Política
Em entrevista Eriko Jácome anuncia intensão de sua pré-candidatura a deputado federal e reforça ainda mais sua união com Paulinho Freire
27/06/2025

Foto: reprodução
Na noite desta quinta-feira (26), o presidente da Câmara Municipal de Natal, vereador Eriko Jácome, revelou em entrevista à rádio 96FM sua intenção de disputar uma vaga na Câmara dos Deputados nas eleições de 2026. Durante a conversa, Eriko afirmou que já vem se articulando e trabalhando em torno de uma pré-candidatura ao cargo de deputado federal em todo Rio Grande do Norte.
À frente da Federação das Câmaras Municipais, Eriko destacou que sua relação com parlamentares, incluindo presidentes de câmaras e vereadores, vem se fortalecendo, e afirmou que sua presença política já alcança cerca de 50 municípios do Rio Grande do Norte.
O vereador também ressaltou seu alinhamento com o grupo político liderado pelo prefeito Paulinho Freire. Ao ser questionado sobre a recente declaração da secretária municipal Nina Souza, Eriko declarou que conversou com Paulinho e que o mesmo disse que essa decisão será tomada em 2026 e que hoje nada foi decidido. O presidente afirmou que a secretaria Nina está preparada para qualquer tipo de cargo, inclusive o de federal, e que ambos mantêm uma relação de respeito mútuo e compartilham o compromisso de preservar a unidade e a harmonia dentro do grupo.
“Estamos construindo nossos projetos de forma independente neste primeiro momento, cada um avaliando seu espaço e conversando com as bases. Mas temos um entendimento muito claro: no momento certo, vamos sentar com o grupo político, hoje liderado pelo atual prefeito Paulinho Freire, e tomar uma decisão conjunta para as Eleições de 2026, com equilíbrio e respeito mútuo. O importante é que não haverá disputa entre eu e Nina para os mesmo cargos. Trabalhamos juntos, cada um com sua trajetória mas com o mesmo objetivo, o de fortalecer nosso grupo e representar bem o Rio Grande do Norte,” afirmou Eriko.
Durante a entrevista, o presidente também mencionou que sua pré-candidatura conta com o incentivo do prefeito Paulinho Freire. Segundo Eriko, o prefeito tem acompanhado de perto suas movimentações políticas e o encorajou a continuar seu trabalho, dialogando com as lideranças e fortalecendo sua presença nos municípios e que as decisões serão tomadas em 2026.
Fonte: 96 FM
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Câmara Municipal de Jandaíra forma mais 39 alunos no Curso de Informática
26/06/2025
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Vídeo: reprodução Instagram
A Câmara Municipal de Jandaíra celebrou mais um importante marco em seu compromisso com a educação e a inclusão digital: a formação de mais 39 alunos no Curso de Informática promovido pela instituição. Com esta nova turma, o projeto já contabiliza mais de 90 formandos, reforçando seu papel transformador na vida de dezenas de cidadãos jandairenses.
O curso, que faz parte de uma iniciativa contínua da Câmara para promover capacitação gratuita e acessível, tem como objetivo preparar jovens e adultos para o mercado de trabalho, além de proporcionar autonomia no uso das ferramentas tecnológicas que fazem parte do cotidiano.
“Investir em educação é transformar o futuro”, destaca a presidência da Câmara, Matias Filho ao reafirmar o compromisso com a formação de uma sociedade mais justa, preparada e conectada com as demandas do presente.
A cerimônia de conclusão foi marcada por emoção, gratidão e entusiasmo por parte dos alunos, familiares e organizadores do projeto. Muitos dos formandos destacaram a importância do curso em suas vidas, especialmente aqueles que tiveram a oportunidade de ter o primeiro contato com um computador.
A Câmara Municipal segue firme em sua missão de ser um agente ativo na formação cidadã e no desenvolvimento social da cidade de Jandaíra. Novas turmas estão previstas, e a expectativa é de que o projeto continue crescendo, alcançando ainda mais pessoas e criando novas oportunidades.
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Filho do saudoso Zé Teixeira é candidato da Chapa 2 para presidência do Diretório Municipal do PT
26/06/2025

Foto: reprodução
“Nosso Partido dos Trabalhadores carrega em sua trajetória a força das ruas, das bases e da esperança popular. É essa história de luta que nos inspira a olhar para frente com coragem e responsabilidade. E é por isso que nasce a Chapa Avante JC — para fortalecer o PT de João Câmara com compromisso, juventude e coragem”.
A chapa Avante JC não surgiu de cima para baixo. Ela é fruto da escuta com a base, da vivência nas comunidades, do diálogo com militantes que constroem o partido no dia a dia.Os postulante querem um diretório que esteja presente onde o povo está: nos bairros, nas zonas rurais, nas escolas, nos assentamentos, nas periferias e nos espaços de luta por direitos.
Um PT mais forte e conectado com a base
“Nosso objetivo é construir um diretório municipal mais atuante, transparente e plural. Acreditamos que a formação política contínua é um pilar fundamental para desenvolver novas lideranças populares. Também queremos fortalecer o diálogo entre gerações, entre as companheiras e companheiros que carregam a experiência histórica do PT e a juventude que pulsa novas ideias e energias para seguir adiante”.
Propostas da Chapa Avante JC:
Formação política contínua e de base;
Presença ativa do diretório nos bairros e comunidades rurais;
Diálogo intergeracional entre juventude e experiência;
Ampla participação das mulheres, da juventude, da população LGBTQIA+, agricultores e de toda a classe trabalhadora;
Transparência nas ações e comunicação ativa com a militância petista.
É hora de avançar com coragem e unidade
O momento exige organização, consciência política e ousadia. Precisamos de um partido que não apenas dispute eleições, mas que esteja presente na vida real do povo. Que caminhe junto, que escute, que mobilize e que transforme.
No dia 6 de julho, teremos eleições do PED (Processo de Eleições Diretas). Será o momento de renovar e fortalecer nossas estruturas internas com base no diálogo e no compromisso coletivo.
Fonte: Blog de Assis Silva
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Lula diz a pai de Juliana que Itamaraty vai trazer corpo da Indonésia
26/06/2025

Foto: Ricardo Stuckert / PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta quinta-feira (26/6), que conversou com o pai da brasileira Juliana Marins por telefone. A jovem, de 26 anos, morreu depois de cair de uma trilha de vulcão, na ilha de Lomboke, na Indonésia.
“Informei a ele que já determinei ao Ministério das Relações Exteriores que preste todo o apoio à família, o que inclui o translado do corpo até o Brasil”, escreveu o petista.
O corpo de Juliana será levado para a ilha de Bali nesta quinta-feira (26/6). De acordo com autoridades indonésias, o cadáver da jovem passará por autópsia, que deve determinar a causa e o horário da morte.
A autópsia foi pedida pela família de Juliana, segundo a vice-governadora da província de West Nusa Tenggara, Indah Dhamayanti Putri. “A família quer saber a causa da morte. Eles só querem saber quando ela morreu”, explicou Indah.
Para a família, a operação de resgate de Juliana, que demorou cinco dias, foi lenta e negligenciada. Por meio das redes sociais, os familiares chegaram a escrever que, se não fosse a demora das equipes de resgate, a brasileira estaria viva.
“Juliana sofreu uma grande negligência por parte da equipe de resgate. Se a equipe chegou até ela dentro do prazo estimado de 7h, Juliana ainda estaria viva. Juliana merecia muito mais! Agora nós vamos atrás de justiça por ela, porque é o que ela merece! Não desistam de Juliana!”, acrescenta a mensagem publicada no perfil do Instagram usado pela família para fornecer informações sobre o caso.
Metrópoles
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Ezequiel e Walter Alves articulam supernominata no MDB para 2026
26/06/2025
Movimentação inclui convite a Dr. Pio X, apoio de prefeitos estratégicos e previsão de salto de 1 para até 7 cadeiras na Assembleia

Foto: reprodução
A entrada de Dr. Pio, líder regional do Alto Oeste Potiguar e ex-candidato a deputado federal, é apenas uma peça num tabuleiro em configuração - Foto: Verônica Macedo
A confirmação da pré-candidatura do médico e ex-prefeito de Luis Gomes Dr. Pio X Fernandes a deputado estadual, sob apadrinhamento direto de Ezequiel Ferreira (PSDB) e do vice-governador Walter Alves (MDB), expõe a articulação entre duas forças políticas do Rio Grande do Norte para transformar o MDB no principal partido da Assembleia Legislativa a partir de 2026, ratificar a dimensão da sigla no Rio Grande do Norte e, mais do que isso, pavimentar influência decisiva na eleição estadual.
A entrada de Dr. Pio, líder regional do Alto Oeste Potiguar e ex-candidato a deputado federal com mais de 33 mil votos, é apenas uma peça num tabuleiro em configuração. A movimentação do presidente da Assembleia, Ezequiel Ferreira, em direção ao MDB, legenda que ele já integrou entre 2013 e 2016, visa não apenas assumir o comando partidário no Estado, mas também estruturar uma supernominata que pode transformar a correlação de forças na Casa.
Dr. Pio entra na disputa com capital eleitoral de ex-presidente da AMORN. Ele parte com apoio de dois prefeitos da região: a esposa, Maria Elce (MDB), prefeita de Major Sales no quarto mandato e reeleita com 96,63% dos votos, e Tututa (MDB), prefeito de Luís Gomes reeleito com 56,79%.
A articulação do nome de Dr. Pio no interior revela estratégia do MDB para disputar de forma competitiva o voto regionalizado. A ideia é consolidar um polo político com potencial de manter ou ampliar a liderança do MDB de Walter – e de Ezequiel – no Rio Grande do Norte.
Além disso, a aliança entre Ezequiel e Walter mira um salto de representação: de apenas um deputado estadual atualmente, o MDB pode chegar a sete, ultrapassando o PL, que hoje lidera com seis cadeiras. O plano inclui atrair nomes de peso do PSDB e do PV, entre eles Dr. Bernardo, Ubaldo Fernandes, Kleber Rodrigues, Galeno Torquato, Hermano Morais e Eudiane Macedo.
Atual presidente do MDB estadual, o vice-governador Walter Alves deverá entregar o posto a Ezequiel Ferreira, assumindo, em contrapartida, a presidência de honra do partido no Estado e uma cadeira na Executiva Nacional. Walter, que assumirá o Governo do Estado em abril de 2026 com a desincompatibilização de Fátima Bezerra (PT), seguirá influente enquanto Ezequiel fortalece a legenda na Assembleia.
Com o comando do Executivo e do Legislativo, os dois se tornam protagonistas de uma composição ampla. Ao atrair quadros de peso e lideranças locais com base eleitoral sólida, a articulação prepara o MDB para ser possivelmente o fiel da balança na sucessão estadual de 2026. A legenda, que hoje conta com 45 prefeituras, poderá também influenciar diretamente quem será o próximo ocupante da Governadoria.
Fonte: Diário do RN
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Deputada Isolda Dantas afirma: “Governo da professora Fátima foi o melhor que o RN já teve nos últimos tempos”
26/06/2025

Foto: Arquivo
Em meio às articulações para as eleições de 2026, a deputada estadual Isolda Dantas (PT) não poupou críticas à oposição potiguar em entrevista ao Diário do RN, nesta quarta-feira (25).
Segundo a parlamentar, os adversários do governo Fátima Bezerra (PT) estão “pulverizados”, porque não têm um projeto real para o Rio Grande do Norte, e agem tentando desqualificar os avanços da atual gestão.
“Essa pulverização de nomes revela, na verdade, a ausência de um projeto consistente por parte deles. Não se trata de uma disputa pelo avanço do RN, porque ele já está avançando conosco”, disparou Isolda, ao comentar a corrida entre figuras da oposição como Allyson Bezerra (UB), Álvaro Dias (Republicanos), Rogério Marinho (PL) e Styvenson Valentim (PSDB) para encabeçar uma candidatura ao Governo do RN.
De acordo com Isolda, o grupo opositor está mais interessado em disputar vaidades do que em oferecer soluções concretas para o estado.
“O que está em jogo é a tentativa de interromper um projeto de desenvolvimento que tem compromisso com o povo, para substituir por um modelo que já conhecemos bem: excludente, atrasado e sem raízes na realidade potiguar. A direita potiguar está mais preocupada em ocupar espaço do que em apresentar soluções. E isso o povo percebe. Enquanto eles disputam protagonismo entre si, nós seguimos trabalhando, dialogando e apresentando resultados. Não subestimamos nenhum adversário, mas confiamos na força de um projeto que tem uma trajetória de lutas e conquistas”, avaliou.
Nesse sentido, ela destacou conquistas nas áreas da segurança pública, saúde, infraestrutura, agricultura familiar e valorização dos servidores. “Mesmo com todos os desafios, principalmente pela conjuntura política adversa no primeiro mandato, o RN avançou em todas as áreas. Tivemos avanços na segurança, com concursos e progressão de cargo na carreira da segurança. O que nos ajudou a ter a capital mais segura do Nordeste. Descentralizamos serviços de saúde na capital e ampliamos o acesso a leitos de UTI em todas as regiões do Estado”, destacou.
“Fizemos o maior programa de obras estruturantes de segurança hídrica da história recente do Estado, mais de 800km de estradas recuperadas. Também houve avanços no combate à fome, nas políticas para as mulheres, na valorização do funcionalismo público, viramos referência nacional e internacional na agricultura familiar. Eu posso dizer com certeza que o governo da professora Fátima avançou e foi o melhor governo que o RN já teve nos últimos tempos”, lista.
Isolda Dantas rechaça a ideia de que as ações apresentadas pelo Governo do RN nos últimos meses são uma reação à oposição. “Nunca foi do nosso modelo governar pelas reações de adversários. As necessidades do povo potiguar sempre estiveram nítidas para nós, e é essa convicção que orienta a nossa atuação e a atuação política do Governo”.
A aliada de Fátima Bezerra (PT) acrescenta, ainda, que as ações do Governo é legado que serão mostrados durante a campanha eleitoral, mas que esse não é o objetivo principal do trabalho do PT à frente do Executivo.
“É claro que um projeto político tão enraizado e tão cheio de resultados concretos também se apresenta nas eleições. Mas é um equívoco enxergar as ações como algo meramente eleitoral. A gente planta, constrói e entrega”, garante.
Diário do RN
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Pressionado, governo mira taxação dos mais ricos e fim da escala 6×1 para tentar recuperar popularidade
26/06/2025

Foto: Getty Images
Pressionado pelo Congresso e pela crise de popularidade, o governo pretende mudar o foco e usar a taxação dos ricos prevista na proposta de aumento de isenção do Imposto de Renda, o fim da jornada de trabalho 6 x 1 e o combate aos supersalários no funcionalismo como bandeiras da gestão. A ideia é buscar uma saída política para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e reforçar um caráter antissistema que possa render dividendos eleitorais.
Em momento difícil, o Palácio do Planalto planeja resgatar um velho discurso da esquerda de enfrentamento dos privilégios e usá-lo para fazer o embate político. Há uma avaliação no governo de que o bolsonarismo empurrou para a esquerda o peso da defesa da institucionalidade. Isso se agravou após a suposta tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2023. O discurso em favor da preservação da democracia não tem, segundo integrantes do governo, apelo para mobilizar os eleitores.
A pouco mais de um ano para a eleição, o governo considera que poderá se posicionar de forma mais enfática ao destacar que atua em favor dos mais pobres e combate o privilégio dos ricos. Seria, na visão de auxiliares do presidente, uma forma de encontrar, enfim, uma marca para este terceiro mandato de Lula. Pesquisas mostram que a população tem dificuldade de apontar uma grande realização da atual gestão, como foi a redução da pobreza nos dois primeiros mandatos do petista (2003-2010).
O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), avalia que a justiça tributária será a bandeira do governo às vésperas da eleição presidencial de 2026:
“O Lula sempre foi um presidente que olhou para o povo trabalhador, o povo mais pobre. Estamos dando um passo além nessa agenda nossa, que é falar dessa profunda desigualdade tributária, em que os ricos praticamente não pagam impostos enquanto a classe média e os pobres estão atolados. Chegou a hora de ter nitidez política. Estou convencido de que para este período agora, que antecipa o processo eleitoral, essa é a posição do presidente Lula e a posição que nós vamos assumir”.
Adesão na sociedade
Aliados de Lula também lembram que taxar os mais ricos é uma iniciativa que encontra mais adesão na sociedade do que a própria isenção de imposto para os mais pobres. Pesquisa do Datafolha divulgada em abril aponta que 76% dos brasileiros são a favor de cobrar mais Imposto de Renda para quem ganha acima de R$ 50 mil por mês, enquanto o fim da cobrança do tributo para quem ganha até R$ 5 mil recebe apoio de 70% dos entrevistados.
A proposta apresentada pelo Ministério da Fazenda para compensar o aumento da faixa de isenção de IR para cerca de 10 milhões de contribuintes prevê uma cobrança de um patamar mínimo de 141,1 mil pessoas que recebem mais de R$ 600 mil por ano e que não contribuem atualmente com alíquota efetiva de até 10%.
A defesa da justiça tributária é uma das bandeiras adotadas desde o início do governo pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ao defender as medidas anunciadas para cumprir as metas do arcabouço fiscal este ano, o chefe da equipe econômica disse que iniciativas como aumento da taxação de bets, fintechs e adoção de imposto para fundos atingiam apenas “os moradores da cobertura”. Essa bandeira adotada por Haddad é um dos motivos do descontentamento que levou o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), a colocar em votação o projeto que anula o decreto de aumento do Imposto sobre Transações Financeiras (IOF).
Um auxiliar do núcleo central do governo acredita que a luta pelo fim da escala 6 x 1 também passa a mensagem de que a gestão Lula está defendendo os mais pobres. Por isso, o governo deveria, em sua visão, assumir nos próximos meses protagonismo nesse debate. Em pronunciamento de rádio e TV no Dia do Trabalho, Lula já fez uma defesa da proposta.
“Nós vamos aprofundar o debate sobre a redução da jornada de trabalho vigente no país, em que o trabalhador e a trabalhadora passam seis dias no serviço e têm apenas um dia de descanso. A chamada jornada 6 por 1. Está na hora de o Brasil dar esse passo, ouvindo todos os setores da sociedade, para permitir um equilíbrio entre a vida profissional e o bem-estar de trabalhadores e trabalhadoras”, disse o presidente na ocasião.
Por enquanto, ainda não há uma estratégia de articulação no Congresso para que o projeto sobre o assunto avance. Em fevereiro, a deputada Erika Hilton (PSOL-SP) apresentou uma a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que coloca fim à escala de trabalho 6×1. A parlamentar já debateu o assunto com ministros, mas ainda não há uma estratégia do Planalto para viabilizar a tramitação do texto.
Deputados do PT defendem que o governo elabore uma proposta própria para acabar com os super salários no funcionalismo. Até o momento, a opção discutida pela Fazenda é encampar uma das propostas em tramitação no Congresso. Um texto que barra os supersalários está parado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado desde 2021.
Em outra frente, a esquerda vai reforçar que é responsabilidade do Congresso a derrubada de vetos do presidente Lula que podem resultar em aumento na conta de luz. O Congresso manteve a obrigação de contratação de uma série de usinas. Segundo integrantes do governo, os vetos derrubados impõem custo total de R$ 35 bilhões ao ano nas tarifas de energia durante 15 anos.
O Globo
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Veja como senadores do RN votaram sobre aumento do número dos deputados
26/06/2025

Foto: Agência Brasil
O Senado aprovou, nesta quarta-feira, por 41 votos a 33, o projeto que aumenta em 18 o número de deputados federais, levando o total de 513 para 531. O aumento pode trazer um impacto anual de R$ 64,6 milhões, o que seria resolvido com o remanejamento de recursos já previstos no orçamento.
As composições de assembleias legislativas estaduais e a distribuição de emendas parlamentares também podem sofrer impacto pela alteração da composição da Câmara.
Veja como votaram os senadores do Rio Grande do Norte:
Rogério Marinho (RN) – Sim
Zenaide Maia (RN) – Não
PSDB
Styvenson Valentim (RN) – Sim
PT
Texto teve alterações
Uma emenda do senador Alessandro Vieira (MDB-SE) estabeleceu que as despesas totais do mandato dos deputados não podem ter aumento na próxima legislatura. Outra emenda, do senador Beto Faro (PT-PA), impede que novos cálculos para questionamentos ao número total de deputados tenham outros critérios, que não os censos demográficos.
Diante da possibilidade de ver o texto ser aprovado com placar apertado, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), deixou a presidência da sessão para votar de maneira favorável ao aumento de cadeiras. Minutos antes, a urgência para analisar o texto foi aprovada por 43 votos a 30.
— A avaliação de despesas já foi feita. Não vai acarretar em aumento de despesas. A Câmara fez um estudo sobre isso. O mais correto é fazer uma ampliação em vários estados — disse Alcolumbre sobre o texto, anteriormente.
Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) entendeu, no ano passado, ser necessária uma revisão da distribuição de parlamentares por estado, de acordo com aumento populacional demonstrado no Censo Demográfico de 2022. Se fosse mantido o número de 513 deputados, com uma reorganização das cadeiras, estados como a Paraíba, estado do presidente da Câmara, Hugo Motta, e o Rio de Janeiro, do vice-presidente do Congresso, o deputado Altineu Côrtes (PL), poderiam perder espaço – hipótese que foi rejeitada pelas duas Casas.
A proposta aprovada, de autoria da deputada Dani Cunha (União-RJ), determinou que nenhum estado perderia cadeiras e novas vagas seriam criadas para atender à proporcionalidade.
A Câmara é composta de forma proporcional pelos representantes de cada estado e do Distrito Federal. Cada unidade da federação tem no mínimo oito e no máximo 70 deputados, a depender da sua população. Entretanto, alguns estados reclamam que o número não foi atualizado de acordo com as variações recentes no número de habitantes.
Um relatório feito pelo deputado Damião Feliciano (União-PB) apontou que o aumento de parlamentares terá um custo de R$ 64,6 milhões aos cofres públicos. O parecer aponta ainda que, de acordo com cálculos do governo, o orçamento de 2027 da Câmara já terá um reajuste suficiente para cobrir a despesa adicional.
O Globo
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Senado segue a Câmara, derruba aumento do IOF e impõe nova derrota ao governo Lula
26/06/2025

Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles
O plenário do Senado Federal aprovou, na noite desta quarta-feira (25/6), o projeto que derruba o reajuste do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). A proposta foi aprovada de forma simbólica, sem registro de votação individual.
Segundo lideranças da base do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), foi uma forma de evitar uma derrota traumática, como foi a da Câmara, onde o texto passou com somente 98 posições contrárias.
Os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) realizaram a votação mesmo em dia de sessão remota para os parlamentares, com plenários esvaziados. Vários parlamentares não estão em Brasília por causa das festas juninas e registraram presença e voto virtualmente.
O texto entrou na pauta da sessão do plenário desta quarta-feira (25/6) por determinação do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB). A decisão surpreendeu tanto o governo quanto parlamentares de oposição.
A aprovação do PDL marca mais um capítulo na crise entre Executivo e Legislativo, em que parlamentares rejeitam as medidas fiscais propostas pelo governo para cumprir a meta fiscal e garantir déficit zero. Para tenta contornar o imbróglio, o governo apostou na liberação de emendas parlamentares. O montante de verbas empenhadas passa de R$ 1,7 bilhão.
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Apenas Fernando Mineiro e Natália Bonavides do PT, votaram contra derrubada do IOF na Câmara dos deputados
26/06/2025

Arte: Blog do BG
Os deputados federais potiguares Fernando Mineiro e Natália Bonavides (ambos do PT–RN) foram os únicos representantes do Rio Grande do Norte que votaram contra a proposta que derrubou o projeto do Imposto sobre Operações Financeiras, medida que integra a estratégia do governo para elevar a arrecadação federal.
O reajuste do IOF foi incluído em um pacote mais amplo de ajustes econômicos com o objetivo de ampliar receitas do governo Lula.
Ao todo, foram 383 votos a favor de derrubar o projeto contra 98 contra.
30 deputados estavam ausentes.
Blog do BG
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Câmara derruba aumento do IOF; como votaram os deputados do RN
26/06/2025

Foto: G1
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (25) uma proposta que derrubou dois projetos do governo Lula (PT) que aumentam o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).
Foram 383 votos a favor de derrubar o projeto contra 98 contra.
30 deputados estavam ausentes.
Veja como votaram os deputados do RN:
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Foto: Arte G1
O texto agora seguirá para votação no Senado. Se aprovado pelos senadores, a derrubada dos decretos vai enterrar uma série de dispositivos que elevam tarifas do IOF em operações de créditos, compra de moeda estrangeira, entre outras situações.
Governo foi pego de surpresa
Incluída na pauta da Câmara no fim da noite de terça (24), a proposta foi aprovada em meio a um crescente descontentamento de alas do Congresso com decisões da equipe econômica de Fernando Haddad e com a demora na execução de emendas parlamentares.
Deputados e lideranças governistas acusaram o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), de não ter comunicado a mudança na agenda de votações e a escolha de um representante da oposição para a relatoria, o deputado Coronel Chrisóstomo (PL-RO).
O anúncio, classificado nos bastidores como uma “surpresa”, levou a uma série de reações públicas de ministros do governo Lula em defesa dos decretos.
Publicamente, Motta tem repetido que a análise dos decretos do IOF pela Câmara representa uma insatisfação do Congresso com reiterados aumentos de impostos.
O discurso do deputado foi ganhando corpo ao longo das últimas semanas, com pressões de alas da Casa e de setores afetados por mudanças anunciadas pelo Ministério da Fazenda.
As falas foram repetidas a esmo em encontros com empresários, entrevistas e em publicações nas redes sociais. Em uma das oportunidades, o presidente da Câmara chegou a dizer que havia comunicado ao Planalto que as medidas teriam uma “reação muito ruim”.
G1
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26/06/2025

Foto: reprodução
“Nosso Partido dos Trabalhadores carrega em sua trajetória a força das ruas, das bases e da esperança popular. É essa história de luta que nos inspira a olhar para frente com coragem e responsabilidade. E é por isso que nasce a Chapa Avante JC — para fortalecer o PT de João Câmara com compromisso, juventude e coragem”.
A chapa Avante JC não surgiu de cima para baixo. Ela é fruto da escuta com a base, da vivência nas comunidades, do diálogo com militantes que constroem o partido no dia a dia.Os postulante querem um diretório que esteja presente onde o povo está: nos bairros, nas zonas rurais, nas escolas, nos assentamentos, nas periferias e nos espaços de luta por direitos.
Um PT mais forte e conectado com a base
“Nosso objetivo é construir um diretório municipal mais atuante, transparente e plural. Acreditamos que a formação política contínua é um pilar fundamental para desenvolver novas lideranças populares. Também queremos fortalecer o diálogo entre gerações, entre as companheiras e companheiros que carregam a experiência histórica do PT e a juventude que pulsa novas ideias e energias para seguir adiante”.
Propostas da Chapa Avante JC:
Formação política contínua e de base;
Presença ativa do diretório nos bairros e comunidades rurais;
Diálogo intergeracional entre juventude e experiência;
Ampla participação das mulheres, da juventude, da população LGBTQIA+, agricultores e de toda a classe trabalhadora;
Transparência nas ações e comunicação ativa com a militância petista.
É hora de avançar com coragem e unidade
O momento exige organização, consciência política e ousadia. Precisamos de um partido que não apenas dispute eleições, mas que esteja presente na vida real do povo. Que caminhe junto, que escute, que mobilize e que transforme.
No dia 6 de julho, teremos eleições do PED (Processo de Eleições Diretas). Será o momento de renovar e fortalecer nossas estruturas internas com base no diálogo e no compromisso coletivo.
Fonte: Blog de Assis Silva
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Senado aprova urgência para votar projeto que aumenta números de deputados
26/06/2025

Foto: Andressa Anholete/Agência Senado
O Senado aprovou, nesta quarta-feira, a urgência para analisar o projeto que aumenta em 18 o número de deputados federais, levando o total de 513 para 531. O mérito do projeto será votado ainda nesta quarta. O aumento pode trazer um impacto anual de R$ 64,6 milhões, o que seria resolvido com o remanejamento de recursos já previstos no orçamento. As composições de assembleias legislativas e a distribuição de emendas parlamentares também podem sofrer impacto pela alteração da composição da Câmara.
Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) entendeu, no ano passado, ser necessária uma revisão da distribuição de parlamentares por estado, de acordo com aumento populacional demonstrado no Censo Demográfico de 2022. Se fosse mantido o número de 513 deputados, com uma reorganização das cadeiras, estados como a Paraíba, estado do presidente da Câmara, Hugo Motta, poderiam perder espaço.
A proposta em pauta, de autoria da deputada Dani Cunha (União-RJ), determina que nenhum estado poderá sofrer perda de cadeiras.
O senador Eduardo Girão (NOVO-CE) contestou a votação em sessão semi-presencial, que foi realizada por causa das festas juninas do nordeste.
— O brasileiro quer menos impostoso, isto sim. Não há urgência para analisar este texto, que aumenta o número de deputados. Seria necessário ter parlamentares na Casa para debater o assunto, mas temos alguns gatos pingados. Esta matéria vai impactar gerações e mais gerações em custo, há impacto financeiro. Precisamos ter serenidade — disse.
Já o senador Rogério Carvalho (PT-SE) disse que a decisão de rever o número de deputados devia caber, sim, ao Congresso. Por isto, a Casa deveria votá-lo até o dia 30 de junho, quando termina o prazo estabelecido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em 2023, para que fosse feita a atualização.
Caso o Congresso perdesse o prazo, caberia ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a definição do número de deputados por estado.
— Este assunto envolve o Congresso e nos cabe, sim, neste prazo. Sou favorável ao projeto — afirmou.
A Câmara é composta de forma proporcional pelos representantes de cada estado e do Distrito Federal. Cada unidade da federação tem no mínimo oito e no máximo 70 deputados, a depender da sua população. Entretanto, alguns estados reclamam que o número não foi atualizado de acordo com as variações recentes no número de habitantes. O relatório do deputado Damião Feliciano (União-PB) aponta que o aumento de parlamentares terá um custo de R$ 64,6 milhões aos cofres públicos. O parecer aponta ainda que, de acordo com cálculos do governo, o orçamento de 2027 da Câmara já terá um reajuste suficiente para cobrir a despesa adicional.
Outro gastos públicos, entretanto, podem ser gerados pelo projeto: a Constituição estabelece, por exemplo, que o número de deputados estaduais nas assembleias legislativas deve ser, sempre, o triplo da representação do estado na Câmara dos Deputados.
Também há dúvidas quanto ao possível aumento de emendas parlamentares. Atualmente, cada parlamentar tem direito a emendas individuais. Especula-se que o teto estabelecido para o montante total destinado aos deputados também possa aumentar, para que ninguém perca na repartição dos valores.
De acordo com a proposta aprovada na Câmara, oito estados seriam beneficiados com mais cadeiras, já que ampliaram as populações: Santa Catarina, Pará, Amazonas, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso e Rio Grande do Norte. Outras sete bancadas, que perderiam cadeiras se a mudança fosse feita mantendo o número atual de vagas, continuariam com o número intacto de cadeiras. São eles: Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Piauí, Paraíba, Bahia, Pernambuco e Alagoas.
O cálculo é feito da seguinte forma: o número total da população brasileira (203.080.756 milhões), dividido pelo novo número de cadeiras da Câmara (531). O resultado equivale a quantas pessoas cada cadeira da Câmara representa (382.449 mil). Em seguida, foi dividida a população de cada estado pelo montante de pessoas que representa uma cadeira (pop. estado/382.449 mil).
Como existe o número máximo Constitucional de 70 deputados por estado e o mínimo de 8, o ente federativo que tiver resultado acima ou abaixo desses valores tem o número readequado. Exemplo: pelos cálculos, o Acre teria direito a apenas 2 deputados, mas esse número é ampliado para o mínimo, de 8.
O Globo
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Alcolumbre avalia votar IOF no plenário do Senado ainda nesta 4ª
25/06/2025

Foto: Mariana Haubert
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), sinalizou a líderes partidários que avalia colocar em votação no plenário da Casa ainda nesta 4ª feira (25.jun.2025) o PDL (projeto de decreto legislativo) que derruba o aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). O texto está na pauta do plenário da Câmara desta 4ª feira (25.jun).
Caso os deputados aprovem a medida, o texto segue para análise dos senadores. Uma votação no mesmo dia nas duas Casas é algo raríssimo. Mas seria viável caso a Câmara termine a votação, que será realizada de forma remota, até o início da noite. Haveria tempo, então, de o Senado pautar o projeto diretamente no plenário. A mera sinalização de Alcolumbre de que pode colocar o projeto em votação mostra o tamanho da irritação dos congressistas com o governo em relação a uma demora, apontada por eles, no empenho das emendas.
O governo acelerou o empenho de emendas nos últimos dias. Dados do Siop (Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento) mostram que o governo empenhou mais R$ 831 milhões em emendas a congressistas. O valor total em 2025 é de R$ 1,73 bilhão. O valor total se aproxima dos R$ 2 bilhões que o governo havia planejado liberar até o fim de junho.
A audiência pública marcada pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Flávio Dino para discutir a obrigatoriedade da execução das emendas por parte do governo federal também é alvo de críticas dos congressistas. Líderes de partidos de centro e da oposição dizem que Dino tem o apoio do Palácio do Planalto para mudar as regras atuais do pagamento das emendas, o que a cúpula do governo contesta. A audiência será realizada na 6ª feira (27.jun), às 17h.
A possível derrubada do decreto do Executivo que elevou a alíquota do IOF já era esperada pelo governo, mas havia um entendimento de que o projeto da Câmara só seria colocado em votação em meados de julho.
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), porém, informou na noite de 3ª feira (24.jun), em suas páginas nas redes sociais, que colocaria o PDL em votação nesta 4ª feira (25.jun). A decisão pegou a cúpula do governo de surpresa.
O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (PT-RJ), disse que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) dá como certa a derrubada do aumento do IOF. Afirmou que agora o foco do governo será “fazer o debate político” sobre o tema. O deputado falou com jornalistas depois de uma reunião realizada às pressas no Planalto pela manhã. O encontro foi comandado pela ministra Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais).
Líderes da base do governo pediram que Motta convocasse reunião de líderes para discutir o tema –ideia negada por ele. O deputado paraibano nomeou Coronel Chrisóstomo (PL-RO), da oposição e aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), para relatar o PDL.
A nomeação não foi bem recebida pelos líderes do governo. Lindbergh classificou a escolha como uma “provocação meio infantil”.
“A nomeação do Coronel Chrisóstomo, um bolsonarista histriônico, como relator, significa que não tem espaço nenhum para qualquer tipo de diálogo”, declarou o petista.
Em 16 de junho, os deputados aprovaram, por 346 votos a 97, o requerimento de urgência para sustar o decreto do ministro Fernando Haddad. Motta havia pautado a urgência depois de o Executivo publicar uma MP (medida provisória) que aumentou mais impostos e um decreto que revogou parte do reajuste do IOF, não sua totalidade. Houve insatisfação no Congresso.
As medidas haviam sido previamente acordadas durante a reunião entre a Fazenda e a cúpula do Congresso em 9 de junho. Apesar dos afagos trocados no dia entre os envolvidos, o entusiasmo foi diminuindo ao longo do tempo. A derrubada do decreto de Haddad seria mais uma derrota imposta por Motta ao governo.
Poder360
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Câmara abre sessão para votar projeto que derruba decreto do governo que elevou IOF
25/06/2025

Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados
A Câmara dos Deputados abriu, na tarde desta quarta-feira, a sessão que vai analisar o projeto que susta o decreto do governo que elevou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). O Ministério da Fazenda estima arrecadar R$ 10 bilhões neste ano com a medida.
Motta anunciou a pauta em uma publicação em uma rede social. Na semana passada, a Câmara aprovou a urgência desse projeto, que acelera a sua tramitação. A articulação política do governo tentava usar esse tempo para debelar a crise. A ideia era construir o acordo para resolver o impasse nas contas públicas que o governo precisa, além de também atender o Congresso e começar a liberar as emendas.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu com surpresa a decisão do presidente da Câmara. Lula buscou a ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, assim que soube que o projeto iria à votação na Câmara, frustrando a expectativa inicial de que o tema fosse apreciado pelo plenário apenas após o retorno do recesso parlamentar.
O Globo
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VÍDEO: Lula diz que Trump “deveria ser menos internet e ser mais chefe de Estado”
25/06/2025
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta 4ª feira (25.jun.2025) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deve ficar menos na internet e ser mais um “chefe de Estado”. Declarou também que o norte-americano deveria pensar nos interesses do país e não com “uma desgraçada de uma manchete”.
Leia a íntegra da declaração de Lula sobre Trump: “E nesse mundo conturbado, um mundo em que você tem um presidente de uma nação do tamanho dos Estados Unidos, que deveria primar pelo discurso, deveria pensar o que falar, deveria ser menos internet e ser mais chefe de Estado. Deveria pensar mais em livre comércio, deveria pensar muito mais na paz. O que a gente vê todo santo dia na imprensa? A necessidade de uma desgraçada de uma manchete”.
Lula deu a declaração ao discursar durante evento para anunciar o aumento da mistura de etanol na gasolina e de biodiesel no diesel, em Brasília. O petista disse que o Brasil já teve um presidente que só importava com mentiras. Uma referência velada ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
“Nós já tivemos presidente assim. Ou seja, o que menos interessa é a verdade, o que menos interessa são os interesses do país”, disse.
Poder 360
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Hugo Motta pauta projeto que derruba aumento do IOF para esta quarta (25)
25/06/2025

Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou que pautou para esta quarta-feira (25) o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) que derruba o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) do governo federal.
No dia 16 de junho, a Câmara aprovou a urgência da medida, ou seja, fosse apreciada mais rapidamente.
Também serão apreciadas outras medidas:
MP 1291 que autoriza uso de até R$ 15 bi/ano do Fundo Social para habitação popular e permite ao governo leiloar óleo e gás excedente, com potencial de arrecadar até R$ 20 bi;
MP 1292 que permite a contratação de crédito consignado por trabalhadores do setor privado;
e PL 2692/25 que isenta do Imposto de Renda quem ganha até dois salários mínimos.
Entenda
O aumento no IOF foi inicialmente anunciado em 22 de maio e, no mesmo dia, contou com um recuo parcial do Executivo.
Em meio à repercussão negativa no mercado financeiro, o Ministério da Fazenda decidiu revogar o aumento do imposto para investimentos de fundos nacionais no exterior. A insatisfação do empresariado e de parlamentares motivou a cúpula do Congresso a dar um prazo para o governo rever as medidas.
Na quarta da semana passada, o governo publicou um novo decreto, “recalibrando” as mudanças no IOF — a medida faz parte do pacote de propostas alternativas elaborado pela equipe econômica.
A intenção do governo com as alterações no IOF mirava elevar a arrecadação para equilibrar as contas públicas, com impacto de R$ 18 bilhões em 2025 e R$ 37 bilhões em 2026.
Após as novas mudanças, a estimativa é de arrecadar cerca de até R$ 7 bilhões, mas um número oficial ainda não foi divulgado pelo Ministério da Fazenda.
CNN
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Emídio Júnior e Styvenson Valentim ouvem comerciantes sobre efeitos positivos do desassoreamento do Rio Jundiaí
24/06/2025

Foto: Divulgação
O prefeito Emídio Júnior e o senador Styvenson Valentim caminharam no comércio do Centro de Macaíba, nesta segunda-feira (23), e ouviram relatos bastante positivos de comerciantes sobre os efeitos já sentidos das obras de desassoreamento do Rio Jundiaí. O município não registrou problemas de alagamento no centro comercial com as chuvas que caíram nos últimos dias, provocando alagamentos em outras cidades, e que em outros tempos traziam problemas e prejuízos.
“Há exatos um ano estávamos todos mobilizados devido a mais uma grande enchente na nossa cidade. E hoje, ver o rio com seu curso natural recuperado e ouvir os relatos dos comerciantes nos deixa felizes por saber que nossa gestão está fazendo história”, afirmou o prefeito Emídio.
O desassoreamento e limpeza do Rio Jundiaí consistem na recuperação do leito do manancial, visando a redução dos riscos de enchentes. O serviço está sendo possível graças a uma emenda do senador Styvenson Valentim no valor de R$ 2 milhões e contrapartida do município. Paralelamente, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb) está adotando as providências para a micro drenagem da Avenida Jundiaí, no entorno da Rodoviária, cujos recursos também estão confirmados pelo senador Styvenson Valentim.
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Paraná Pesquisas: Lula empata com Bolsonaro e Michelle no primeiro turno
24/06/2025

Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) empataria com Jair Bolsonaro e Michelle Bolsonaro, ambos do PL, em eventuais cenários de primeiro turno nas eleições de 2026. É o que indica levantamento divulgado pelo instituto Paraná Pesquisas nesta terça-feira (24).
Foram ouvidas 2.020 pessoas em 26 estados e no Distrito Federal entre os dias 18 e 22 de junho. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.
A pesquisa avaliou seis possíveis cenários para o pleito do ano que vem. Confira a seguir em detalhes os quadros apresentados:
Cenário 1
Jair Bolsonaro (PL): 37,2%
Lula (PT): 32,8%
Ciro Gomes (PDT): 10,3%
Ratinho Jr (PSD): 4,6%
Ronaldo Caiado (União): 2,9%
Helder Barbalho (MDB): 0,7%
Nenhum/Branco/Nulo: 6,7%
Não sabe/Não opinou: 4,8%
Cenário 2
Lula (PT): 33,5%
Michelle Bolsonaro (PL): 30,2%
Ciro Gomes (PDT): 11,5%
Ratinho Jr (PSD): 5,7%
Ronaldo Caiado (União): 4,6%
Helder Barbalho (MDB): 0,9%
Nenhum/Branco/Nulo: 8,0%
Não sabe/Não opinou: 5,4%
Cenário 3
Lula (PT): 34,0%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 24,3%
Ciro Gomes (PDT): 13,5%
Ratinho Jr (PSD): 6,9%
Ronaldo Caiado (União): 4,3%
Helder Barbalho (MDB): 1,0%
Nenhum/Branco/Nulo: 10,5%
Não sabe/Não opinou: 5,6%
CENÁRIO 4
Lula (PT): 33,8%
Eduardo Bolsonaro (PL): 21,3%
Ciro Gomes (PDT): 13,2%
Ratinho Jr (PSD): 8,5%
Ronaldo Caiado (União): 5,5%
Helder Barbalho (MDB): 1,1%
Nenhum/Branco/Nulo: 10,8%
Não sabe/Não opinou: 5,7%
Cenário 5
Lula (PT): 33,8%
Flávio Bolsonaro (PL): 20,4%
Ciro Gomes (PDT): 13,8%
Ratinho Jr (PSD): 9,0%
Ronaldo Caiado (União): 5,8%
Helder Barbalho (MDB): 1,1%
Nenhum/Branco/Nulo: 10,3%
Não sabe/Não opinou: 5,9%
Cenário 6
Lula (PT): 34,2%
Ciro Gomes (PDT): 15,0%
Ratinho Jr (PSD): 13,9%
Ronaldo Caiado (União): 7,1%
Rogério Marinho (PL): 6,8%
Helder Barbalho (MDB): 1,2%
Nenhum/Branco/Nulo: 15,5%
Não sabe/Não opinou: 6,4%
CNN
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Ministério Público Eleitoral afasta cassação e reconhece ausência de uso eleitoreiro de programas sociais da Prefeitura de Lajes
23/06/2025

Foto: Divulgação
O Ministério Público Eleitoral manifestou-se, nesta quarta-feira (18), pelo afastamento das sanções de cassação dos mandatos e da inelegibilidade impostas ao prefeito Felipe Menezes e ao vice-prefeito José Carlos Felipe, do município de Lajes/RN. No parecer, o órgão reconheceu que os programas sociais realizados pela gestão municipal em 2024 não tiveram finalidade eleitoreira, tampouco foram utilizados como instrumento de desequilíbrio do pleito.
De acordo com a análise da Procuradoria Regional Eleitoral, ações como a perfuração de poços, distribuição de cestas básicas, corte de terras e entrega de unidades habitacionais representaram continuidade administrativa, com redução significativa de gastos em relação ao ano anterior. A perfuração de poços, por exemplo, correspondeu a apenas 2% do valor gasto em 2023, enquanto a distribuição de cestas básicas apresentou uma queda de 76% nos investimentos, demonstrando que não houve intensificação dos benefícios em período eleitoral.
Outro ponto enfatizado no parecer foi a ausência de qualquer tipo de condicionamento político para a concessão dos benefícios. As testemunhas ouvidas foram unânimes em afirmar que não houve pedidos de votos ou exigências de apoio político para o acesso aos programas, inclusive entre beneficiários identificados como eleitores da oposição. Diante disso, o Ministério Público Eleitoral concluiu pela improcedência da cassação, defendendo a manutenção dos mandatos e o reconhecimento da legalidade das ações analisadas.
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