouvir. E entre agora e a data, o presidente vai conversar com muita gente. Se conseguirão agradá-lo, é outra história, mas o presidente está definitivamente disposto a negociar e a conversar com as grandes economias, com certeza”, concluiu.

 

CNN Brasil

 

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‘Sem prorrogações’: Secretário de Trump confirma que tarifas entram em vigor em 1º de agosto

27/07/2025

Foto: Samuel Corum/Sipa/Bloomberg/Getty Images

 

O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, afirmou que as tarifas impostas pelo país entrarão em vigor no dia 1º de agosto, “sem prorrogações”.

A declaração, dada durante entrevista à emissora americana Fox News, foi divulgada pelo perfil oficial da Casa Branca neste domingo (27), na rede social X.

“Sem prorrogações, sem mais períodos de carência — em 1º de agosto, as tarifas serão definidas. Elas entrarão em vigor. A Alfândega começará a arrecadar o dinheiro”, garantiu.

Apesar do ‘ultimato’, o secretário de Trump também disse que, mesmo depois que as tarifas já estejam estabelecidas, os países ainda poderão negociar com o governo americano:

“As pessoas ainda poderão falar com o presidente Trump. Ele está sempre disposto a ouvir. Se elas poderão fazê-lo feliz ou não é outra questão… Mas ele está sempre disposto a negociar”.

Questionado especificamente sobre as negociações para um acordo com a União Europeia, Lutnick afirmou que o bloco precisa abrir seus mercados para as exportações dos EUA para convencer o presidente norte-americano a retirar as tarifas de 30% estabelecidas.

Relação ‘não tem sido boa’, justificou Trump sobre tarifas de 50%

No dia 23, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que aplicou tarifas de 50% a países com os quais o relacionamento “não tem sido bom”. Embora não tenha sido citado diretamente, o Brasil está entre eles.

No dia 9 de julho, Trump publicou uma carta endereçada ao presidente Lula (PT) anunciando a aplicação de tarifas de 50% sobre todos os produtos brasileiros importados pelos Estados Unidos. Ele justificou a medida com argumentos políticos e comerciais.

Nesta quinta-feira, durante evento em Washington D.C., Trump afirmou que estabeleceu tarifas que variam de 15% a 50% para pressionar outros países a abrir seus mercados.

“Em alguns casos, é 50% porque o relacionamento não tem sido bom com esses países. Então apenas dissemos: ‘vão pagar 50’. E é isso”, afirmou.

Veja a lista de afetados:

África do Sul: 30%

Argélia: 30%

Bangladesh: 35%

Bósnia e Herzegovina: 30%

Brasil: 50%

Brunei: 25%

Camboja: 36%

Canadá: 35%

Cazaquistão: 25%

Coreia do Sul: 25%

Filipinas: 20%

Indonésia: 32%

Iraque: 30%

Japão: 25%

Laos: 40%

Líbia: 30%

Malásia: 25%

México: 30%

Mianmar: 40%

Moldávia: 25%

Sérvia: 35%

Sri Lanka: 30%

Tailândia: 36%

Tunísia: 25%

União Europeia: 30%

Brasil: 50%

 

Do g1

 

 

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NEGA MALUCA

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Homem viraliza ao revela o sexo do bebê de forma inusitada

27/07/2025

Um chá revelação inusitado viralizou nas redes sociais após um pai, praticante de CrossFit, escolher uma forma nada convencional de anunciar o sexo do bebê.

Com exercícios de força, resistência, flexibilidade e agilidade, o homem faz acrobacia com barra e anilhas e revela o sexo do bebê com um mortal: é uma menina!

 
 
 
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GACC - RN

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Itamaraty minimizou preocupação dos EUA com Bolsonaro, diz oficial de Trump

27/07/2025

Foto: Alan Santos/PR

 

Um funcionário sênior da administração de Donald Trump afirmou que não vê possibilidade de qualquer negociação adiar a entrada em vigor das tarifas de 50% contra o Brasil a partir do dia 1º de agosto. Isso porque até o momento o país não apresentou nada “sério” a ser negociado. O argumento é o mesmo ventilado nos bastidores pela Casa Branca ontem, de que nenhum avanço aconteceu porque os brasileiros não se “engajaram suficientemente” para isso.

As informações são da jornalista Mariana Sanches, colunista do UOL em Washington D.C..

Questionado sobre qual seria o engajamento esperado do Brasil neste momento, este funcionário, que pediu anonimato para comentar o assunto por não ter autorização para falar sobre o tema publicamente, afirmou que a discussão não pode se pautar apenas em comércio, já que a preocupação primordial de Trump seria outra.

“O Itamaraty minimizou as preocupações de Washington sobre o ex-presidente Bolsonaro e a liberdade de expressão, em detrimento de seu governo e de seu povo. O assunto agora se agravou muito além das expectativas deles”, afirmou o funcionário da gestão Trump.

Na carta em que anunciou as tarifas contra o Brasil, em 9 de julho, Trump chamou de “caça às bruxas” o processo judicial a que o ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro (PL) responde. Entre outros crimes, ele é acusado de tentativa de abolição violenta do Estado democrático de Direito —os quais nega. Além disso, Trump acusava o STF (Supremo Tribunal Federal) de censurar cidadãos americanos e prejudicar os interesses comerciais de big techs americanas. Desde a divulgação da carta, a gestão Trump e o próprio presidente repetiram diversas vezes o argumento de que Bolsonaro é um perseguido político.

As declarações ecoam o teor da campanha feita há meses em Washington pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e pelo comentarista político Paulo Figueiredo por punições ao Brasil que possam forçar as autoridades do país a aprovar uma anistia a Bolsonaro, a seus aliados e a seus apoiadores.

Além das tarifas, os EUA iniciaram uma investigação por supostas práticas desleais de comércio do Brasil, e o Departamento de Estado anunciou restrição de acesso ao território americano ao ministro do STF Alexandre de Moraes, relator do processo contra Bolsonaro, e ao que chamou de “seus aliados da corte”, em referência a outros sete ministros e a Paulo Gonet, procurador-geral da República. Mas novas ações de Washington são esperadas, tanto por bolsonaristas como pelo Itamaraty. Uma fonte do governo americano afirmou à coluna já ter visto o formulário escrito para impor sanções financeiras da Lei Global Magnitsky contra Moraes.

“O presidente Trump foi claro e o governo americano dispõe de uma ampla gama de ferramentas que pode — e irá — usar para promover suas prioridades. Moraes e sua turma apenas testemunharam o início disso. Isso está longe de acabar”, disse esta fonte do governo Trump.

Até o momento, Trump escolheu não abrir conversas entre a Casa Branca e o Planalto para tentar diminuir a crise bilateral. O governo brasileiro segue fazendo esforços para sensibilizar a gestão do republicano e aposta especialmente em pesos pesados do PIB dos EUA, que terão seus negócios afetados pelo tarifaço, para desbloquear o canal.

Trump já mobilizou tarifas como instrumento de pressão diplomática e comercial contra quase duas centenas de países, entre aliados e adversários. Mas em nenhum desses casos, o republicano exigiu interferência no Judiciário do país para abrir negociação. Até o momento, o governo brasileiro não fez e afirma que não fará concessões políticas ou judiciais aos Estados Unidos. Em Brasília, tal condição para a negociação é vista como extorsão.

“O Brasil não vai negociar sua soberania ou a independência de Poderes com quem quer que seja. Com nenhum outro país do mundo com o qual estão negociando tarifas, os EUA fizeram exigências como esta, de interferência aberta e indevida em assuntos de ordem doméstica. O Brasil segue disposto a negociar nos temas em que uma negociação é possível, mas não aceitará ingerência estrangeira em questões internas. A independência do Poder Judiciário vale tanto nos EUA quanto no Brasil”, afirmou um embaixador brasileiro com conhecimento direto das negociações.

O embaixador Tom Shannon, que liderou a embaixada americana em Washington durante a gestão de Barack Obama, afirma à coluna que a resposta do Itamaraty até o momento foi “óbvia”, já que o Brasil não poderia ceder ao que considerou “um movimento sem precedentes de um presidente americano de usar tarifas para abertamente interferir em assuntos políticos”.

Segundo Shannon, que também é ex-subsecretário de Estado para o Hemisfério Ocidental, a situação agora “é muito ruim” e o interesse de Trump é “100% em Bolsonaro”. “Brasil está pronto para negociar, mas não existe nenhum interlocutor com quem o país possa ter conversas significativas agora. Trump crê que conseguirá forçar o Brasil a recuar no caso Bolsonaro. Não irá conseguir atingir seu objetivo mas até se convencer disso, a grande perdedora será a relação bilateral”, diz Shannon.

Em um artigo de opinião publicado há dois dias, a revista britânica The Economist afirmou que, “desde o fim da Guerra Fria”, os EUA “raramente” interferiram “tão profundamente” em um país latino-americano como Trump tem tentado fazer com a taxa de 50% direcionada ao Brasil por motivos políticos. A publicação porém destaca que, em vez de fortalecer a direita para a disputa eleitoral de 2026, a medida da Casa Branca até agora fortaleceu a posição de Lula, que deve disputar a reeleição.

 

UOL, coluna da Mariana Sanches

 

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Ótica Rodrigues - João Câmara/RN

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Empresas brasileiras recorrem a férias coletivas e paralisações temporárias para minimizar impactos de tarifaço de Trump

26/07/2025

Foto: Reprodução/TV Globo

 

Empresas brasileiras de diferentes setores que exportam para os Estados Unidos tiveram impactos nas atividades. Férias coletivas e paralisações temporárias têm sido as soluções encontradas pelos empresários brasileiros para enfrentar o “tarifaço de Trump”. Uma maneira de se organizar para tentar evitar mais prejuízos.

O ferro gusa está entre os produtos mais exportados pelo Brasil para os Estados Unidos. Em 2025, até junho, foram mais de US$ 600 milhões. O serviço de manutenção da fundição vai até domingo (27), quando o forno será paralisado.

O operador de sistemas de abastecimento, Carlos Alberto Souza também vai sair de férias, mas não acha que vai conseguir relaxar. “Quando é uma férias programadas você administra as coisas: posso viajar, posso pescar, posso passear com esposa, com filhos, mas uma férias assim, a gente tem que ficar em casa mesmo aguardando”.

Essa é só uma das siderúrgicas de Minas Gerais que estão paralisando a produção de ferro gusa – usado como matéria prima na produção de aço e ferro fundido para a indústria e a construção civil. O motivo é a mudança tarifária anunciada por Donald Trump, que entra em vigor em 1° agosto.

Em Mato Grosso do Sul, a carne que iria para os Estados Unidos, está sendo direcionada pra outros mercados. Como: China, Sudeste Asiático e Oriente Médio O sindicato que representa os produtores de carne, no estado, informou que a tarifa de 50% do governo americano torna inviável a continuidade das exportações.

Uma empresa, em Santa Catarina, exporta produtos feitos de madeira. São 65 contêineres sendo enviados todos os meses para os Estados Unidos. E pela primeira vez, em 60 anos, decidiu conceder férias coletivas para os colaboradores por tempo indeterminado por falta de comprador.

 

g1

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Ônibus cai de 50 metros em ravina e deixa ao menos 18 mortos no Peru

26/07/2025

Foto: Rádio Sudamericana Tarma/El Cazador y Selva Progresa

 

Pelo menos 18 pessoas morreram e outras 48 ficaram feridas após um ônibus de dois andares despencar em uma ravina de cerca de 50 metros de altura no Peru. O acidente ocorreu nesta sexta-feira, em uma estrada na região montanhosa de Junín, próxima aos Andes, enquanto o veículo realizava o trajeto entre Lima e a região amazônica do país.

Segundo as autoridades locais, o motorista teria perdido o controle em um trecho sinuoso da rodovia antes de o ônibus sair da pista e despencar no desfiladeiro. De acordo com o jornal inglês The Sub, o impacto foi tão violento que a estrutura do ônibus se partiu ao meio.

“Quinze das vítimas morreram ainda no local. Outras três não resistiram aos ferimentos e faleceram após serem levadas ao hospital”, informou um porta-voz do serviço de saúde da cidade de Tarma, responsável por coordenar o socorro às vítimas.

Entre os mortos estão duas crianças. As autoridades ainda investigam as causas do acidente.

O veículo pertencia à empresa Expreso Molina Líder Internacional e transportava cerca de 60 passageiros no momento da tragédia. Imagens divulgadas pelas equipes de resgate mostram destroços espalhados pela encosta, com janelas estilhaçadas, estruturas metálicas retorcidas e partes da carroceria completamente destruídas.

Equipes de emergência foram mobilizadas para o resgate em uma operação de difícil acesso por conta do terreno acidentado da região. O estado de saúde dos feridos ainda não foi totalmente divulgado.

 

O Globo

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Trump deve usar Lei Magnitsky contra ministros do STF na semana que vem

26/07/2025

Foto: REUTERS/Brian Snyder

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, avalia impor novas sanções contra autoridades do governo brasileiro, em especial aos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), conforme apurou o analista de Internacional da CNN Lourival Sant’Anna.

A escala acontece em meio à ameaça de tarifas de 50% aos produtos brasileiros a partir de 1º de agosto.

A expectativa é de que Trump utilize a Lei Magnitsky para impor restrições contra juízes da Suprema Corte que votaram a favor das punições ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no processo que apura a suposta tentativa de golpe de Estado.

As punições incluem o congelamento de eventuais bens nos Estados Unidos e sanções secundárias, que afetariam instituições e empresas que mantêm negócios com os magistrados.

As restrições podem se estender a serviços bancários e outras operações envolvendo empresas que possuem vínculos comerciais com os Estados Unidos, criando um efeito cascata nas relações financeiras dos alvos das sanções.

Em um cenário de médio prazo, as medidas podem se agravar com o possível descredenciamento da embaixadora Maria Luiza Viotti Ribeiro em Washington, o que representaria na prática sua expulsão dos Estados Unidos.

A motivação das retaliações é política, não comercial. O plano, que já está nas mãos do secretário de Estado americano, segundo fontes ouvidas pela CNN, prevê uma escalada em fases, considerando as prováveis reações do governo brasileiro.

As novas sanções devem atingir inicialmente o alto escalão do Palácio do Planalto, com a suspensão de vistos para entrada nos Estados Unidos. A medida, no entanto, não deve afetar diretamente o presidente Lula nem a primeira-dama, Janja.

O que é a Lei Magnitsky?

A medida, prevista na legislação americana, permite que os EUA imponham sanções econômicas a acusados de corrupção ou graves violações de direitos humanos.

A lei foi aprovada durante o governo de Barack Obama, em 2012, e prevê sanções como o bloqueio de contas bancárias e de bens em solo norte-americano, além da proibição de entrada no país. Para que a medida seja utilizada, o presidente dos EUA deverá apresentar provas de infrações ao Congresso americano, o que pode incluir notificações extrajudiciais e provas de violação dos direitos humanos.

A lei prevê aplicação para agentes que reprimem denúncias de corrupção, limitam liberdades fundamentais e atuam contra eleições democráticas.

Além dessa medida, Trump também considera impor restrições a empresas e instituições que fazem negócios com esses ministros.

 

CNN

 

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Economia Venezuela passa a taxar produtos brasileiros que eram isentos, dizem exportadores

26/07/2025

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

 

Exportadores brasileiros foram surpreendidos pela cobrança, por parte da Venezuela, de uma taxa de importação que até então era isenta para produtos do Brasil que entram no país. Empresas de Roraima, Estado que destina 70% de suas exportações para o território venezuelano, com o qual faz fronteira, foram as principais impactadas, de acordo com grupos empresariais.

Segundo a Câmara Venezuelana Brasileira de Comércio e Indústria de Roraima, a cobrança começou a ser feita no dia 18 de julho. O Brasil tem um acordo bilateral com a ditadura chavista que isenta a cobrança da taxa de importação ad valorem (cobrada sobre o valor do item) de produtos que entram no país com certificado de origem.

O Ministério das Relações Exteriores disse estar acompanhando, em coordenação com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), os relatos de dificuldades enfrentadas por exportadores brasileiros.

“A Embaixada do Brasil em Caracas está apurando, junto às autoridades venezuelanas responsáveis, elementos para esclarecer a natureza da situação, com vistas à normalização da fluidez no comércio bilateral, regido pelo Acordo de Complementação Econômica nº 69 (ACE 69), que veda a cobrança de imposto de importação entre os dois países“, afirmou o Itamaraty.

Cada produto tem um grau de isenção, que chega a ser total em alguns casos. Com o fim da isenção, houve cobrança de uma taxa de 40% para produtos como açúcar e margarina; a farinha de trigo foi taxada em 20%, segundo a instituição de exportadores.

A cobrança, que até então era isenta, é feita a empresas venezuelanas após a taxação de 1% pelos serviços aduaneiros e de 16% do Imposto sobre Valor Agregado (IVA), que é o imposto sobre bens e serviços da Venezuela.

“O impacto é terrível. Os impostos são cobrados em cascata e aí fica inviável. Nesse caso, sofremos todos porque a demanda da Venezuela por produtos alimentícios tem sido constante”, disse o presidente da entidade empresarial, Eduardo Oestreicher, ao Estadão.

Segundo ele, ainda não há explicações técnicas nem políticas para a taxação. O imposto é é pago pela empresa da Venezuela, que pode recorrer a mercados com preços mais competitivos, como Colômbia, México e Turquia, o que preocupa os empresários brasileiros.

Em 2024, o comércio entre o Brasil e a Venezuela atingiu US$ 1,6 bilhão, sendo US$ 1,2 bilhão em exportações brasileiras – o que representa 0,4% do total exportado pelo país naquele ano, diz o Itamaraty na nota.

Em nota, a Federação das Indústrias do Estado de Roraima afirma que já iniciou investigações internas para apurar as causas do ocorrido. ”Paralelamente, estamos em contato direto com autoridades competentes tanto da Venezuela quanto do Brasil, buscando esclarecimentos detalhados e soluções ágeis para normalizar o fluxo comercial bilateral”, diz o texto.

Já a Secretaria de Planejamento do governo de Roraima afirmou que acompanha com preocupação as informações sobre a elevação da alíquota do imposto do governo venezuelano que atinge diretamente produtos de origem brasileira exportados pelo Estado.

“A Venezuela é atualmente o principal parceiro comercial de exportações do Estado, sendo responsável por mais de 70% da movimentação externa registrada nos últimos anos. Qualquer medida que encareça os produtos brasileiros no mercado venezuelano afeta significativamente a competitividade das nossas mercadorias”, diz a nota.

O governo estadual diz ainda que está em contato com o Ministério das Relações Exteriores, o Ministério da Fazenda e demais autoridades federais, “buscando esclarecimentos e alternativas diplomáticas para preservar o equilíbrio da relação comercial entre os dois países”.

 

Estadão

 

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Mundo

Casa Branca avalia que Brasil não se engajou nem fez propostas significativas para reduzir tarifas

26/07/2025

Foto: Kent Nishimura/Reuters

 

Um integrante do governo dos Estados Unidos afirmou à Folha que a Casa Branca avalia não ter percebido envolvimento relevante ou recebido ofertas significativas por parte do Brasil na negociação em torno das tarifas de 50% anunciadas por Donald Trump sobre produtos importados do país.

A percepção é formada a uma semana do prazo programado para as sobretaxas entrarem em vigor, em 1º de agosto. O governo dos EUA prepara um decreto para instituir a medida.

Apesar da afirmação dessa autoridade americana, negociadores brasileiros vêm dizendo que o processo formal de tratativas está travado, à espera de um sinal verde justamente da Casa Branca. Eles afirmam ter feito ofertas aos EUA antes mesmo de Trump anunciar a elevação da tarifa de 10% para 50%.

O governo brasileiro, no entanto, não fez e afirma que não fará concessões relativas à parte política da carta em que o presidente americano justifica as tarifas. O presidente americano disse que vai aplicá-las, em parte, devido “a caça às bruxas” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Por ora, os brasileiros dizem que o governo americano mantém silêncio sobre as ofertas que foram feitas

A equipe do ministro Fernando Haddad (Fazenda) tentou contato com o homólogo nos EUA, o secretário do Tesouro, Scott Bessent, mas recebeu como resposta a informação de que o processo está na Casa Branca.

 

Já o ministro Geraldo Alckmin (Indústria e Comércio) conversou com o secretário do Comércio, Howard Lutnick, no sábado (19). A conversa teria durado 50 minutos e Alckmin reforçou a disposição do governo de dialogar.

Como a Folha mostrou, a mensagem que teria sido passada ao ministro é a de que a decisão sobre a negociação também está com Trump.

Nesta sexta-feira (25), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que Alckmin tenta diariamente negociar com os EUA, mas não tem sucesso. “Todo dia ele liga para alguém e ninguém quer conversar com ele”, afirmou.

Integrantes do governo brasileiro também dizem ter enviado ainda em maio uma proposta de negociação por meio de carta às autoridades americanas, quando as tarifas ainda estavam consolidadas em 10%.

No documento, constavam os pedidos para isenção ou redução do tributo sobre certos produtos, mas também concessões por parte do Brasil.

Na semana passada, o governo enviou nova carta cobrando um retorno após uma primeira carta enviada no dia 16 de maio —antes do anúncio da medida mais dura de Trump.

O documento, assinado por Alckmin e pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, também manifesta indignação e cobra resposta dos EUA acerca da sobretaxa anunciada pelo país.

Trump anunciou nesta semana acordos com alguns países, entre eles Japão e Indonésia.

No caso brasileiro, a negociação tem um desafio diferente dos demais porque na carta enviada a Lula, Trump também alegou que há “centenas de ordens” do Judiciário brasileiro que censuram a “liberdade de expressão”. O STF (Supremo Tribunal Federal) é categórico ao dizer que não haverá recuo no julgamento do ex-presidente.

E Lula classificou o gesto como tentativa de interferência e ataque à soberania do Brasil.

 

Folha de S.Paulo

 

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Mundo

EUA preparam nova base legal para legitimar sobretaxas de 50% a produtos brasileiros

25/07/2025

Foto: Eduardo Munoz/Reuters; Ricardo Stuckert/Divulgação via Reuters

 

O governo do presidente Donald Trump está preparando uma nova declaração de emergência como base legal para impor tarifas sobre o Brasil, disseram pessoas familiarizadas com o assunto à agência Bloomberg.

A medida, que ainda não é definitiva, seria necessária para impor as sobretaxas de 50% a produtos brasileiros ameaçada por Trump no início do mês. Diferentemente de outros países atingidos por tarifas recíprocas, que mantêm superávits comerciais com os Estados Unidos, o Brasil registra déficit.

O gabinete do representante comercial norte-americano reconheceu os planos para fazer uma declaração separada de emergência em reuniões com parlamentares dos Estados Unidos, afirmou uma das pessoas. As falas à agência Bloomberg foram feitas sob condição anonimato.

O gabinete e a Casa Branca não responderam imediatamente a pedidos de comentários.

Os preparativos são um sinal de como o governo norte-americano busca um dispositivo legal para impor as ameaças tarifárias. Trump anunciou a potencial taxa de 50%, que entraria em vigor em 1º de agosto, em uma demonstração de apoio ao aliado Jair Bolsonaro.

Trump tentou pressionar o presidente Lula (PT) para pôr fim ao que ele chama de “caça às bruxas” contra o ex-presidente, que enfrentará um julgamento em breve no âmbito da trama golpista das eleições de 2022. Lula não dá sinais de que irá ceder às exigências dos Estados Unidos, enfatizando, em vez disso, a independência do judiciário brasileiro e ameaçando com medidas retaliatórias.

Trump fez a ameaça no início deste mês, ampliando substancialmente o escopo de sua cruzada tarifária e demonstrando que pode usar a autoridade presidencial e as taxas de importação para fortalecer seus aliados no exterior. Ainda não está claro se ele ajustará a alíquota.

A gestão republicana iniciou separadamente uma investigação da chamada Seção 301 contra o Brasil, que poderia, em última instância, fornecer a base legal para tarifas, mas que provavelmente levaria meses.

Inicialmente, as tarifas recíprocas de Trump de 2 de abril foram impostas com base em déficits comerciais “grandes e persistentes”, de acordo com comunicado da Casa Branca. Os países que inicialmente enfrentaram taxas de reciprocidade superiores a 10% apresentam superávits comerciais em bens com os Estados Unidos —exceto o Brasil.

No início desta semana, um grupo de senadores democratas escreveu ao governo Trump para expressar “preocupações significativas sobre o claro abuso de poder inerente à recente ameaça de lançar uma guerra comercial com o Brasil” para apoiar Bolsonaro.

“Interferir no sistema jurídico de outra nação soberana cria um precedente perigoso, provoca uma guerra comercial desnecessária e coloca os cidadãos e as empresas americanas em risco de retaliação”, escreveram os senadores, liderados por Jeanne Shaheen de New Hampshire e Tim Kaine da Virgínia.

 

Folhapress

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Mundo

Equipe de Lula ouviu nos EUA que Trump não autorizou diálogo da Casa Branca com o Brasil

25/07/2025

Foto: AP Photo/Julia Demaree Nikhinson

 

Uma comissão de senadores embarca nesta sexta-feira (25) para os Estados Unidos, em busca de abrir um canal de negociações no território americano sobre o “tarifaço” que Donald Trump pode aplicar ao Brasil a partir de 1º de agosto.

A ida da comissão é vista com apreensão por diplomatas brasileiros e está sendo boicotada pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e pelo blogueiro Paulo Figueiredo.

Interlocutores do presidente Lula que estão em Nova York contaram ao blog do Valdo Cruz que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não autorizou sua equipe abrir diálogo com o Brasil.

Existem conversas com o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, como revelou ontem o vice-presidente Geraldo Alckmin, mas o recado que os negociadores têm ouvido é que tudo está centralizado na Casa Branca.

Nesta quinta-feira (24), por exemplo, o presidente Lula afirmou que Trump não quer negociar.

De outro lado, o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Vital do Rêgo, comentou com amigos que teve várias conversas nos Estados Unidos, onde está em missão na ONU, e ouviu que realmente Trump não está permitindo reabertura de negociações com o Brasil.

Segundo Vital do Rêgo comentou com interlocutores, há um clima de medo e apreensão nos Estados Unidos. Tudo estaria centralizado em Trump e ninguém tem coragem de desafiá-lo.

O vice-presidente Geraldo Alckmin revelou na quinta-feira (24) que, no último sábado (19), voltou a ter uma conversa com o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, sobre o tarifaço. Ele não quis revelar o conteúdo da reunião, que ocorreu por telefone e durou cerca de 50 minutos.

Mesmo diante do clima pessimista, o presidente da Comissão de Relações Exteriores, senador Nelsinho Trad (PSD-MS), afirma que é preciso fazer algo diretamente nos Estados Unidos, e que espera pelo menos adiar a entrada em vigor do tarifaço para que sejam reabertas as negociações entre os dois países. O tempo é curto.

“Queremos também esclarecer o que o governo americano exatamente quer negociar, como eles não retomaram oficialmente as negociações, ninguém sabe exatamente os limites de Trump. Se ele realmente emperrou por questões políticas, de Bolsonaro, se tem a questão da nova moeda dos Brics, Irã”, disse o senador.

A Comissão de Senadores terá sua primeira reunião de trabalho no domingo (27), mas já foram avisados que o deputado Eduardo Bolsonaro e o blogueiro Paulo Figueiredo estão trabalhando para dificultar as reuniões dos parlamentares em Washington e até impedir qualquer encontro com negociadores do governo Trump.

A maioria dos senadores embarca nesta sexta-feira (25). Outros, no sábado (26).

Na segunda-feira (28), os senadores serão recebidos na embaixada do Brasil nos EUA. No mesmo dia, terão encontro com empresários da Amcham (Câmara Americana de Comércio para o Brasil).

Na terça, a comissão irá ao Capitólio se reunir com senadores e deputados americanos.

 

g1 – blog do Valdo Cruz, comentarista de política e economia da GloboNews

 

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Ótica Rodrigues - João Câmara/RN

Mundo

Senadores vão aos EUA para série de reuniões contra tarifaço

25/07/2025

Foto: REUTERS/Elizabeth Frantz

 

A agenda oficial da comitiva de senadores brasileiros em Washington, entre os dias 28 e 30 de julho, começa na manhã de segunda-feira (28) com a chegada à residência oficial da Embaixadora do Brasil.

No início da tarde, o grupo deve cumprir o primeiro compromisso público com reuniões na sede da U.S. Chamber of Commerce, onde parlamentares vão se reunir com líderes empresariais e representantes do Brazil-U.S. Business Council.

O segundo dia, terça-feira (29), será reservado para encontros estratégicos com parlamentares norte-americanos – tanto republicanos quanto democratas –, conforme apurou a CNN Brasil.

Essas reuniões são vistas como centrais para a defesa dos interesses nacionais diante do tarifaço de 50% sobre produtos brasileiros, previsto para entrar em vigor em 1º de agosto.

A quarta-feira (30) deve marcar o encerramento da missão, com a ida dos senadores à Americas Society / Council of the Americas, em reunião com lideranças do setor privado dos EUA e organismos independentes do hemisfério.

Também neste dia, está programada uma coletiva de imprensa na Embaixada do Brasil para esclarecimentos dos parlamentares sobre os resultados das negociações.

Ao longo dos três dias, a delegação também buscará debater temas como segurança jurídica, cadeias produtivas, defesa da previsibilidade no comércio exterior, inovação e bioenergia.

A agenda institucional foi construída em articulação com o Itamaraty e conta com apoio do setor empresarial brasileiro.

Participam da missão oito senadores de diferentes partidos, incluindo:

Nelsinho Trad (PSD-MS), presidente da Comissão de Relações Exteriores;

Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado;

Tereza Cristina (PP-MS);

Astronauta Marcos Pontes (PL-SP);

Esperidião Amin (PP-SC);

Rogério Carvalho (PT-SE);

Fernando Farias (MDB-AL);

Carlos Viana (Podemos-MG).

O objetivo central é sensibilizar autoridades dos EUA sobre o impacto das barreiras tarifárias e defender uma saída de consenso para evitar prejuízos ao agronegócio e à indústria nacional.

Viagem acontece no recesso da Câmara dos EUA

A ida da comitiva brasileira acontecerá em meio ao recesso da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos — equivalente à Câmara de Deputados.

A casa legislativa resolveu entrar em recesso mais cedo que de costume, na quarta-feira (23) à tarde, como uma manobra da maioria republicana para evitar votos sobre a divulgação de arquivos do caso Epstein.

Os senadores, por sua vez, ficam em sessão somente até 31 de julho.

 

CNN

 

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